(Um Maluco no Pedaço • 4x08 • Laços de Sangue)
Tributo em memória de Elizeth Cardoso.
Elizette Moreira Cardoso, natural da cidade do Rio de Janeiro, nasceu no dia 16 de julho de 1920.
De família humilde do bairro de São Francisco Xavier, zona Norte do Rio, Elizeth era rica em talento e desde pequena já mostrava inclinação para a música.
Com seis anos , Elizeth cantou no rancho Kananga do Japão. E aos oito, já cobrava 10 tostões da vizinhança para cantar sucessos de Vicente Celestino. Mas precisou trabalhar, para se sustentar. E teve inúmeras profissões. Foi balconista, paleteira, funcionária de uma fábrica de sabão e cabeleireira. Até que aos 16 anos, na sua festa de aniversário, foi ouvida por Jacó do Bandolim, que se encantou e a convidou para fazer um teste na Rádio Guanabara. O pai de Elizeth, a princípio, se opôs, mas acabou por ceder. E ela foi e se apresentou no dia 18 de agosto de 36, no programa:"Suburbano", ao lado de Vicente Celestino, Noel Rosa, Moreira da Silva, que eram os nomes mais importantes da época.
Depois desse ótimo início, Elizeth passou para a Rádio Educadora. Em 1939, começou a fazer shows em circos, clubes, cinemas e apresentou, junto com Grande Otelo, por quase dez anos, o quadro:"Boneca de Pixe". Além de ótima cantora, tinha talento de passista, o que lhe valeu convite para participar de uma revista musical, onde conheceu Ari Valdez, com quem se casou, em fins de 1939. Tiveram um filho; Paulo César Valdez. Mas o casamento durou pouco. Diziam que Ari tinha "um parafuso a menos".
Elizeth passou a ser crooner de orquestras e cantava também no Dancing Avenida. Nessa função, mudou-se para São Paulo, e foi cantar no Salão Verde e na Rádio Cruzeiro do Sul. Mas em 46 voltou ao Rio e à Avenida e em 48 foi contratada pela Rádio Mauá. Fez sua primeira gravação, cantando:"Braços Vazios"e "Mensageiro da Saudade", que não tiveram sucesso. O sucesso veio na segunda gravação, com a música "Canção de Amor". A cantora foi para a Rádio Tupi do Rio e em 1951, para a Televisão Tupi, inaugurada naquele ano.
Elizeth já era então estrela de rádio, discos, casas noturnas e televisão. Foi contratada pela Rádio Mayrink Veiga, pela boate Vogue e gravou um de seus maiores sucessos:"Barracão". Em 53, participou do show "Feitiço da Vila", na boate Casabranca, que se estendeu a São Paulo, onde a cantora foi contratada pela Rádio e TV Record. No mesmo ano, no Rio, deixou a Rádio Tupi e foi para a TV Rio. Em começo de 60,estrelou o programa: "Nossa Elizeth", na TV Continental. Lançou o disco:"Magnífica" e foi contratada pela Rádio Nacional, para o programa:"Cantando pelos Caminhos". Em 65, voltou à TV Record de São Paulo , que aproveitando a onda da música brasileira, lançou "Bossaudade",apresentado por Elizeth. Esse programa se contrapunha à Bossa-Nova.E convidava: Luiz Vieira, Francisco Petrônio, Pixinguinha, Linda Batista,Marlene, Emilinha Borba, Orlando Silva, Sílvio Caldas, todos os cantores famosos,enfim e Elizeth se saia muito bem, como apresentadora, além de cantar também. Foi sua época dourada.
Sua carreira teve fatos marcantes. Em 58 lançou "Canção do Amor Demais", considerado o inaugural da bossa nova. Tinha acompanhamento de João Gilberto e era todo com músicas de Vinícius de Moraes e Tom Jobim. Em 59, gravou: "Orfeu do Carnaval". Em 16 de novembro de 1964 , após lançar seu quinto disco da série: Meiga Elizeth, deu um show inesquecível no Teatro Municipal de São Paulo, cantando : as Bachianas Brasileiras, nº 5, de Villa-Lobos. Um estrondoso sucesso.
No ano seguinte , participou do espetáculo " Rosa de Ouro" e gravou oLP: "Elizeth Sobe o Morro" Fez então temporadas no Uruguai, Argentina, Portugal e, em 1968, esteve no Festival da Arte Negra, em vários países da África, como Dacar, Senegal. Em 68 , fez excursão pela América Latina, e a convite da OEA, participou de turnê pelos Estados Unidos e Japão. Nesse país, aliás, ela esteve por três vezes. Lá gravou discos e foi lá também, que em 1989 descobriu que estava com câncer. Ao todo ,Elizete gravou 40 LPs no Brasil e vários outros em Portugal, Uruguai, Venezuela, México e Argentina.
Elizeth Cardoso teve sua inesquecível voz calada em 7 de maio de 1990, quando morreu aos 69 anos, vítima de um câncer no estômago. Aos conhecedores da boa música, é chover no molhado sustentar que esta foi certamente uma das mais talentosas mulheres que já passaram pela história das canções produzidas no Brasil. Todavia, por mais óbvio que seja, é impossível não adjetivar Elizeth como diva. Após anos de sua morte, registros antigos continuam surgindo no YouTube e novas gerações vão se tornando cada vez mais fãs de seu trabalho. Em 2010, o jornalista Sérgio Cabral relança Elisete Cardoso - Uma Vida (lançada pela primeira vez perto da data de sua morte), pela editora Lazuli, narrando a trajetória desta que foi registrada Elizette, assinou em alguns momentos como Elizete e firmou-se a partir da década de 1960 como é conhecida até hoje: Elizeth Cardoso
Elizette Moreira Cardoso, natural da cidade do Rio de Janeiro, nasceu no dia 16 de julho de 1920.
De família humilde do bairro de São Francisco Xavier, zona Norte do Rio, Elizeth era rica em talento e desde pequena já mostrava inclinação para a música.
Com seis anos , Elizeth cantou no rancho Kananga do Japão. E aos oito, já cobrava 10 tostões da vizinhança para cantar sucessos de Vicente Celestino. Mas precisou trabalhar, para se sustentar. E teve inúmeras profissões. Foi balconista, paleteira, funcionária de uma fábrica de sabão e cabeleireira. Até que aos 16 anos, na sua festa de aniversário, foi ouvida por Jacó do Bandolim, que se encantou e a convidou para fazer um teste na Rádio Guanabara. O pai de Elizeth, a princípio, se opôs, mas acabou por ceder. E ela foi e se apresentou no dia 18 de agosto de 36, no programa:"Suburbano", ao lado de Vicente Celestino, Noel Rosa, Moreira da Silva, que eram os nomes mais importantes da época.
Depois desse ótimo início, Elizeth passou para a Rádio Educadora. Em 1939, começou a fazer shows em circos, clubes, cinemas e apresentou, junto com Grande Otelo, por quase dez anos, o quadro:"Boneca de Pixe". Além de ótima cantora, tinha talento de passista, o que lhe valeu convite para participar de uma revista musical, onde conheceu Ari Valdez, com quem se casou, em fins de 1939. Tiveram um filho; Paulo César Valdez. Mas o casamento durou pouco. Diziam que Ari tinha "um parafuso a menos".
Elizeth passou a ser crooner de orquestras e cantava também no Dancing Avenida. Nessa função, mudou-se para São Paulo, e foi cantar no Salão Verde e na Rádio Cruzeiro do Sul. Mas em 46 voltou ao Rio e à Avenida e em 48 foi contratada pela Rádio Mauá. Fez sua primeira gravação, cantando:"Braços Vazios"e "Mensageiro da Saudade", que não tiveram sucesso. O sucesso veio na segunda gravação, com a música "Canção de Amor". A cantora foi para a Rádio Tupi do Rio e em 1951, para a Televisão Tupi, inaugurada naquele ano.
Elizeth já era então estrela de rádio, discos, casas noturnas e televisão. Foi contratada pela Rádio Mayrink Veiga, pela boate Vogue e gravou um de seus maiores sucessos:"Barracão". Em 53, participou do show "Feitiço da Vila", na boate Casabranca, que se estendeu a São Paulo, onde a cantora foi contratada pela Rádio e TV Record. No mesmo ano, no Rio, deixou a Rádio Tupi e foi para a TV Rio. Em começo de 60,estrelou o programa: "Nossa Elizeth", na TV Continental. Lançou o disco:"Magnífica" e foi contratada pela Rádio Nacional, para o programa:"Cantando pelos Caminhos". Em 65, voltou à TV Record de São Paulo , que aproveitando a onda da música brasileira, lançou "Bossaudade",apresentado por Elizeth. Esse programa se contrapunha à Bossa-Nova.E convidava: Luiz Vieira, Francisco Petrônio, Pixinguinha, Linda Batista,Marlene, Emilinha Borba, Orlando Silva, Sílvio Caldas, todos os cantores famosos,enfim e Elizeth se saia muito bem, como apresentadora, além de cantar também. Foi sua época dourada.
Sua carreira teve fatos marcantes. Em 58 lançou "Canção do Amor Demais", considerado o inaugural da bossa nova. Tinha acompanhamento de João Gilberto e era todo com músicas de Vinícius de Moraes e Tom Jobim. Em 59, gravou: "Orfeu do Carnaval". Em 16 de novembro de 1964 , após lançar seu quinto disco da série: Meiga Elizeth, deu um show inesquecível no Teatro Municipal de São Paulo, cantando : as Bachianas Brasileiras, nº 5, de Villa-Lobos. Um estrondoso sucesso.
No ano seguinte , participou do espetáculo " Rosa de Ouro" e gravou oLP: "Elizeth Sobe o Morro" Fez então temporadas no Uruguai, Argentina, Portugal e, em 1968, esteve no Festival da Arte Negra, em vários países da África, como Dacar, Senegal. Em 68 , fez excursão pela América Latina, e a convite da OEA, participou de turnê pelos Estados Unidos e Japão. Nesse país, aliás, ela esteve por três vezes. Lá gravou discos e foi lá também, que em 1989 descobriu que estava com câncer. Ao todo ,Elizete gravou 40 LPs no Brasil e vários outros em Portugal, Uruguai, Venezuela, México e Argentina.
Elizeth Cardoso teve sua inesquecível voz calada em 7 de maio de 1990, quando morreu aos 69 anos, vítima de um câncer no estômago. Aos conhecedores da boa música, é chover no molhado sustentar que esta foi certamente uma das mais talentosas mulheres que já passaram pela história das canções produzidas no Brasil. Todavia, por mais óbvio que seja, é impossível não adjetivar Elizeth como diva. Após anos de sua morte, registros antigos continuam surgindo no YouTube e novas gerações vão se tornando cada vez mais fãs de seu trabalho. Em 2010, o jornalista Sérgio Cabral relança Elisete Cardoso - Uma Vida (lançada pela primeira vez perto da data de sua morte), pela editora Lazuli, narrando a trajetória desta que foi registrada Elizette, assinou em alguns momentos como Elizete e firmou-se a partir da década de 1960 como é conhecida até hoje: Elizeth Cardoso
Yoná Magalhães, Francisco Cuoco, Glória Menezes, Tarcísio Meira e o menino Júlio César na cena final de "O Semideus", novela de Janete Clair, exibida pela TV Globo que tinha seu último capítulo exibido no dia 7 de maio de 1974.
A dupla formada por Walther George Durst (Autor) e Walter Avancini (Direção) apresentou uma das mais belas adaptações para a TV. Da obra de Zélia Gattai , "Anarquistas Graças a Deus", minissérie apresentada pela Rede Globo entre 7 e 17 de maio de 1984, marcando a história da teledramaturgia com grandes atuações e sequências memoráveis.
"Anarquistas Graças a Deus", havia sido pensada para ser uma novela infanto-juvenil a ser apresentada no horário das seis, e ainda pensou-se em usá-la para substituir "Sol de Verão", encurtada devido a morte de Jardel Filho, mas no final o produto só tinha condições de ser apresentado como minissérie mesmo, devido a quantidade de capítulos.
A minissérie contada através das lembranças da menina Zélia (Daniele Rodrigues), desenrola-se o cotidiano da família Gattai, imigrantes italianos que vieram para o Brasil perseguindo o sonho da Colônia Santa Cecília, reduto anarquista, e que viveram em São Paulo nos anos 10 e 20, acompanhando o crescimento da cidade. A relação amorosa com os pais Ernesto (Ney Latorraca) e Angelina (Débora Duarte), e o convívio com a empregada Maria Negra (Zenaide Pereira), o Nonno (Gianni Ratto) e os quatro irmãos mais velhos: Remo (Marcos Frota), Vanda (Christiane Rando), Vera (Lilian Vizzacchero) e Tito (Afonso Nigro).
Ney Latorraca foi elogiadíssimo pela crítica e pela própria Zélia Gattai, que lhe mandou um telegrama dizendo que seu pai se vivo estivesse se sentiria honrado por estar sendo tão bem interpretado.
Destaque também para Débora Duarte e a menina Daniele Rodrigues, que viveu Zélia Gattai jovem, com um talento e sensibilidade jamais visto em uma atriz mirim, antes.
A minissérie foi tema de várias reportagens na imprensa italiana e o diretor Walter Avancini foi agraciado com o prêmio "Presença da Itália no Brasil", em 1985, durante as comemorações da Festa Nacional Italiana. Ney Latorraca, Débora Duarte e Daniele Rodrigues também foram homenageados na cerimônia.
O livro de Zélia Gattai teve suas vendas superadas em até 15 vezes depois do lançamento da minissérie.
Muito bom ver um trabalho apresentado com requinte de grande produção. Isabel Ribeiro narrou a minissérie nos situando dentro dos acontecimentos em São Paulo durante a 2ª guerra mundial. Claro que a adaptação não seguiu o livro literalmente, mas a própria autora reconheceu que a minissérie precisava de algumas mudanças, e que mesmo assim ela ficou muito feliz com o resultado mostrado na tv, e o público só aplaudiu "Anarquistas, Graças a Deus"!
"Anarquistas Graças a Deus", havia sido pensada para ser uma novela infanto-juvenil a ser apresentada no horário das seis, e ainda pensou-se em usá-la para substituir "Sol de Verão", encurtada devido a morte de Jardel Filho, mas no final o produto só tinha condições de ser apresentado como minissérie mesmo, devido a quantidade de capítulos.
A minissérie contada através das lembranças da menina Zélia (Daniele Rodrigues), desenrola-se o cotidiano da família Gattai, imigrantes italianos que vieram para o Brasil perseguindo o sonho da Colônia Santa Cecília, reduto anarquista, e que viveram em São Paulo nos anos 10 e 20, acompanhando o crescimento da cidade. A relação amorosa com os pais Ernesto (Ney Latorraca) e Angelina (Débora Duarte), e o convívio com a empregada Maria Negra (Zenaide Pereira), o Nonno (Gianni Ratto) e os quatro irmãos mais velhos: Remo (Marcos Frota), Vanda (Christiane Rando), Vera (Lilian Vizzacchero) e Tito (Afonso Nigro).
Ney Latorraca foi elogiadíssimo pela crítica e pela própria Zélia Gattai, que lhe mandou um telegrama dizendo que seu pai se vivo estivesse se sentiria honrado por estar sendo tão bem interpretado.
Destaque também para Débora Duarte e a menina Daniele Rodrigues, que viveu Zélia Gattai jovem, com um talento e sensibilidade jamais visto em uma atriz mirim, antes.
A minissérie foi tema de várias reportagens na imprensa italiana e o diretor Walter Avancini foi agraciado com o prêmio "Presença da Itália no Brasil", em 1985, durante as comemorações da Festa Nacional Italiana. Ney Latorraca, Débora Duarte e Daniele Rodrigues também foram homenageados na cerimônia.
O livro de Zélia Gattai teve suas vendas superadas em até 15 vezes depois do lançamento da minissérie.
Muito bom ver um trabalho apresentado com requinte de grande produção. Isabel Ribeiro narrou a minissérie nos situando dentro dos acontecimentos em São Paulo durante a 2ª guerra mundial. Claro que a adaptação não seguiu o livro literalmente, mas a própria autora reconheceu que a minissérie precisava de algumas mudanças, e que mesmo assim ela ficou muito feliz com o resultado mostrado na tv, e o público só aplaudiu "Anarquistas, Graças a Deus"!
O Desaparecimento de uma milionária empresária e a disputa pelo poder das suas empresas era o mote central da novela Mico Preto dos autores Marcílio Moraes, Leonor Basseres e Euclydes Marinho, novela que estreava na Globo no dia 7 de maio de 1990.
A trama foi feita para ser uma novela cômica e nesse quesito a novela ganhou força no núcleo formado pelos gays Zé Luis e Zé Maria, vividos pelos atores Miguel Falabella e Marcelo Picchi. Zé Maria era candidato ao governo e não poderia expor sua relação homossexual com Zé Lúis. Assim eles contrataram uma mulher para casar com o então deputado. A situação proporcionou cenas hilárias à trama. Miguel Falabella esteve irrepreensível na pele do afetado Zé Luís, uma das melhores caracterizações de gays da história da teledramaturgia. A caracterização ficou ainda mais perfeita quando o irmão gêmeo e machão do Zé Luis, Arnaldo volta à trama.
Glória Pires também segurou bem o humor da sua vilã interesseira Sarita. A personagem havia sido escrita pensando em Maitê Proença no papel, mas que por problemas pessoais não pode aceitar, assim os autores modificaram um pouco o perfil da personagem que acabou ficando com a Glória.
O saudoso José Wilker, novamente dava um show com um vilão canastrão e cínico nas mãos.
Luiz Gustavo e Geórgia Gomide, que eram genro e nora na trama, proporcionaram cenas hilárias quando Sarita resolve levar a mãe para morar com o noivo. Os dois não se suportavam e faziam questão de não esconder a antipatia. Nessas brigas o público era brindado com cenas de humor e pastelão desses dois monstros sagrados da teledramaturgia.
Em Mico Preto, um casal chamou mais atenção do que o par de protagonistas central e os rolos dos jovens da trama. Otávio Augusto, sempre perfeito fazendo humor, brilhou ao lado de Eva Wilma. Lourival, o personagem do Otávio era apaixonado pela de Eva e fazia de tudo para conquistá-la.
Louise Cardoso, que viveu a mocinha Cláudia, deu entrevistas depois do término da trama, declarando que não suportava mais interpretar a personagem. A Claudia era tão boazinha, que ultrapassava o limite de ser chata, e a atriz sofria com a falta de credibilidade que a personagem passava.
A trama foi feita para ser uma novela cômica e nesse quesito a novela ganhou força no núcleo formado pelos gays Zé Luis e Zé Maria, vividos pelos atores Miguel Falabella e Marcelo Picchi. Zé Maria era candidato ao governo e não poderia expor sua relação homossexual com Zé Lúis. Assim eles contrataram uma mulher para casar com o então deputado. A situação proporcionou cenas hilárias à trama. Miguel Falabella esteve irrepreensível na pele do afetado Zé Luís, uma das melhores caracterizações de gays da história da teledramaturgia. A caracterização ficou ainda mais perfeita quando o irmão gêmeo e machão do Zé Luis, Arnaldo volta à trama.
Glória Pires também segurou bem o humor da sua vilã interesseira Sarita. A personagem havia sido escrita pensando em Maitê Proença no papel, mas que por problemas pessoais não pode aceitar, assim os autores modificaram um pouco o perfil da personagem que acabou ficando com a Glória.
O saudoso José Wilker, novamente dava um show com um vilão canastrão e cínico nas mãos.
Luiz Gustavo e Geórgia Gomide, que eram genro e nora na trama, proporcionaram cenas hilárias quando Sarita resolve levar a mãe para morar com o noivo. Os dois não se suportavam e faziam questão de não esconder a antipatia. Nessas brigas o público era brindado com cenas de humor e pastelão desses dois monstros sagrados da teledramaturgia.
Em Mico Preto, um casal chamou mais atenção do que o par de protagonistas central e os rolos dos jovens da trama. Otávio Augusto, sempre perfeito fazendo humor, brilhou ao lado de Eva Wilma. Lourival, o personagem do Otávio era apaixonado pela de Eva e fazia de tudo para conquistá-la.
Louise Cardoso, que viveu a mocinha Cláudia, deu entrevistas depois do término da trama, declarando que não suportava mais interpretar a personagem. A Claudia era tão boazinha, que ultrapassava o limite de ser chata, e a atriz sofria com a falta de credibilidade que a personagem passava.
Zilka Salaberry e o jovem Cláudio Cavalcanti no início de carreira, nos anos 1950, no Grande Teatro Tupi, na encenação de " O Caso Mauzirius".
No dia 7 de maio de 1987, estreava pelo SBT, o humorístico "A Praça é Nossa".
Memorial da TV, Cinema, Teatro e das Artes em Geral.
CULTURA NA PRAÇA
Projeto modelo.
Uma "biblioteca itinerante", desmontável e portátil.
Excelente projeto para ser replicado por prefeituras e associações de moradores em praças e lougradouros públicos.
Objetivo principal: promover a leitura ou algum tema específico como direitos humanos, cultura da paz, etc.
Barato e fácil de replicar.
Leituras Livres
A imagem é de iniciativa no Brooklin, New York
LIVRO PELO MUNDO
Na foto, a Sakura Bus, uma livraria itinerante do Japão.
Em plena primavera, quando as cerejeiras estão no auge.
Leituras Livres
*fonte: Dozen Books
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Cidad3: Imprensa Livre!!!Saúde, Sorte e $uce$$o: Sempre!!!
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