15 fevereiro, 2026

ACAM Portinari \ Newsletter Fevereiro 2026

 

Imagem com identidade visual institucional da ACAM Portinari. Na parte superior, sobre fundo claro, aparece o logotipo da ACAM Portinari acompanhado da inscrição Organização Social de Cultura. Ao centro, uma fotografia em destaque mostra uma jovem de perfil, usando óculos de armação escura, segurando um tablet na posição horizontal com as duas mãos. Ela observa atentamente a tela do aparelho, que exibe uma imagem colorida. A cena é iluminada por luz natural suave, com fundo desfocado em tons claros, sugerindo ambiente interno. Nas laterais da composição, aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual da organização, e na base uma faixa amarela reforça a paleta institucional.

Nota 10 em transparência para os museus da ACAM Portinari

A transparência digital dos museus geridos pela ACAM Portinari alcançou reconhecimento máximo. Os sites das instituições receberam nota 10 na última avaliação do Índice de Transparência (IT), realizada pela Assessoria de Monitoramento e Governança de Dados Culturais da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

O Índice considera se os sites cumprem as exigências previstas nos contratos de gestão e nas normas do Governo do Estado, além das regras estabelecidas pelos órgãos de controle. Em outras palavras, avalia se as informações obrigatórias estão disponíveis de forma clara, atualizada e acessível ao público.

No Brasil, a transparência é um princípio garantido pela Constituição e por leis que asseguram ao cidadão o direito de acessar dados de órgãos públicos e de instituições que recebem recursos públicos. Tornar essas informações visíveis e organizadas é parte essencial da gestão responsável e do compromisso com a sociedade.

A avaliação examinou informações disponíveis ao público sobre governança institucional, contratos de gestão, relatórios financeiros auditados, processos seletivos, compras e contratações, programação cultural, acessibilidade e canais de contato. Também foram verificados links para o Portal da Transparência na Cultura, para o Fala SP e para o Sistema de Informação ao Cidadão.

A nota máxima reflete um trabalho contínuo de organização e atualização das informações públicas, fortalecendo a gestão responsável e a relação de confiança com a sociedade.

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Imagem com identidade visual do Museu Casa de Portinari. Na parte superior, sobre fundo claro, aparece o logotipo do Museu com o nome “museu casa de portinari”. Ao centro, uma fotografia noturna mostra três integrantes do Corpo de Bombeiros ajoelhados sobre o piso externo, utilizando uniformes escuros com faixas refletivas e capacetes laranja. Um deles tem a inscrição “SÃO PAULO” nas costas. Os profissionais realizam atendimento simulado a uma vítima posicionada no chão, utilizando equipamentos de resgate. Ao fundo, é possível ver o muro e a fachada iluminada do Museu, com luz amarelada. Nas laterais inferiores da composição, aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual institucional.

Segurança e prevenção na prática

Proteger um patrimônio histórico também exige preparo constante diante de situações imprevistas. Por isso, o Museu Casa de Portinari realizou no início deste ano uma simulação de emergência com foco no aprimoramento das práticas de segurança e prevenção.

A atividade contou com a participação da Defesa Civil Municipal, do Destacamento da Polícia Militar de Brodowski (SP), do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de Batatais (SP) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), além das Defesas Civis de Serrana e Serra Azul como observadoras. O exercício simulou diferentes cenários de risco, como evacuação de áreas, atendimento de primeiros socorros, resgate de vítimas e evacuação da coleção museológica, permitindo testar protocolos e avaliar tempos de resposta.

A iniciativa integra as estratégias permanentes de gestão, conservação e preservação do Museu, com ênfase na proteção do público, dos colaboradores e do patrimônio histórico. A movimentação pôde ser acompanhada a partir da praça Candido Portinari, reforçando a importância da cultura de segurança em espaços culturais.

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Imagem com identidade visual do Auditório Claudio Santoro e do Museu Felícia Leirner. Na parte superior, sobre fundo claro, aparecem os logotipos das duas instituições, lado a lado. Ao centro, uma fotografia mostra um grupo de crianças reunidas ao ar livre, em meio à vegetação abundante do jardim do Museu. Elas estão de costas, formando um semicírculo ao redor de uma educadora que segura um material de apoio nas mãos. À frente do grupo, destaca-se uma escultura em bronze integrada à paisagem. O ambiente é cercado por árvores e plantas de diferentes espécies, reforçando o diálogo entre arte e natureza. Nas laterais inferiores da composição, aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual institucional.

Agendamento aberto para visitas educativas escolares

O Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro estão com agendamento aberto para o projeto “Escola Vem ao Museu”, iniciativa que aproxima estudantes dos espaços culturais. A proposta contempla visitas ao acervo, palestras para professores e atividades voltadas aos estudantes, articulando o currículo escolar às ações desenvolvidas pelo Núcleo Educativo.

As visitas educativas apresentam um panorama dos espaços culturais, da coleção de esculturas, do patrimônio natural e dos patronos das instituições, promovendo contato qualificado e experiência cultural significativa. O Portfólio de Atividades organiza-se em três eixos temáticos: artes, música e meio ambiente, ampliando o diálogo entre educação formal e não formal ao longo do ano.

O agendamento deve ser realizado pelo formulário disponível no site, na opção “Visita Escolar”. É obrigatório enviar toda a documentação solicitada. Mais informações pelo número (16) 98186-0365.

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Imagem com identidade visual do Museu Índia Vanuíre. Na parte superior, sobre fundo claro, aparece o logotipo da instituição com o nome “Índia Vanuíre” e a identificação “Museu Histórico e Pedagógico”, acompanhado de elemento gráfico em vermelho que remete a traços indígenas. Ao centro, uma fotografia mostra uma mão segurando um smartphone na posição vertical. Na tela, está aberta a página do canal do Museu Índia Vanuíre no YouTube, com o nome da instituição, botão de inscrição e miniaturas de vídeos. O fundo é neutro e claro, mantendo o foco no aparelho. Nas laterais inferiores, aparecem padrões gráficos discretos da identidade visual, e na base uma faixa vermelha reforça a paleta institucional.

Memória, saberes e histórias para assistir quando quiser

Você já conferiu os conteúdos do Museu Índia Vanuíre no YouTube? O canal da instituição reúne vídeos que ampliam a experiência para além da visita presencial e mantêm vivas histórias, memórias e saberes compartilhados ao longo dos anos.

Por lá, é possível assistir aos depoimentos da série “Voz da Memória”, como os relatos de Gerson Cecílio Damaceno e Tamimi Borsatto, além dos vídeos curtos sobre o projeto “Saberes e Fazeres Indígenas”, com recortes sobre práticas culturais. A série “Histórias não Contadas” também integra a programação, trazendo episódios sobre a contribuição dos imigrantes na construção da cidade de Tupã.

O canal ainda disponibiliza transmissões de eventos, como o EPQIM, vídeos educativos voltados ao público em geral e conteúdos que apresentam curiosidades do acervo. É um espaço digital que conecta memória, educação e cultura, acessível a qualquer momento.

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Imagem com identidade visual do Museu das Culturas Indígenas. Na parte superior, sobre fundo claro, aparece o logotipo da instituição acompanhado de elemento gráfico em vermelho. Ao centro, uma fotografia mostra uma mesa composta por representantes indígenas e autoridades durante uma audiência pública, sentados diante de plateia numerosa em auditório. Ao fundo, há projeção com informações sobre o Plano Estadual de Cultura dos Povos Indígenas e a marca do Governo do Estado de São Paulo. Parte do público utiliza adereços tradicionais. Na lateral esquerda, aparece o crédito fotográfico “Foto por Denilson Araújo/SLJ”. Padrões gráficos discretos nas laterais inferiores dialogam com a identidade visual institucional.

Audiência pública consolida Plano de Cultura Indígena em SP

O Governo do Estado de São Paulo realizou, com articulação do Museu das Culturas Indígenas (MCI), a audiência pública do Plano Estadual de Cultura dos Povos Indígenas, etapa decisiva para a consolidação do documento que orientara políticas públicas voltadas à valorização, ao fortalecimento e à garantia dos direitos culturais indígenas no estado.

audiência, realizada em formato híbrido, marcou a terceira etapa do processo participativo. O encontro reuniu representantes do governo estadual, do Ministério Público Federal e lideranças indígenas de diferentes etnias, além de integrantes do Conselho Estadual dos Povos Indígenas (Cepisp) e do Conselho Indígena Aty Mirim. Durante o evento, foram destacadas a importância da escuta nos territórios, a condução colaborativa do plano e a transformação de reivindicações históricas em diretrizes concretas.

O plano é estruturado em três macroprogramas: Memórias, Identidades e Fortalecimento das Culturas Indígenas; Sustentabilidade e Economia Criativa; e Gestão e Participação Social. Com a consolidação das contribuições apresentadas na audiência, o documento será encaminhado para institucionalização por decreto, tornando-se uma política pública permanente e aberta ao aprimoramento contínuo.

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Edição 186  Ano 16  Fevereiro 2026
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