Algumas críticas sobre Train dreams, filme que saiu de mãos abanando da cerimônia do Oscar no último domingo, apontaram o que consideram ser uma beleza excessiva, exagerada. No entanto, “haveria um limite nítido além do qual o que é lindo se torna ‘estetizante’?”, indaga Eduardo Escorel em artigo na piauí. Leia aqui.