| Trump diz que acordo com Pequim está em "boa forma" e que visitará China |
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (5) que as discussões comerciais com a China continuam em andamento e estão em boa forma, acrescentando que ele espera ir à China em algum momento.
Falando a repórteres após uma ligação com o presidente chinês, Xi Jinping, Trump disse esperar que Xi também visite os EUA. |
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BOLSA E DÓLAR NESTA QUINTA-FEIRAO desempenho dos mercados hoje. Veja aqui |
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O dólar à vista e o Ibovespa fecharam em queda nesta quinta-feira (5), conforme os investidores reagiam à notícia de um telefonema entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, com dados da maior economia do mundo no radar. O dólar à vista caiu 1,03%, a R$ 5,5871 na venda. Já o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, teve queda de 0,56%, a 136.236,37 pontos, pressionado principalmente por bancos e com Hapvida na ponta negativa. |
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BALANÇA COMERCIAL, AGRICULTURA, EXPORTAÇÕES Macroeconomia |
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A balança comercial brasileira fechou maio de 2025 com superávit de US$ 7,2 bilhões, o menor em três anos, segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), divulgadas nesta quinta-feira (5).
O Banco do Brasil captou US$ 100 milhões em uma operação com prazo de dois anos para financiar a agricultura sustentável.
As exportações brasileiras de carne de frango e miudezas caíram 12,9% em valor e 14,4% em volume em maio, segundo dados da balança comercial divulgados nesta quinta-feira. A queda foi atribuída à gripe aviária, que levou 38 países a imporem restrições sanitárias ao produto nacional, de bloqueios totais a limitações regionais.
A percepção de risco no sistema financeiro brasileiro passou a ser dominada pelo cenário internacional, superando, pela primeira vez desde 2023, as preocupações com a política fiscal.
O segmento de saúde suplementar alcançou a marca de 52,3 milhões de beneficiários de planos de assistência médica em abril, alta anual de 1,9%, segundo relatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), divulgado nesta quinta-feira. |
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VISA, BRF, SUZANO Negócios |
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A Visa anunciou nesta quinta-feira (5) uma nova empresa no Brasil focada em soluções digitais de movimentação financeira, de olho na fatia do Pix no mercado. A Visa Conecta aposta em uma experiência de pagamento simplificada, eliminando a necessidade de redirecionamento para aplicativos bancários.
A empresa de alimentos BRF está confiante de que o Brasil conseguirá retomar as exportações de frango para alguns destinos em questão de dias, já que as autoridades conseguiram conter até agora um foco de gripe aviária em uma granja comercial no Sul.
A Suzano, maior produtora mundial de celulose, e a Kimberly-Clark, uma das maiores empresas de produtos de higiene e cuidado pessoal do mundo, anunciaram nesta quinta-feira que fecharam um acordo para operar uma joint venture no ramo de papéis sanitários, conhecidos como tissue. |
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RATING S&P mantém nota de crédito do Brasil em BB com perspectiva estável |
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Menos de uma semana após a Moody's revisar a perspectiva positiva para estável na nota soberana do Brasil de "Ba1", a agência de classificação de risco S&P Global Ratings informou nesta quinta-feira (5) que mantém o rating do País em BB, com perspectiva estável.
Isso significa que a empresa não espera mudanças significativas no rating doméstico num período de aproximadamente dois anos. |
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CRÍTICAS ▸Ações da Tesla despencam 14% com crescente disputa entre Trump e MuskRachaduras na relação entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, seu autoproclamado "primeiro amigo", estão assustando acionistas da Tesla, enquanto os dois trocam farpas com uma retórica cada vez mais acalorada nesta quinta-feira (5).
Os papéis da montadora desabaram 14,27% no pregão (perda de US$ 47,37), fechando em US$ 284,68, em um dia sem outras grandes notícias para a montadora de carros elétricos, com traders se desfazendo dos papéis após Musk intensificar suas críticas ao projeto de lei sobre impostos do presidente.
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Cenário eleitoral Pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje mostra que, para 66% dos entrevistados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não deveria se candidatar à reeleição em 2026. O número contrasta com os 32% que pensam que o petista deveria tentar um quarto mandato à frente do Palácio do Planalto no próximo ano. Na outra ponta, 2% disseram não saber ou não responderam. Os eleitores contrários à tentativa de reeleição de Lula aumentaram. Em março de 2025, a mesma pesquisa mostrou que 62% compartilhavam a opinião, o que remonta a uma alta de quatro pontos percentuais. No cenário eleitoral, o levantamento ainda aponta que Lula e Bolsonaro empatariam com 41% no 2º turno em 2026. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas presencialmente entre os dias 29 de maio e 1º de junho de 2025. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. |
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IOF
O governo federal deseja viabilizar um “mix” de medidas “estruturais” e “pontuais” como alternativa ao pacote de elevação Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), disseram fontes da equipe econômica à CNN. Um pacote alternativo foi discutido entre membros do Executivo e do Legislativo no Palácio da Alvorada na terça-feira (3). Após a reunião, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a divulgação das medidas ocorrerá após validação com lideranças parlamentares no domingo (8). Segundo apuração da CNN, a equipe econômica vê neste momento uma janela para avançar com medidas estruturais, mas pondera que este tipo de ação tem impacto limitado no curto prazo. A receita do IOF já consta no Orçamento, e a gestão federal precisa compensar em 2025 qualquer eventual recuo. Segundo fontes, Haddad e Mercadante acordaram a manutenção do repasse de 60% do lucro líquido do BNDES ao Tesouro Nacional. |
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Proibição de Trump
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou ontem uma proclamação para proibir viagens de vários países alegando riscos à segurança. A proibição restringirá totalmente a entrada de cidadãos do Irã e mais 11 países nos EUA. A proclamação inclui exceções para residentes permanentes legais, portadores de visto existentes, certas categorias de visto e indivíduos cuja entrada atende aos interesses nacionais dos EUA. Trump tomou a decisão final sobre a assinatura da proclamação após o ataque antissemita em Boulder, Colorado, de acordo com um funcionário da Casa Branca. Ele estava considerando a possibilidade com antecedência, mas o ataque de domingo (1º) acelerou a tomada da medida. A Casa Branca afirmou que está promovendo a proibição de viagens como "cumprimento" de uma promessa de campanha de "proteger os americanos de atores estrangeiros perigosos que querem vir ao nosso país e nos causar danos". |
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Jair Bolsonaro
A Polícia Federal (PF) ouve hoje o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no âmbito do inquérito que investiga a atuação de seu filho, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O depoimento está marcado para começar às 15h. O inquérito foi aberto pelo STF e está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Os policiais apuram a conduta do parlamentar licenciado junto ao governo dos EUA contra autoridades brasileiras. Além de depor na PF no caso envolvendo o filho, o ex-presidente ainda vai prestar depoimento na semana que vem no Supremo, no âmbito da ação penal em que é réu, que apura uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A abertura do inquérito ocorreu após um pedido da PGR. No documento, o órgão aponta que, desde o ano passado, Eduardo tem "reiteradamente e publicamente afirmando que está se dedicando a conseguir do governo dos Estados Unidos a imposição de sanções contra integrantes do Supremo Tribunal Federal". |
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Estreia de Ancelotti
Sob o comando de Carlo Ancelotti, a Seleção dá hoje mais um passo em direção ao tão sonhado hexacampeonato. A equipe enfrenta o Equador, às 20h (de Brasília), em partida válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. Para sair vitoriosos, os equatorianos precisam quebrar um tabu de mais de 20 anos sem vencer o Brasil. Em 36 confrontos ao longo da história, foram 28 vitórias do Brasil, seis empates e apenas duas vitórias do Equador. A última delas ocorreu em 2004, pelas Eliminatórias da Copa de 2006. Na ocasião, a seleção sofreu com os 2.850 metros de altitude do Estádio Olímpico Atahualpa, em Quito. Desta vez, a altitude não será um obstáculo para os convocados de Ancelotti, já que o Estádio Monumental de Guayaquil está localizado praticamente ao nível do mar. A escolha por evitar Quito foi do técnico equatoriano Sebastián Beccacece, que afirmou querer uma disputa em igualdade de condições. |
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60 milhões É o número de pessoas que não possuem cartão de crédito e poderão ter acesso a serviços com o Pix Automático, segundo Galípolo, presidente do BC. Leia mais |
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 "Ao assumir protagonismo em questões que deveriam ser objeto de deliberação do Congresso, o Judiciário acaba contribuindo para a sensação de desconfiança em parcela significativa da sociedade. É preciso quebrar esse ciclo"André Mendonça, ministro do STF, durante leitura de voto no julgamento da responsabilização das redes sociais por conteúdos de terceiros. Leia mais |
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A aprovação do governo Lula voltou a cair, mesmo com a população percebendo melhorias na economia. Os dados estão na pesquisa Genial/Quaest divulgada na quarta-feira (4). O WW colocou em pauta o assunto. Assista. |
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