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Congelar um cérebro e fazê-lo voltar a funcionar depois do degelo não é mais apenas ficção científica. Um grupo de pesquisadores alemães conseguiu congelar tecido cerebral de camundongos de forma que os circuitos nervosos ficassem intactos e operacionais após o descongelamento, façanha descrita como inédita na área de neurociência. O trabalho abre perspectivas para aplicações médicas concretas, como teste de medicamentos, estudo de doenças neurodegenerativas e, no horizonte mais distante, preservação de órgãos inteiros para transplantes. |
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Por mais de 100 anos, cientistas têm buscado desenvolver insulina em forma de comprimido . O desafio tem sido o próprio corpo. Enzimas no sistema digestivo degradam a insulina antes que ela possa agir, e o intestino não possui uma forma natural de absorvê-la para a corrente sanguínea. Como resultado, muitos pacientes ainda dependem de injeções diárias. Mas uma equipe da Universidade de Kumamoto desenvolveu uma solução promissora. Sua abordagem utiliza um peptídeo cíclico capaz de atravessar o intestino delgado. Essa plataforma permite a administração oral de insulina de uma forma que antes não era possível. |
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Um estudo recente apresenta uma abordagem experimental para um problema cardiovascular persistente: como impedir que pacientes com fibrilação atrial, um distúrbio do ritmo cardíaco que afeta dezenas de milhões de pessoas no mundo, sofram acidentes vasculares cerebrais (AVCs). A resposta investigada pelos pesquisadores envolve um fluido magnético injetado diretamente em uma estrutura interna do coração . A técnica, por ora testada apenas em animais, abriu uma nova linha de pesquisa na cardiologia. |
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Embora todos nós façamos aniversário a cada 12 meses (nossa idade cronológica), isso nem sempre coincide com a velocidade com que nossos corpos se desgastam (nossa idade biológica). Agora, cientistas identificaram 10 marcadores sanguíneos que podem ajudar a detectar essa diferença. A esperança é que a nova técnica de análise sanguínea possa ajudar a melhorar nossa compreensão do envelhecimento biológico, além de servir como um sistema de alerta para o risco de doenças relacionadas à idade. |
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A recomendação é quase um mantra: durma oito horas por noite . Mas o que a ciência diz sobre isso? Segundo especialistas, a quantidade ideal de sono varia. Pessoas geneticamente programadas para dormir menos podem funcionar bem com seis horas sem apresentar cansaço, sintomas cognitivos ou tendência a dormir mais quando têm oportunidade. O contrário também existe: há quem precise de mais horas para manter o mesmo nível de saúde. |




