 - Ibovespa: -0,46% (164.799,98 pts.)
- Dólar: -0,16% (R$ 5,3647)
- Euro: -0,24% (R$ 6,246)
- Petróleo Brent (março): -0,3% (US$ 63,94)
- Bitcoin: -0,83% (US$ 94.833,36)
- Ouro (fevereiro): +1,61% (US$ 4.670)
Contexto: O Ibovespa fechou perto da estabilidade nesta segunda-feira (19), após ter testado os 166 mil pontos na semana passada, em um pregão de liquidez reduzida pela ausência de negociações nas bolsas dos Estados Unidos.
O dólar, por sua vez, encerrou em leve baixa frente ao real, acompanhando o viés negativo da moeda no exterior após novas ameaças tarifárias do governo Trump contra a Europa.
As bolsas de Nova York não operaram nesta segunda-feira em razão do feriado do Dia de Martin Luther King.
O petróleo fechou em queda, com o mercado avaliando o aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos à União Europeia, em meio à disputa envolvendo a Groenlândia. E os preços do ouro e da prata dispararam para recordes históricos após novas ameaças tarifárias do presidente norte-americano, Donald Trump, à Europa. |
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 Europa vai acionar G7 para coordenar reação às ameaças de Trump por Groenlândia

Autoridades europeias passaram a enfatizar o papel do G7 como Fórum de coordenação diante da escalada de tensões comerciais provocada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ameaçou impor tarifas a países europeus caso não haja concordância com a venda da Groenlândia aos EUA.
Segundo a DW, o vice-chanceler e ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil, afirmou que a Europa responderá de forma coordenada. "Não vamos nos deixar chantagear", declarou, acrescentando que os países europeus estão "preparando contramedidas junto com os parceiros".
Para ele, a postura de Trump representa uma sucessão de choques e "o limite foi alcançado".
Em coletiva de imprensa conjunta com Klingbeil, o ministro da Economia da França, Roland Lescure, classificou a ameaça tarifária como "chantagem", algo que considerou "obviamente inaceitável". Lescure destacou ainda que os ministros das Finanças do G7 devem se reunir nos próximos dias para discutir a resposta ao governo norte-americano, ressaltando que os europeus precisam permanecer prontos para usar "todos os instrumentos" disponíveis. |
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Europeus viram necessidade de investir em defesa, afirma Bueno

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (17) uma tarifa de 10% sobre os países que enviaram tropas à Groenlândia para exercícios militares na Operação Arctic Endurance, após o republicano ameaçar anexar a ilha. Gilvan Bueno, colunista do CNN Money, comenta a tensão entre os EUA e a Europa.
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Terça-feira (20/1)
Brasil 9h - IBGE divulga o PMS: Volume de Serviços mensal (novembro) 9h - IBGE divulga o PMS: Volume de Serviços mensal anual
Estados Unidos 10h30 - BLS divulga o CPI mensal (dezembro) 10h30 - BLS divulga o CPI anual 10h30 - BLS divulga o CPI: Núcleo mensal (dezembro) 10h30 - BLS divulga o CPI: Núcleo anual 12h - C. Bureau divulga as Vendas de Moradias (outubro) 16h - Tesouro divulga o Resultado Fiscal Mensal
China 00h - NBS divulga as Exportações anuais (dezembro) 00h - NBS divulga as Importações anuais (dezembro)
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Segunda-feira, 19 de janeiro de 2026As tarifas anunciadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, contra países europeus que se opõem à anexação da Groenlândia podem ter um efeito colateral positivo para o acordo entre Mercosul e UE; no Irã, o presidente Masoud Pezeshkian afirmou ontem que qualquer agressão contra o líder supremo seria considerada uma "guerra total"; em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial de 2026 começa hoje e contará com a presença do presidente dos EUA; em Portugal, António José Seguro e André Ventura vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais; de volta ao Brasil, morreu ontem o Raul Jungmann, ex-ministro da Defesa e ex-ministro da Segurança Pública no governo Temer. |
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Novas tarifas de Trump
As tarifas anunciadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, contra países europeus que se opõem à anexação da Groenlândia não só reacenderam as tensões comerciais globais, mas também podem ter um efeito colateral relevante: aumentar o apoio ao acordo entre Mercosul e UE, justamente no momento em que o texto entra na fase mais sensível de aprovação no Parlamento Europeu. Ao usar tarifas como instrumento de pressão geopolítica, Washington empurra a Europa para uma lógica defensiva. Parlamentares europeus já falam abertamente em rever ou até suspender o acordo comercial com os Estados Unidos, enquanto a Comissão Europeia prepara medidas de retaliação tarifária a partir de fevereiro, caso não haja recuo americano. |
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Tensão no Irã
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou neste domingo (18) que qualquer agressão contra o líder supremo do país seria considerada uma "guerra total" contra o Irã. O alerta é feito após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter pedido uma nova liderança para o Irã. Ele acrescentou que qualquer agressão contra o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, "equivale a uma guerra total contra a nação". No sábado (17), Trump pediu uma nova liderança para Teerã após Khamenei tê-lo chamado de "criminoso" por apoiar os protestos antigovernamentais. Segundo relatório publicado pelo jornal britânico The Sunday Times, o número de manifestantes mortos nos protestos realizados no país pode ultrapassar 16.500. |
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Davos 2026
O Fórum Econômico Mundial de 2026 começa hoje sob a sombra de um grande paradoxo. Os dados “frios” mostram que o motor da economia global segue resiliente, mas o óleo dessa máquina parece estar secando. A elite que desembarca em Davos traz na bagagem a leitura clara de que o mundo é hoje um lugar muito menos cooperativo do que há apenas um ano. O calendário oferece uma pista óbvia para esse pessimismo. Amanhã, 20 de janeiro, marca exato um ano do retorno de Donald Trump à Casa Branca. A presença do presidente americano personifica a mudança profunda nas engrenagens globais. Mas os números do relatório do WEF revelam que o buraco é mais embaixo. Para 85% dos membros de conselhos empresariais ouvidos pelo Fórum, há “menos” ou “muito menos” cooperação hoje, e em especial no comércio e temas relacionados ao fluxo de capital. |
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Eleições em Portugal
António José Seguro e André Ventura vão disputar o segundo turno da eleição presidencial de Portugal. Com 98% das urnas apuradas neste domingo (18), Seguro liderava com 30,87% dos votos, seguido por Ventura, com 23,79%. Essa é a primeira vez em 40 anos que Portugal precisará de uma segunda votação para eleger um novo presidente. O segundo turno está provisoriamente marcado para 8 de fevereiro. A presidência é um cargo em grande parte cerimonial no país, mas detém alguns poderes importantes, incluindo, em certas circunstâncias, o de dissolver o Parlamento, convocar eleições parlamentares antecipadas e vetar legislações. Veja quem são os candidatos que vão disputar o segundo turno das eleições de Portugal. |
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Raul Jungmann
Morreu neste domingo (18) Raul Jungmann, que chefiou os ministérios da Defesa e da Segurança Pública no governo de Michel Temer, aos 73 anos. O ex-ministro faleceu no Hospital DF Star, em Brasília. Jungmann estava internado na unidade, submetido a um tratamento contra um câncer no pâncreas. Sua última função pública foi como diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração. Em comunicado, o Ibram disse que o velório do ex-ministro ocorrerá em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos. Jungmann também foi ministro do Desenvolvimento Agrário (1999-2002) no governo de Fernando Henrique Cardoso, o FHC (PSDB). Natural de Pernambuco, foi deputado federal pelo estado e vereador de Recife. |
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5%É a porcentagem de crescimento da economia chinesa em 2025. Resultado atinge a meta oficial estabelecida pelo governo para o período. Leia mais |
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 "Essas ameaças não atingem apenas candidatos, mas comprometem a própria legitimidade das instituições democráticas. Diante desse cenário, a atuação do MP Eleitoral tem sido pautada por ações preventivas."Paulo Gonet, procurador-geral da República, à CNN Brasil, sobre a influência do crime organizado e a disseminação de fake news no processo eleitoral. Leia mais |
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O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) informou ontem que, dos 800 mil investidores do Banco Master, até o momento, cerca de 369 mil registraram a solicitação de reembolso. O pagamento dos valores começa hoje. Assista |
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