26 novembro, 2025

Destaques de Inteligência artificial


Quem ganha e quem perde na disputa da IA

xadrez - batalha - disputa - jogo - carreira

Olá!

A evolução dos sistemas de inteligência artificial continua a fascinar e a criar polêmicas pelo mundo.

Acompanhamos os movimentos das 'big techs', as intrigas entre concorrentes e os avanços em direção à regulamentação do uso da tecnologia.

As aplicações da IA nos últimos dias têm desdobramentos no mercado financeiro, na indústria da música e no comportamento da sociedade.

Esses são os destaques desta edição. Acomode-se e boa leitura!

As empresas que mais se beneficiarão da IA ​​– ou que morrerão tentando

A inteligência artificial vai mudar a forma como muitas empresas fazem negócios. Isso pode significar grandes ganhos de lucro para algumas e ameaças existenciais para outras. Mas quem vai ganhar e quem vai perder? O Goldman Sachs tentou responder à pergunta analisando o índice Russell 1000 e descobriu que as ações que estão sendo negociadas a apenas 10 vezes o lucro projetado têm um potencial de aumento de 51% nos lucros por ação devido à IA. Confira a lista aqui.

Funcionários estão confusos se podem ou não usar IA

A opacidade em torno das políticas das empresas em relação ao uso da inteligência artificial vem fazendo com que funcionários usem contas pessoais de IA generativa em segredo ou descubram que, inadvertidamente, infringiram as regras. Este ano, pesquisa global da KPMG e Universidade de Melbourne com 48.340 profissionais revelou que 44% infringem políticas e diretrizes das organizações sobre IA e 61% escondem o uso de ferramentas de IA no trabalho, com mais da metade apresentando conteúdo gerado por IA como se fosse próprio. Veja as implicações disso para o ambiente de trabalho.

Por falar em carreira, a editora do Valor Stela Campos lembra que, em tempos de IA, ter ideias criativas no trabalho requer prática, afinal, o cérebro precisa se exercitar. E por mais rápida e esperta que a IA generativa possa parecer, ela é capaz de alucinar. Leia aqui.

OpenAI apoia formação em IA para comunidades periféricas

A OpenAI, criadora do ChatGPT, está apoiando um programa itinerante de formação de inteligência artificial (IA) em comunidades periféricas de diversas cidades brasileiras. O projeto Mutirão.AI foi criado em parceria da produtora artística KondZilla, com a produtora musical GR6 e a empresa digital Flint, voltada à educação para a economia de criadores digitais. Segundo os criadores, o projeto busca democratizar o acesso à tecnologia e ampliar oportunidades de aprendizado, empreendedorismo e transformação social nas periferias. Veja mais sobre a iniciativa.

USP cria cátedra de IA Responsável, em parceria com o Google

A Universidade de São Paulo (USP) está criando a cátedra IA Responsável, em parceria com o Google, para aprofundar estudos sobre inteligência artificial. O lançamento oficial será feito em ato público no dia 2 de dezembro. À frente estará o professor Carlos Américo Pacheco, que durante nove anos dirigiu a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Ele deixou a posição em agosto. O Valor fará parte do conselho da cátedra, com uma posição ocupada pela diretora de redação do jornal, Maria Fernanda Delmas. Saiba mais aqui.

Impacto da IA sobre inflação e emprego é incerto, diz Jefferson, do Fed

O vice-presidente do Federal Reserve (Fed), Philip Jefferson, disse que a inteligência artificial (IA) deve afetar duplamente o mercado de trabalho. Ele pontuou que o aumento da produtividade leva ao crescimento econômico, o que pode criar novas oportunidades de trabalho. Ao mesmo tempo, muitas pessoas têm preocupações legítimas de que a IA cause perda de vagas, e o efeito líquido sobre o emprego é altamente incerto. Entenda aqui.

Legisladores devem regular políticas, não tecnologia, defendem Internet Society e Icann

As propostas de regulação de plataformas digitais e inteligência artificial de diferentes países estão centradas na tecnologia e não em políticas ou melhores práticas, alertam a executiva-chefe (CEO) e presidente da Internet Society, Sally Wentworth, e o CEO e presidente da Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (Icann), Kurtis Lindqvist, em entrevista ao Valor. Os riscos deste caminho, segundo eles, podem se traduzir em barreiras à entrada de startups no mercado e à fragmentação da própria internet. Entenda aqui.

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Natália Flach

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Terça-feira, 25 de Novembro de 2025