06 maio, 2026

Isso nunca deveria ter vindo a público | Edu Moreira e Juliana Dal Piva

 

Em outubro de 2025, uma fonte anônima entregou ao Instituto Fernando Souza Cruz documentos mantidos em sigilo por 60 anos.


Guardados em favor de uma mentira que precisava ser contada nos tempos de chumbo — que perdura até os dias de hoje.


São mais de 3.000 páginas vazadas da ditadura, datilografadas e rasuradas, com listas, registros e datas de pagamentos realizados a agentes e codinomes, derrubando qualquer narrativa que poderia haver sobre o período mais violento da história brasileira. 


Cada página aponta para uma estrutura discreta e implacável: quem operava, quem recebia, quem decidia. Incluindo um manual de tortura baseado em curso feito na Inglaterra, a convite do governo britânico.


Todas rasuradas à mão por quem operava a estrutura da Casa da Morte. 



Os jornalistas investigativos Juliana Dal Piva, Igor Mello e Chico Otávio cruzaram evidências e identificaram um nome que se repete: 


Tenente-coronel Cyro Etchegoyen, ou Dr. Bruno.


"Quando eu li o depoimento [de Inês Etienne Romeu]... ficou claro para mim que o Dr. Bruno era diferente dos outros militares.” — Chico Otávio.


Os “Bandidos de Farda” é o novo documentário original do ICL com a investigação sobre a estrutura clandestina da ditadura militar, escondida dos registros públicos — da grande mídia e da memória de todos os brasileiros.


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Nos vemos dia 17/05, às 20h, no domingo em que esse arquivo será finalmente aberto.


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Até lá,
Equipe ICL