| PUBLISHNEWS, REDAÇÃO, 03/02/2026 Uma cidade italiana ainda pouco explorada pelos brasileiros ganhou nova chance a partir do sucesso de A amiga genial (Intrínseca) romance da escritora Elena Ferrante, eleito livro do século em 2024 pelo The New York Times. A história de amizade de Lila e Lenu elevou a cidade de Nápoles a destino literário. De 2 a 11 de outubro de 2026, a jornalista Isabela Discacciati e a escritora e mediadora de clubes de leitura Luciana Gerbovic irão acompanhar um grupo a Itália para a segunda edição da viagem literária "A Nápoles de Elena Ferrante". O roteiro de dez dias foi pensado para quem se emocionou com a tetralogia napolitana e sempre quis visitar a cidade. A iniciativa é um projeto em conjunto com o centro cultural Escrevedeira, de São Paulo, e a agência de viagens Accetur. Discacciati publicou em 2024, pela editora Bazar do Tempo, o livro Para além das margens, a Itália de Elena Ferrante. Clique no Leia mais para saber como participar.
PUBLISHNEWS, REDAÇÃO, 03/02/2026 A partir da leitura atenta de Frankenstein, ou o Prometeu Moderno, romance gótico-filosófico publicado em 1818 por Mary Shelley (1797-1851), o curso Frankenstein: o romance de Mary Shelley e suas adaptações, a ser realizado no Museu da Imagem e do Som (MIS-SP) em fevereiro, propõe uma análise do contexto histórico, cultural e literário da obra e de seu impacto duradouro na cultura popular. O percurso se desdobra no estudo das principais adaptações do livro para o cinema e a televisão, examinando as escolhas narrativas, discursivas e estéticas adotadas por diferentes cineastas ao longo de mais de um século. Interessou? Leia a nota completa e veja como participar.
PUBLISHNEWS, REDAÇÃO, 03/02/2026 Em O último dia da vida anterior (Todavia, 120 pp, R$ 72,90, traduzido por Fabiane Secches), de Andrés Barba, uma corretora imobiliária prepara uma casa vazia para a visita de alguns compradores. Dedicada, sempre busca encontrar o proprietário perfeito para cada imóvel e orgulha-se de conseguir perceber o clima interior das casas, sentir sua história particular. Um dia, enquanto percorre uma mansão vazia à espera de novos moradores, depara-se na cozinha com um menino de sete anos que não pisca. A aparição se repete, e a mulher acaba deixando para trás seu mundo cotidiano ― e, como a Alice de Lewis Carroll, atravessa o espelho. O que há do outro lado é um tempo suspenso, um ciclo e uma vida. Se no cotidiano ela é uma mulher de meia-idade, filha de um cabeleireiro e casada há dois anos com um homem mais velho por quem não sente mais atração, neste novo capítulo temporal as coisas não parecem ser tão fixas. A criança espera algo dela ― isso ela sente. Aos poucos, desenvolve-se entre os dois uma dependência perturbadora, que mudará para sempre a vida da mulher.
PUBLISHNEWS, REDAÇÃO, 03/02/2026 Em 1986, o mundo aguarda a passagem do cometa Halley. No Brasil, a redemocratização está em curso após 21 anos de ditadura militar. É esse o contexto da estreia literária de Maria Brant, um romance de formação sobre o complexo processo de luto e uma jornada de autodescoberta. No período de janeiro a dezembro, O ano do cometa (Fósforo, 160 pp, R$ 84,90) mapeia a dor e a busca pelo significado de assuntos não ditos, mas captados pela percepção infantil de três meninas: Íris, Rosa e Violeta. Íris tem onze anos e, em meio às excentricidades da mãe e ao silêncio do pai, lida com a dor da perda de seu tio Peu. A procura por rastros e explicações se manifesta em detalhes: a cicatriz na testa em código morse, as lembranças do tio surfista e sonhador, os cadernos em cirílico do bisavô astrônomo e os fragmentos de história da família que parecem flutuar entre o que é real e obscuro, assim como os acontecimentos que ainda pairam pela história recente do país. O luto que ronda a família se expressa em Rosa de maneira diferente. O sentimento de não pertencimento, o novo país, o retorno de um exílio que ela não sabia que vivia se refletem num vazio preenchido com a compreensão do ciclo da vida e a superação dos medos — sejam eles de aranhas, do mormaço ou de uma iminente catástrofe nuclear pós-Chernobil.
PUBLISHNEWS, REDAÇÃO, 03/02/2026 Grace, Isa e Everett costumavam ser um trio inseparável, até que suas vidas amorosas se transformaram em uma completa confusão. Para começar, Grace está secretamente apaixonada por Everett, que já namorou Isa, antes de partir seu coração no que ficou conhecido como “ruptura do primeiro ano”. E, como se não bastasse, ninguém sabe que Isa tem passado tempo com James, o irmão de Grace — e, se Grace descobrir, a amizade delas pode estar em risco. Com a formatura se aproximando rapidamente, Grace decide que matar um dia de aula na Filadélfia pode ser exatamente o que eles precisam para consertar tudo. Em Enquanto somos jovens (Rocco, 336 pp, R$ 74,90, traduzido por Juliana Romeiro), livro de K. L. Walther em pré-venda no Brasil, tudo o que ela precisa fazer é convencer Isa a ajudá-la a “sequestrar” Everett e despistar James, que tem certeza de que a irmã está aprontando alguma coisa. Em um dia épico que inclui subir correndo as famosas escadarias do filme Rocky — o Lutador, provar os melhores sanduíches de carne com queijo da Filadélfia e até invadir um casamento, seus segredos estão destinados a colidir.
PUBLISHNEWS, REDAÇÃO, 03/02/2026 Em uma tentativa de enterrar seu passado sombrio Kier Templer, a protagonista de O parque (Rua do Sabão, 412 pp, R$ 89,90, com tradução de Isabela Figueira), romance escrito por Sarah Pearse, abandona sua cidade natal para viver na estrada. No entanto, durante uma viagem a um parque em Portugal, ela desaparece sem rastros. A detetive Elin Warner chega ao mesmo lugar determinada a encontrar um pouco de paz e descanso na vastidão selvagem do parque. Em vez disso, se vê envolvida no desaparecimento de Kier e diante de um intrigante mapa que ela deixou para trás. Os poucos moradores de um acampamento isolado se fecham para as perguntas da detetive e, à medida que a natureza exuberante se torna cada vez mais hostil, Elin percebe que há algo ameaçador naquele paraíso. Agora, ela está disposta a desvendar o que realmente aconteceu com Kier, mas quem segue uma pista... também pode estar sendo seguido.
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