28 novembro, 2025

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Sulinha,
COP-30 foi bem-sucedida em colocar combustíveis fósseis e desmatamento na mesa de discussões climáticas, mas falhou em abordar os principais vilões da crise no texto final.
Esta é a avaliação da Fundação SOS Mata Atlântica, que esteve em Belém para a conferência. Participamos de painéis nos espaços oficiais da ONU, em eventos organizados pela sociedade civil e na enorme mobilização que tomou as ruas da capital paraense no dia 15 de novembro.
Como aquecimento para este que é o maior encontro sobre mudanças climáticas do mundo, lançamos, durante o Summit Agenda SP+Verde, uma nova estratégia territorial, apoiada pela Aliança pela Mata Atlântica — uma coalizão multissetorial em prol do bioma.
Também publicamos neste mês um estudo inédito sobre a recuperação de vegetação nativa na Mata Atlântica. Ele revelou que a floresta tem sim capacidade de voltar: nos últimos 30 anos, uma área equivalente ao estado do Rio de Janeiro foi regenerada. No entanto, cerca de 22% dessas novas florestas foram derrubadas de novo.
Tudo isso reforça a mensagem que levamos para a COP30 e que guia nossa atuação: proteger e restaurar a Mata Atlântica é possível, necessário e urgente.
Aliança pela Mata Atlântica é lançada em evento pré-COP30

Durante o Summit Agenda SP+Verde, evento do Governo do Estado de São Paulo, lançamos a Aliança pela Mata Atlântica — uma coalizão multissetorial que une o setor privado e parceiros institucionais para impulsionar projetos de conservação, restauração e proteção da biodiversidade nas bacias dos rios Tietê e Paraíba do Sul, uma região que reúne os principais desafios do bioma.

Saiba mais sobre a Aliança pela Mata Atlântica


Por que falar da Mata Atlântica na COP da Amazônia


AEm artigo para o Estadão, Afra Balazina e Luís Fernando Guedes Pinto, diretores na SOS Mata Atlântica, defenderam a inclusão de todos os biomas na estratégia para enfrentar a crise climática. O Brasil, país mais biodiverso do mundo, tem uma oportunidade única de liderar a transição para um futuro mais sustentável.


Novo estudo revela onde a Mata Atlântica se recupera — e onde ainda sofre

Um levantamento inédito mostra que as florestas da Mata Atlântica estão voltando a crescer, mas parte dessa regeneração ainda enfrenta ameaças. Entre 1993 e 2022, 4,9 milhões de hectares entraram em processo de recuperação — área maior que o estado do Rio de Janeiro — enquanto 1,1 milhão de hectares (22%) voltaram a ser desmatados.

Confira o estudo completo


Unidades de Conservação: o que elas precisam para continuar protegendo a Mata Atlântica

As Unidades de Conservação seguem sendo o instrumento mais eficaz para proteger a biodiversidade, manter serviços ecossistêmicos e reconectar a sociedade com a natureza. O desafio agora é fortalecer sua gestão e garantir recursos para que cumpram plenamente seu papel.

Leia mais sobre o papel das UCs

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