04 fevereiro, 2026

ICL Notícias

 

DESTAQUES

Piloto expõe voos de esquema do PCC, diz que transportou Toffoli e volta a citar políticos

Mauro Mattosinho transportava regularmente uma dupla que, segundo a PF e o MPSP, liderava um mega-esquema de lavagem de dinheiro que atendia ao PCC

Mauro Caputti Mattosinho, 38 anos, piloto que transportava regularmente uma dupla que, segundo o Ministério Público de São Paulo e a Polícia Federal (PF), liderava um mega-esquema de lavagem de dinheiro que atendia ao PCC, concedeu, nesta quarta-feira (4), uma entrevista exclusiva ao ICL Notícias – 1ª edição.

Mattosinho trabalhava na empresa de Táxi Aéreo Piracicaba (TAP) onde atuava como piloto de Roberto Augusto Leme da Silva, Beto Louco, e Mohamad Hussein Mourad, o “Primo”, apontados, pelo Ministério Público de São Paulo e a Polícia Federal, como chefes do esquema criminoso do PCC que envolve a gestão de fundos de investimentos na Faria Lima para lavagem de dinheiro do crime organizado e fraudes fiscais bilionárias no setor de combustíveis.(...)


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NOTÍCIAS DO DIA

MP Militar diz que Bolsonaro tem descaso pela dignidade humana e pela fidelidade à pátria

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Deputada propõe reduzir jornada de professores do ensino básico para 30 horas semanais

‘Descançar’: monitor erra grafia de comandos na estreia de escola cívico-militar em SP


REVISTA LIBERTA

A trajetória do jovem advogado da CUT que chegou à Suprema Corte


Atuação de Toffoli no STF em casos como do banqueiro Daniel Vorcaro turva ambiente institucional


O dia 30 de setembro de 2009 foi, talvez, o mais importante da vida de José Antônio Dias Toffoli. Sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, teve seu nome aprovado com um folgado placar e enfrentou o plenário da Câmara Alta com bastante galhardia. Naquele dia, com os votos favoráveis de 58 senadores, foi aprovado com folga de 17 votos para integrar o corpo de ministros do STF.(...)


Leia mais na coluna de Fábio Pannunzio

Desafio da esquerda não é apenas resistência, mas reconstrução


Prosperidade não pode ser tabu, precisa ser disputada como projeto coletivo, e não abandonada à retórica individualista da direita


É importante refletir sobre um dado da pesquisa que indica maior proximidade com a direita entre pessoas de menor renda e escolaridade, enquanto os estratos mais ricos e escolarizados tendem a se identificar mais com a esquerda. Em primeiro lugar, é preciso destacar que esse não é um fenômeno isolado do Brasil(...).


Leia mais na coluna de Sâmia Bomfim


ARTIGOS EXCLUSIVOS

Algoritmos e desigualdade: entenda o que é algoritmo na internet e como ele afeta a justiça social


Mais do que fórmulas matemáticas, os algoritmos são ferramentas de poder.

Na separação dos Três Poderes, o que é Poder Judiciário?


Entender o que é Poder Judiciário é um dever democrático de todos que ficou mais difícil com a campanha de difamação da extrema-direita.

CURIOSIDADE

04 de fevereiro – Nascimento de Rosa Park

Há 111 anos nascia em Tuskegee, no Alabama, Rosa Louise McCauley Parks, conhecida mundialmente como Rosa Parks — figura central na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos.


Seu nome entrou para a história a partir de um gesto simples e poderoso, capaz de confrontar toda uma estrutura de segregação racial: um “não”.


Em 1955, Rosa Parks embarcou em um ônibus e se sentou no espaço reservado a pessoas negras. Quando o veículo ficou cheio, o motorista exigiu que ela cedesse o lugar a um passageiro branco. Ela se recusou.


O ato desencadeou o boicote aos ônibus de Montgomery, uma mobilização que durou mais de um ano e pressionou a Justiça a declarar inconstitucionais as leis de segregação.


Rosa Parks tornou-se símbolo de dignidade e resistência. Seu legado inspira gerações e lembra que, apesar dos avanços, o combate ao racismo segue sendo uma luta cotidiana.

COLUNA ICL


Ser branco no Brasil: entre o desejo da França, o medo do Haiti e o triste fim


Eis a doença dos brancos do sul, como eu, miseravelmente cindidos entre aquilo que queríamos ser e nunca seremos e aquilo que nos apavora: o galo cantando no ombro dos rebeldes pretos caribenhos


Aos brancos, como eu.


Analisando certa feita vários livros didáticos de História para emitir um parecer, constatei que a Revolução Haitiana dos negros escravizados continuava sendo ensinada (quando era) de forma periférica nas nossas escolas.


A rigor, uma pergunta central deve ser feita: por que é que os entusiastas da Revolução Francesa e da ideia dos direitos universais do homem se apavoraram com a Revolução do Haiti?(...)


Leia mais na coluna de Luiz Antonio Simas