Com os mercados desmoronando, o investidor busca proteção - mas, depois da liquidez, esse é outro item que está fazendo falta em tempos de petróleo adulterando previsões num rali desenfreado. Sobrou até pro ouro, que também foi à lona. Nesse quadro de juros causando vertigens, inflação na pressão e otimismo aniquilado, aonde foi parar a blindagem? Sumiu do mapa, sem deixar vestígios. Não quer conversa no meio das explosões e ataques surpresas. A gente compreende. Melhor se esconder mesmo. Mas fomos atrás de pistas que deem algum conforto e tranquilidade ao investidor, essa figura que não desiste nunca. Achamos o caminho, com lupa de detetive e iluminada ajuda dos sábios do mercado. Suas finanças não ficarão a ver navios e petroleiros. Há vida após a disparada do petróleo. E ela fica em abrigos à prova de tudo, como o do Tesouro. E partiu, bunker do fim de semana, demorou!
|
Esse departamento também foi atingido nesses dias de caos, causando estragos - mas com itens ilesos. Com conflito no Irã e rumo ainda incerto da Selic, especialistas explicam como se posicionar nos títulos públicos. Fique mais um pouco: a gente revela os segredos e o mapa da mina.
|
Aqui é emoção exclusiva: Rinaldo Pecchio fala ainda sobre como a transmissora de energia tem investido para ampliar suas receitas sem depender do reajuste inflacionário das tarifas e sobre os riscos no sistema. Mas e a grana dos dividendos? Acelera pra entender, vai fundo.
|
Só não abuse, claro. Já o cartão de débito, por sua vez, mostra estagnação, a R$ 1 trilhão; concorrência é maior no segmento de alta renda. Pode ir de boa, mas, como diz o Copom, sempre vigilante com as expectativas ancoradas.
|
Eles nascem de algo muito mais simples e, ao mesmo tempo, mais poderoso: o olhar atento para a vida real e as necessidades que passam despercebidas. Carol Paiffer traz luz e sabedoria. Respira e vai.
|
|
|