Cansado dos últimos infortúnios e quedas protuberantes, os mercados reagiram. O petróleo deu uma trégua, de leve, e aí, com esse espacinho na agenda, o apetite a risco voltou à mesa, com Bolsas subindo e dólar aqui fazendo o investidor mirar tempos melhores. O investidor pode enfim saborear o momento, com olho maior que a barriga até - é muito justo, com a “redução das preocupações em torno das tensões geopolíticas”. Embora, como se sabe, Irã e EUA continuem com vontade louca de abocanhar o controle de estreitos e rotas comerciais do petróleo. Ainda melindrado no meio desse bufê de oportunidades raras, o Ibovespa seguiu o fluxo, sem medo hoje de refluxos. Não chega a ser uma xepa, longe disso - e aí fomos ver o que salta aos olhos no cardápio convidativo da Bolsa brasileira, de ativos tributados a ações das gigantes. Pode se esbaldar que hoje a gente tá podendo. |
Sem lambanças. Menos euforia, mais critério: energia, caixa e resiliência ganham espaço nos portfólios. Venha degustar o que é bom agora no regime de engorda da B3. |
E quais ativos? Pois bem: rendimentos de ativos tributados ajudam a reduzir alíquota do IR mínimo para rendas maiores que R$ 600 mil ao ano; recomendação de produto precisará olhar patrimônio global do cliente. Achava que o meu portfólio andava meio desmilinguido, mas vamos nessa. |
Sem tapar o sol com a peneira: resultado sólido foi impulsionado por efeitos financeiros e menor sinistralidade, mas fraqueza no segmento de seguros limita visão positiva para a ação no curto prazo. Tá bom pra você? Pra mim sim! |
Cerveja, sim: relatórios de Citi, XP e Ativa destacam avanço operacional, mas apontam limites no crescimento de receita. “Pouca espuma por favor, ô, chefia.” |
Luciana Seabra abre o jogo e entrega sabedoria: rebalanceamento de carteira impõe disciplina, evita indicações desordenadas e ainda serve de proteção em cenários de volatilidade, como o atual. Siga as instruções e seja feliz - sem freio. |
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