Nordeste lidera mortes de mulheres por arma de fogo [Agência Brasil] A região Nordeste concentrou mais da metade dos assassinatos de mulheres por arma de fogo no Brasil em 2024. Os dados são do relatório “Pela vida das mulheres: o papel da arma de fogo na violência de gênero”, do Instituto Sou da Paz, divulgados neste mês da mulher. O levantamento aponta que o estado do Nordeste com o maior índice de morte de mulheres por arma de fogo é o Ceará, onde a cada dez assassinadas, quase oito são por tiro. Número ainda maior que a média da região nordeste que é de seis a cada dez. Os números do levantamento ainda mostram que, em 2024, em todo país, as principais vítimas de homicídios por arma de fogo foram mulheres com idade entre 18 e 24 anos. Além disso, as armas de fogo foram utilizadas em 47% dos homicídios de mulheres em 2024, sendo o principal meio de agressão letal a elas. Foto: Unsplash. Mais » |
Brasil registra 15 estupros coletivos por dia entre 2022 e 2025 [Folha de S. Paulo] Dados do Ministério da Saúde indicam que 22.800 casos de estupro coletivo foram cometidos entre 2022 e 2025. Casos recentes de estupros coletivos contra adolescentes, que chocaram o Brasil nos últimos dias, expõem uma realidade que especialistas descrevem como persistente, mas, na maioria das vezes, invisível. O estupro coletivo, ou seja, quando duas ou mais pessoas participam da agressão sexual, não é um evento isolado no país. Ainda segundo os dados, do total dessas agressões, 8,4 mil foram cometidas contra mulheres adultas e 14,4 mil contra crianças e adolescentes do sexo feminino. Mais » |
| [Revista Pesquisa FAPESP] Um estudo publicado na revista médica The Lancet, com dados de 1990 a 2023 em 204 países, mostra que a violência física contra mulheres e a violência sexual na infância têm impactos profundos na saúde. Em 2023, cerca de 608 milhões de mulheres no mundo já haviam sofrido violência de parceiros íntimos, enquanto 1 bilhão de pessoas relataram violência sexual na infância. Essas violências estão entre as principais causas de perda de anos de vida saudável no mundo. No Brasil, o impacto é ainda maior: a violência contra mulheres aparece entre as principais causas desse indicador, assim como a violência sexual na infância, com efeitos duradouros sobre a saúde física e mental das vítimas. Mais » |
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Quando o ataque de gênero, por Luana de Ávila e Silva Oliveira Fragomeni
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Como a Igreja interfere nos direitos reprodutivos, por Denise dos Anjos Mascarenha
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Enap abre inscrições para o curso “O protagonismo das mulheres: passos para a atuação política das mulheres em espaços de poder e decisão”
Que tal fortalecer sua atuação política ou dar os primeiros passos nesse caminho? Essa formação online e gratuita convida à reflexão sobre igualdade de gênero e a presença das mulheres em espaços de poder e tomada de decisão. O curso tem 30 horas de duração e é oferecido na plataforma da Escola Virtual de Governo. O conteúdo está dividido em três módulos: a trajetória das mulheres na política; políticas de igualdade de gênero e mecanismos de incentivo à participação feminina; e os desafios e barreiras enfrentados na ocupação desses espaços. Promovido pela Enap, com conteúdo do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o curso é aberto ao público. Inscreva-se! Mais »
Violência contra as Mulheres em Dados 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil em 2025 O relatório “Retrato dos Feminicídios no Brasil”, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em referência ao Dia Internacional da Mulher de 2026, apresenta um panorama dos feminicídios no país entre 2015 e 2025. O estudo mostra que, apenas em 2025, foram registrados cerca de 1.568 casos, evidenciando a persistência e o crescimento da violência letal de gênero no Brasil. A pesquisa revela que, em 2024, os feminicídios foram desproporcionalmente concentrados em municípios de pequeno porte. As cidades com até 100 mil habitantes reúnem 41% da população feminina, mas concentram 50% das mortes por feminicídio no país. Justamente onde a rede especializada de proteção é mais limitada. Mais » |
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