| | |  | O mercado financeiro segue a linha do bom humor nesta terça-feira, 31, em meio a informações de que a guerra no Oriente Médio pode estar próxima do fim. O Ibovespa operava em alta de 1,35% por volta das 12h30. A tese de fim da guerra acontece após rumores de que o presidente do Estados Unidos, Donald Trump, deve encerrar a ofensiva contra o Irã, conforme o jornal americano The Wall Street Journal. O mandatário republicano teria indicado a seus assessores que estaria disposto a interromper a guerra para forçar a reabertura da passagem marítima de cargas na região. O dólar recuava 0,70%, cotado a 5,23 reais, na metade do dia.
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ESTATAIS: PIOR DÉFICIT EM 11 ANOS |
|  | As estatais registraram déficit de 568 milhões de reais em fevereiro de 2026, o pior resultado para o mês desde 2015, quando o rombo foi de 827 milhões. Em relação a fevereiro do ano passado, o déficit cresceu 90%, segundo dados do Banco Central. No consolidado, o setor público teve déficit primário de 16,4 bilhões de reais no mês, ante 19 bilhões um ano antes. O governo central respondeu por um rombo de 29 bilhões, parcialmente compensado pelo superávit de 13,7 bilhões de estados e municípios. Em 12 meses, o déficit total soma 52,8 bilhões de reais, equivalente a 0,41% do PIB.
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ELEIÇÕES E FUTURO DAS CONTAS PÚBLICAS |
|  | No programa Mercado desta terça-feira, 31, apresentado por Veruska Donato, os destaques foram o novo dado do Banco Central sobre o déficit público e pesquisas eleitorais para a Presidência da República. Em meio à deterioração do quadro fiscal, o presidente Lula (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o governador goiano Ronaldo Caiado (PSD) pontuam nas sondagens para o pleito deste ano. O mercado acompanha atento os movimentos políticos na expectativa de um mandato presidencial que corte gastos e reduza a dívida pública.
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SUBSÍDIO AO DIESEL AVANÇA |
|  | Os estados do Rio Grande do Sul e Sergipe anunciaram a adesão à política de subsídio para a importação do diesel proposta pelo governo federal. A medida prevê desconto de 1,20 real no preço do litro do diesel. O valor será custeado em 60 centavos por litro pela União e 60 centavos por litro pelos estados. Ambos os governos estaduais reforçam que proposta de subvenção ao diesel importado é uma medida de caráter excepcional e temporário. A ideia é assegurar a previsibilidade dos preços e garantir o abastecimento. | | |
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PETRÓLEO DEVE FECHAR MARÇO COM ALTA MENSAL RECORDE |
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Bom dia!
O petróleo vai fechando o mês de março com alta acumulada de quase 50%, disseminando pelo globo um novo choque inflacionário. Com a cotação desta manhã, de US$ 107 por barril, a subida é de 48,88%. Confirmada a valorização, essa deve ser a maior alta mensal da história do brent. O recorde anterior foi registrado em setembro de 1990, na Guerra do Golfo, quando o barril avançou 46% no mês.
E os reflexos já chegam ao consumidor. Nos EUA, a gasolina superou a marca de US$ 4 o galão, o maior patamar desde 2022, quando os preços do petróleo dispararam por causa da invasão russa à Ucrânia. No Brasil, estados discutem como subsidiar o abastecimento de diesel, enquanto na Zona do Euro, a inflação anual subiu para 2,5% em março, a maior em mais de um ano.
Bancos centrais têm avisado que, se necessário, vão voltar a subir os juros para controlar o impacto sobre os preços. É o que disseram dirigentes do Fed, o BC americano, nesta segunda. As declarações devem seguir nesta terça-feira.
Juros altos costumam limitar o potencial de alta das bolsas. Nesta terça, porém, investidores ignoram o risco. Os futuros americanos operam em alta, acompanhados dos principais índices europeus. O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, também sobe.
É como se investidores estivessem tentando decretar o fim da guerra, apesar de todas as evidências em contrário. O Irã voltou a bombardear países da região, isso enquanto os Estados Unidos ameaçam com uma invasão por terra ao mesmo tempo em que diz que as negociações estão avançando.
A valorização desta terça, porém, não deve apagar o mês negativo para ações. O Ibovespa cai 3,32% até aqui, reduzindo a valorização de 2026 a 13,27%. O S&P 500 recua 7,78% no mês, e agora perde 7,73% no primeiro trimestre do ano. Bons negócios.
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 | | Futuros S&P 500: 0,80% Futuros Nasdaq: 0,73% Futuros Dow Jones: 0,83% *às 7h39 |
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 | | Balanços Antes da abertura: JHSF Após o fechamento: Marisa 6h: Zona do euro divulga CPI preliminar de março 8h30: BC anuncia resultado primário do setor público de fevereiro 11h: EUA publicam relatório Jolts de abertura de vagas em fevereiro 11h: EUA divulgam confiança do consumidor de março 13h: Austan Goolsbee (Fed Chicago) discursa 14h30: Ministério do Trabalho anuncia Caged de fevereiro 16h: Michael Barr (Fed) discursa 18h10: Michelle Bowman (Fed) discursa |
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 | | Índice europeu (Euro Stoxx 50): 0,56% Londres (FTSE 100): 0,65% Frankfurt (Dax): 0,71% Paris (CAC): 0,56% *às 7h41 |
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 | | Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): -0,93% Hong Kong (Hang Seng): 0,15% Bolsa de Tóquio (Nikkei): -1,58% |
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 | | Brent*: 0,57%, a US$ 108 o barril Minério de ferro: -0,78%, a US$ 105,40 por tonelada *às 7h42 |
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 | | | O Brasil precisa de R$ 4 trilhões em investimentos até 2035 para financiar a transição energética. Esta reportagem de VEJA Negócios examina os entraves para a implementação de uma agenda de baixo carbono no Brasil. |
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