06 maio, 2026

5 Fatos da CNN

 

Terça-feira, 5 de maio de 2026

Na disputa pelo Palácio do Planalto, a pesquisa do instituto Real Time Big Data indica um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) num eventual cenário de segundo turno; buscando uma aproximação com a Casa Branca, o presidente Lula deve discutir o tarifaço dos Estados Unidos, o combate ao crime organizado e minerais críticos em seu encontro com o mandatário norte-americano Donald Trump; no Legislativo, sobre fim da jornada de trabalho 6x1, a comissão especial terá a primeira reunião para debater o plano de trabalho do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), e a convocação de lideranças políticas e sindicais para as reuniões; no Oriente Médio, Os Estados Unidos e o Irã trocaram ataques no Estreito de Ormuz, segundo o chefe militar americano, colocando o cessar-fogo entre os países em xeque mais uma vez; em Belo Horizonte, um dos passageiros que foi resgatado em estado grave do acidente aéreo morreu no início da noite de segunda-feira (4).

Big Data em Tempo Real


Pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (5) indica um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) num eventual cenário de segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto. Conforme aponta o levantamento, Flávio surge com 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula. Já no primeiro turno, Lula aparece com 40% das intenções de voto, ante 34% de Flávio. Em seguida, nesse cenário de primeiro turno, aparece o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 5%. Na sequência, o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), aparece com 4% e o líder do MBL (Movimento Brasil Livre), Renan Santos (Missão), com 3%. O escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante), o ex-ministro Aldo Rebelo (DC) e o ex-deputado federal Cabo Daciolo (Mobiliza) têm 1% cada. Os indecisos somam 5%, enquanto brancos e nulos totalizam 6%. Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

Lula e Trump


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve discutir o tarifaço dos Estados Unidos, o combate ao crime organizado e minerais críticos em seu encontro com o mandatário norte-americano Donald Trump. A reunião está prevista para acontecer na próxima quinta-feira (7). O Palácio do Planalto ainda alinha com a Casa Branca os detalhes do encontro presidencial antes de confirmar a realização. A tendência é de que Lula viaje na quarta-feira (6) aos Estados Unidos, tenha a reunião com Trump como única agenda e retorne na sexta-feira (8). Hoje, parte residual dos produtos exportados ainda estão sob tarifas norte-americanas, como aço, alumínio, cobre e móveis. Além disso, existe a preocupação de que Trump volte a impor taxas ao Brasil por meio da chamada "seção 301", na qual os EUA investigam supostas práticas desleais de comércio brasileiras.

6x1


Tema prioritário para o governo, o fim da jornada de trabalho 6x1 deve cumprir nesta terça-feira (5) mais uma etapa da análise em ritmo acelerado da proposta. A comissão especial terá a primeira reunião para debater o plano de trabalho do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), e a convocação de lideranças políticas e sindicais para as reuniões. Além da apresentação do documento e da discussão do cronograma do colegiado, os deputados devem votar uma série de requerimentos. Estão na pauta pedidos para ouvir trabalhadores, representantes sindicais e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos. Como a CNN mostrou, também devem ser realizados debates estaduais. A expectativa do relator é votar a proposta na última semana de maio. Para isso, a comissão especial deve ter mais de uma reunião por semana. No plenário, o presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), marcou sessões para contar o prazo mínimo de análise da PEC 6x1. 

Guerra no Oriente Médio


Os Estados Unidos e o Irã trocaram ataques no Estreito de Ormuz na segunda-feira (4), segundo o chefe militar americano, colocando o cessar-fogo entre os países em xeque mais uma vez. De acordo com o almirante Bradley Cooper, chefe do Comando Central, o regime iraniano lançou “múltiplos mísseis de cruzeiro, drones e pequenas embarcações” contra navios da Marinha dos EUA e navios comerciais que estavam sendo protegidos pelos militares americanos. Já o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou nesta terça-feira (5) que a "segurança da navegação e do trânsito de energia foi comprometida pelos Estados Unidos e seus aliados por meio da violação do cessar-fogo". Trump se recusou a dizer se o cessar-fogo entre os EUA e o Irã permanece em vigor, após ambos os lados se atacarem no Estreito de Ormuz. Pressionado pelo apresentador de rádio Hugh Hewitt sobre se a trégua com o Irã havia "acabado" e se os ataques poderiam ser retomados já na noite de segunda-feira, Trump disse a Hewitt: "Bem, não posso lhe dizer isso".

Queda avião


Um dos passageiros que foi resgatado em estado grave do acidente aéreo em Belo Horizonte morreu no início da noite da segunda-feira (4). A informação foi confirmada Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais. A queda do avião, que ocorreu por volta das 12h20 de segunda, deixou um total de três mortos: o piloto, identificado como Wellington de Oliveira Pereira, de 34 anos; um homem que estava sentado no assento do copiloto, identificado como Fernando Moreira Souto, de 36, e um dos passageiros, Leonardo Berganholi Martins, 50 anos, que estava internado em estado grave, mas não resistiu. A aeronave do acidente foi fabricada em 1979 e estava com situação considerada “normal”, conforme os registros da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A classificação “normal” indica que a aeronave estava regular do ponto de vista documental e de aeronavegabilidade.
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