03 fevereiro, 2026

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Terça-feira, 03 de fevereiro de 2026

A captura do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, completa um mês nesta terça-feira (3). Desde então, a ação tem desencadeado mudanças na política e na economia do país; na capital federal, o Ministério Público Militar deve pedir hoje ao Supremo Tribunal Militar a expulsão das Forças Armadas do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros quatro militares de alta patente; na CPMI do INSS, o deputado Alfredo Gaspar, relator do caso, pediu a quebra de sigilo fiscal de Lulinha, filho do presidente Lula; nos EUA, o ex-presidente Bill Clinton e sua esposa, Hillary Clinton vão depor em uma investigação sobre o caso Epstein; em São Paulo, o Palmeiras anunciou a rescisão do contrato de patrocínio com a holding financeira Fictor.

Captura de Maduro


Há exatamente um mês, bombardeios em Caracas e em cidades próximas à capital venezuelana acordaram a população. Instalações militares, como o quartel Fuerte Tiuna e a Base Aérea La Carlota foram alvos dos ataques simultâneos, iniciados cerca de duas da manhã do horário local. Horas depois, Donald Trump confirmou a operação de grande escala e a captura do ditador Nicolás Maduro. Preso com sua esposa, Cilia Flores, Maduro foi retirado de Caracas, levado para Nova York e apresentado ao tribunal dois dias depois, sob acusação de narcoterrorismo, tráfico de drogas, armas e conspiração. Ambos se declaram inocentes. Na Venezuela, a ação norte-americana tem, desde então, reorientando a política e a economia do país vertiginosamente.

Plano de impacto


O Ministério Público Militar deve enviar hoje ao STM (Superior Tribunal Militar) um pedido de expulsão das Forças Armadas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros quatro militares de alta patente condenados por tramar um plano de golpe. Com a representação acolhida, a Corte vai decidir se Bolsonaro e os generais e ex-ministros Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, além do almirante Almir Garnier são considerados “indignos” e “incompatíveis” para permanecer nas Forças Armadas. O processo no STM costuma ter tramitação rápida, em torno de seis meses. O tribunal nunca analisou pedidos de perda de patente por crimes contra a democracia. Também jamais expulsou generais condenados.

CPMI do INSS


O deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL), relator da CPMI do INSS, pediu ontem a quebra do sigilo fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. "A necessidade de investigar Fábio Luís decorre diretamente de mensagens interceptadas em que Antônio Camilo, ao ser questionado sobre o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta Luchsinger, responde tratar-se do "filho do rapaz", diz o relator em sua justificativa. Ele afirma ainda que "a Polícia Federal aponta que essa é uma referência direta a Lulinha, sugerindo que Roberta atuaria como intermediária financeira para o repasse de vantagens indevidas" e que "o grau de interferência e a tentativa de obstrução de justiça tornam-se nítidos.

Caso Epstein


O ex-presidente dos EUA, Bill Clinton e a ex-candidata à presidência em 2026, Hillary Clinton vão depor em uma investigação do Congresso sobre o caso Jeffrey Epstein, disse um assessor nesta segunda-feira (2). A decisão pode evitar uma votação que estava programada na Câmara dos Representantes, controlada pelos republicanos, para considerar os democratas em desacato, o que poderia levar a acusações criminais. Os Clinton haviam se oferecido para cooperar com o comitê, mas se recusaram a comparecer pessoalmente, afirmando que a investigação era um exercício partidário visando proteger Donald Trump. Ontem, ao conversar com repórteres, Trump afirmou que o Departamento de Justiça deveria se dedicar a outros assuntos após a divulgação dos arquivos de Epstein.

Fabricante


O Palmeiras anunciou a rescisão do contrato de patrocínio com a Fictor , holding financeira que entrou com pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de SP. O patrocínio teve início em março de 2025, e a Fictor estampava sua marca nas costas dos uniformes dos times profissionais masculino e feminino, além de ocupar o espaço máster nas camisas das categorias de base. Na ocasião da assinatura, o Palmeiras divulgou que o acordo previa pagamento de R$ 30 milhões por temporada, com duração de três anos. O clube justificou a rescisão por "inadimplemento contratual e do pedido de recuperação judicial realizado pelo grupo".
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