As dinâmicas das casas legislativas mais vigiadas do Brasil já pesam mais na audiência nacional do que aquelas que rolam com o povo do BBB 26. Com a aprovação no Senado e na Câmara do programa Gás do Povo e de um pacote de propostas que ampliam a remuneração de servidores do Legislativo, elevando gastos federais, já viu - as preocupações fiscais retomaram os trabalhos no paredão dos grande temores dos investidores, com risco de não serem eliminados tão cedo em ano eleitoral. E assim o Ibovespa - que já sofria com a queda dos bancos e com alguns pontos do balanço do Santander - foi para uma aflitiva prova de resistência, sem direito à imunidade, num pregão de forte queda. Pra onde a gente corre mesmo para amenizar o baque? O caminho pode incluir ouro e dólar, mas temos alternativas em papéis resistentes a essas oscilações enlouquecedoras. Em dia de fogo no parquinho, não se pode virar planta nunca. Siga as estratégias abaixo. |
Nesses dias de tensões em tudo quanto é canto, sobrou até pro ouro, coitado, mas, pelo jeito, não por muito tempo. A queda acentuada do ouro e da prata reflete desmonte de posições altamente alavancadas, enquanto bancos centrais seguem sustentando o metal no longo prazo. Se você estiver desmontando com tudo isso (👊), entre aqui abaixo para se recompor.
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No que miram os bancos e as corretoras? Eles reforçam a aposta em ações com caixa previsível e dividend yield elevado para renda recorrente. A lista sai do forno para você degustar com gosto - sua carteira pode agradecer.
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Começou a temporada de ROEs, PDDs, NPLs e todas aquelas siglas saborosas. No caso do Santander, abrindo os trabalhos do 4T25, o lucro cresceu 6% em um ano, mas deterioração de indicadores de crédito e Selic pesaram na leitura do mercado - de um jeito que derrubou as ações. Resumo dessa história acachapante no balanço do balanço. 👇
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Correndo pra BlackRock: gestora cria programa de participação nos lucros e endurece regras para evitar saída de talentos em meio à corrida pelos mercados privados. Imagine esses lucros - quer dizer, não precisa imaginar mais não que a gente revela essa matemática.
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Einar, o guru dos levantamentos, avisa: com valorização de quase 100% no triênio, o banco brasileiro se consolida como o melhor remunerador entre instituições com ativos acima de US$ 100 bilhões. Se cuida, BlackRock.
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