Zambelli tentou explicar sua fuga se fazendo de vítima do Judiciário, numa postura bem diferente daquela que teve quando perseguiu de arma em punho um jornalista negro pelas ruas de São Paulo. (...)
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Em entrevista ao ICL, Evo Morales denuncia plano para matá-lo e pede ajuda a Lula
"Que me prendam, mas que não me matem”, disse o ex-presidente boliviano, em entrevista a Leandro Demori |
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| A intrincada crise política na Bolívia ganha cada vez mais contornos dramáticos com o crescente racha entre o ex-presidente Evo Morales e o seu antigo herdeiro político Luiz Arce, hoje o mandatário do país. Depois de declarar no ano passado que estava sendo perseguido pelo governo para impedir que voltasse a se candidatar nas eleições |
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| desse ano, Evo faz denúncias ainda mais graves em entrevista exclusiva concedida ao diretor de jornalismo do ICL Notícias, Leandro Demori.
“O plano do governo, através do seu assessor privado Hugo Moldiz, é ‘baixar’. Repito: ‘baixar’ em termos militares é matar”, diz Evo. Moldiz é dono do jornal boliviano La Epoca.
Refugiado no interior do país, o ex-presidente, que, no ano passado afirmou ter sofrido atentado a tiros, tomou providências para se proteger e evitar que seja morto ou preso.
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| | NOTÍCIAS DO DIA |
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| | | | | | CURIOSIDADE |  | 2 de junho: Tim Lopes e a violência contra quem denuncia | Em 2 de junho de 2002, o jornalista Tim Lopes foi assassinado por traficantes enquanto investigava a exploração sexual de menores em um baile funk na Vila Cruzeiro, no Rio. Ele estava com uma câmera escondida. Ele foi identificado, sequestrado e morto.
Tim cresceu na Mangueira, estudou jornalismo e fez carreira cobrindo as ruas. Relatava o que acontecia nos bastidores do tráfico, da polícia, das comunidades. Mostrava o que o Estado ignorava.
Sua morte escancarou a violência contra jornalistas e a força do poder paralelo. Também evidenciou o silêncio das instituições. A partir do caso, foi criada a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).
Hoje, o Brasil segue sendo um país perigoso para quem denuncia. Jornalistas continuam ameaçados por grupos criminosos, milicianos e setores ligados ao próprio Estado.
Lembrar Tim Lopes é reconhecer esse risco — e a importância de continuar noticiando, apesar dele. . |
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COLUNA ICL
A incrível saga de Gino Meneghetti: o Gato dos Telhados
São Paulo ergueu monumentos para bandeirantes que escravizaram indígenas e africanos, nomeou avenidas em homenagem a notórios canalhas burgueses, mas não reservou nem uma viela para seu mais famoso ladrão. Irônico, não?
São Paulo, início do século XX. Enquanto a elite cafeeira erguia seus palacetes nos bairros mais nobres da cidade e o centro fervilhava de trabalhadores e imigrantes de todas as partes, um homem de estatura mediana, olhar penetrante e bigode bem aparado (às vezes postiço) fazia tremer os alicerces da alta sociedade paulistana. Seu nome? Gino Amleto Meneghetti, o homem que a imprensa sensacionalista e o imaginário popular transformariam no mais célebre ladrão da história de São Paulo.
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Leia mais na coluna de Lindener Pareto |  |
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