 • Ibovespa: -2,25% (176.219,40 pts.) • S&P 500: -1,51% (6.506,48 pts.) • Nasdaq: -2,01% (21.647,61 pts.) • Dow Jones: -0,96% (45.577,47 pts.) • Dólar: +1,84% (R$ 5,3125) • Euro: +1,59% (R$ 6,138) • Petróleo Brent (maio): +3,26% (US$ 112,19) • Ouro (abril): -0,67% (US$ 4.574,90)
Contexto: O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira (20) mais uma vez contaminado pela aversão ao risco global. O conflito no Oriente Médio e seus reflexos na economia mundial seguem como catalisadores do temor.
O rendimento dos Treasuries exibiu ganhos firmes durante tarde, com o mercado avaliando que o Federal Reserve pode ser obrigado a subir juros para conter a inflação gerada pela guerra. Operadores de contratos de juros de curto prazo precificavam nesta sexta uma chance acima de 50% de o Fed elevar a taxa em dezembro, uma mudança drástica em relação às expectativas do início desta semana de um corte.
Enquanto isso, o contrato mais líquido do Brent encerrou o pregão na máxima desde julho de 2022, após um dia marcado por volatilidade, com infraestruturas energéticas no Oriente Médio danificadas e o Estreito de Ormuz ainda em grande parte fechado.
Já o contrato futuro do ouro fechou em queda pela terceira sessão consecutiva, na maior queda semanal desde março de 2020, enquanto os investidores mantêm temores sobre uma alta inflacionária decorrente da guerra no Oriente Médio, que não apresenta perspectivas de ter fim. |
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 Diesel dispara 20% desde o início da guerra, mostram dados da ANP

O preço médio do diesel comum no Brasil chegou a R$ 7,26 nesta semana, uma alta de R$ 0,46/L na comparação com os R$ 6,80 divulgados na semana anterior. Isso representa uma alta de 6,76%.
No acumulado desde a semana encerrada em 28 de fevereiro, antes de a guerra no Oriente Médio estourar, o combustível acumula alta de 20%. Já é a terceira semana seguida de alta. Na medição anterior, o diesel comum havia subido 11,84% na margem semanal.
Para reduzir os impactos no preço dos combustíveis no Brasil, o governo zerou impostos federais e concedeu subvenção ao diesel que geraria um alívio de R$ 0,64/L nos postos para o consumidor final. Entretanto, apesar das medidas, o preço médio dos combustíveis no país segue em alta à medida que o mercado ventila temores de desabastecimento.
Diante desse cenário, a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) declarou sobreaviso nacional e determinou o aumento imediato da oferta de combustíveis no país. |
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Por Lucinda Pinto: com a guerra, risco de oferta de petróleo entra no radar

O prolongamento da guerra no Oriente Médio tem impactado o mercado de combustíveis. Além da alta de preços, o cenário pode catalisar um problema na oferta. Lucinda Pinto, analista do CNN Money, fala sobre o assunto.
🔗 Confira a análise completa |
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Segunda-feira (23/3)
Brasil 8h - FGV divulga o IPC-S (março) 8h25 - BCB divulga a Pesquisa Focus 15h - Secex/Mdic divulga a Balança Comercial Semanal Sem horário definido - CNI publica Sondagem Indústria da Construção
Zona do Euro 12h - EC divulga a Confiança do Consumidor (março)
Estados Unidos 9h30 - Fed divulga o Índice de Atividade Nacional (fevereiro) 11h - C. Bureau divulga os Gastos com Construção (janeiro) |
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