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História de “As Forças da Natureza”, sucesso de Clara Nunes |
Composta por seu parceiro na música e na vida, Paulo César Pinheiro, canção é um dos maiores hits da cantora |
PUBLISHNEWS, REDAÇÃO, 08/05/2026

Mauricio de Sousa apresentou na última terça-feira (5) a capa da primeira revista solo Milena, novo lançamento da MSP Estúdios. O gibi, distribuído pela Panini, chega às bancas em 11 de maio e marca um momento histórico, já que é o primeiro título inédito com protagonista próprio lançado pela empresa em 37 anos. O último havia sido o da Magali, lá em 1989. Na foto, Mauricio segura a capa da publicação, que coloca Milena, personagem criada em 2019, no centro da Turma da Mônica, ao lado de Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali. Clique no Leia mais para ver a nota na íntegra.
Henry Charles Bukowski foi um poeta, contista e romancista teuto-americano. Sua obra, de caráter inicialmente obsceno e estilo totalmente coloquial, com descrições de trabalhos braçais, porres e relacionamentos baratos, fascinou gerações .. Wikipédia
Lúcio Aneu Sêneca (c. 4 a.C. – 65 d.C.) foi um dos mais importantes filósofos estoicos da Roma Antiga, além de escritor, dramaturgo e conselheiro político. Nascido em Córdoba, Hispânia, e criado em Roma,... Google Books
O filme gira em torno de um julgamento, onde um jovem porto-riquenho é acusado de ter matado o próprio pai. Os 12 jurados se reunem para decidir a sentença, com a orientação de que o réu deve ser considerado inocente até que se prove o contrário. Onze deles, cada um com sua razão, votam pela condenação. Henry Fonda faz o papel do único que acredita na inocência do garoto. Enquanto ele tenta convencer os outros a repensarem a sentença, o filme vai revelando sobre cada um dos jurados, mostrando as convicções pessoais que os levaram a considerar o garoto culpado e fazendo com que examinem seus próprios preconceitos.
Nos bastidores de “12 Homens e uma Sentença” (1957)
No dia 9 de maio de 1994, estreava pelo SBT, a novela "Éramos Seis". Escrita por Silvio de Abreu e Rubens Ewald Filho, a trama se passa em 1930 e é uma adaptação do romance homônimo de Maria José Dupré. Sucesso de crítica e público, o folhetim rendeu 20 pontos no Ibope, batendo de frente com a Globo. Com Irene Ravache, Othon Bastos, Jandir Ferrari , Luciana Braga, Tarcísio Filho, Leonardo Brício, Nathalia Timberg, Mayara Magri, Bete Coelho, Chica Lopes, Eliete Cigarini, Marco Ricca, Luciene Adami, Jussara Freire, Elizângela, Angelina Muniz, Paulo Figueiredo, Flávia Monteiro, Jandira Martini, Marcos Caruso, Umberto Magnani, Nina de Pádua, Antônio Petrin, Rosi Campos, Yara Lins, Wilma de Aguiar, Lia de Aguiar, Maria Estela, Clarisse Abujamra, Paulo Hesse, Claudia Mello, Caio Blat, Wagner Santisteban, Ney Latorraca , Denise Fraga, Osmar Prado e Ana Paula Arósio entre outros no grande elenco, "Éramos Seis" foi a única novela do SBT a ganhar o Troféu Imprensa
No dia 9 de maio de 1994, ia ao ar o primeiro episódio do Castelo Rá-Tim-Bum, um dos maiores índices de audiência já registrados na TV Cultura.
A história rendeu livros, peças teatrais, musicais e até um filme, lançado em 1999. A produção foi exibida em outros 16 países além do Brasil. Ganhou prêmios e o coração de uma geração inteira.
Em julho de 2014, o Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, em parceria com a TV Cultura, realizou uma exposição em comemoração aos 20 anos de estreia do seriado. Recriar os ambientes do Castelo foi sucesso absoluto e a mostra ficou aberta ao público até fevereiro de 2015. Entre março de 2017 e fevereiro de 2018, no Memorial da América Latina, novamente a exposição ficou disponível. Em ambas, foi sucesso de público, gerou filas e ingressos esgotados. Ao todo, mais de 980 mil pessoas passaram pelas exposições.
Com criação de Cao Hamburger e Flávio de Souza, direção de Anna Muylaert e Cao Hamburger e com um grande elenco e uma mistura de quadros, sequências e formatos (bonecos de fantoche, bonecos de espuma, pessoas fantasiadas, etc) deixa o programa com uma dinâmica que não envelhece
No dia 9 de maio de 1983, a Rede Bandeirantes levava ao ar o primeiro capítulo da novela "Maçã do Amor", que foi escrita por Wilson Aguiar Filho e Alex Polari e dirigida por Kito Junqueira, Álvaro Fugulin e Roberto Talma.
"Maçã do Amor" tinha como enredo principal a história de Lia (Yoná Magalhães), que ascende profissionalmente e cria forças para pedir o desquite ao marido, Mário (Jonas Mello), um malandro.
A separação influirá decisivamente na vida de um dos filhos, Chico-Tico (Alexandre Raymundo), que começa a apresentar sintomas de uma rara doença neurológica conhecida como "ausência". Através de lapsos temporais, se ausenta da vida presente para viver em outra realidade, da qual depois não guardaria nenhuma lembrança.
No elenco ainda estavam Rubens de Falco, Wanda Stefânia, Sadi Cabral, Nicole Puzzi, Norma Blum, Nair Bello, John Herbert, Edgar Franco, Elizabeth Gasper, Paulo Betti, Carminha Marinho, Afonso Nigro, Carminha Brandão, João Acaiabe, Neuza Borges, Ricardo Blat, Raymundo de Souza, Walter Forster, entre outros.
Renato Gomide Corte Real, nascido em Campinas, interior de São Paulo, ingressou no mundo artístico em 1953, pela antiga TV Paulista, após vencer um concurso de calouros, com imitação de uma garota-propaganda. Uma semana depois, já contratado pela emissora, começava a sua carreira de comediante, contracenando com a atriz Vera Nunes em "As Aventuras de Suzane", interpretando um cientista louco.
Nas décadas de 1960 a 1970, passou por diversas emissoras (TV Record, TV Tupi, TV Excelsior e TV Bandeirantes) e por alguns dos programas humorísticos mais famosos da história da televisão brasileira. Um deles foi o "Grande Show União" (1961), na TV Record, no qual contracenava com Nair Bello no quadro Epitáfio e Santinha, baseado na antiga história em quadrinhos "Pafúncio e Maroca". Entre 1962 e 1966, na mesma emissora, fez "Papai Sabe Nada", sátira de uma sitcom americana chamada Papai Sabe Tudo. No programa, dividiu a tela com o humorista Jô Soares, com quem trabalharia outras vezes e de quem se tornaria amigo. "Papai Sabe Nada" fez enorme sucesso, assim como "Corte Rayol Show" (1965), da TV Record, no qual encarnava com o cantor Agnaldo Rayol uma espécie de versão tupiniquim de Jerry Lewis e Dean Martin.
Renato foi um dos pioneiros do SBT, participando do primeiro programa humorístico do recém-criado canal, o "Reapertura". O artista era contratado da emissora quando morreu no dia 9 de maio de 1982, aos 57 anos, vítima de câncer no fígado e no pâncreas
João Vítor Silva, nascido na cidade do Rio de Janeiro, no dia 9 de maio de 1996, está completando 30 anos.
Estreou na TV como filho de Adriana Esteves na novela "Kubanacan", em 2003, aos 7 anos, onde foi indicado ao Prêmio Contigo! de TV, como melhor ator infantil. No ano seguinte interpretou o Pedrinho na segunda versão da Rede Globo do Sítio do Picapau Amarelo. Em 2006, continuou no seriado infantil, mas no papel de Curupira.
Em 2015 volta a ser indicado ao Prêmio Quem de Televisão, por seu trabalho na novela "Verdades Secretas", como Bruno, um menino bissexual de família rica, que após se decepcionar com o pai, Alex (Rodrigo Lombardi), se envolve com drogas.
Além da Rede Globo, o jovem possui trabalhos também na Rede Record.
Yara Cortes e Lucinha Lins em 1994, na novela da Globo "A Viagem".
No filme que começou a ser rodado dia 7, Lucinha Lins, que interpretou a Estela, na novela, interpretará a Dona Maroca, papel de Yara.
Inspirado na novela, o filme de A Viagem, ainda sem data de estreia definida, tem roteiro de Jaqueline Vargas (Sessão de Terapia) e direção de Henrique Sauer (Segunda Chamada).
O legado de Vital Brazil, que nos deixou há exatamente 76 anos, permanece como um dos pilares mais sólidos da ciência e da saúde pública mundial.
Nascido em 28 de abril de 1865, na cidade de Campanha, em Minas Gerais, Vital Brazil Mineiro da Campanha entrou para a posteridade como um dos maiores médicos e cientistas do país. Seu nome curioso foi uma homenagem do pai à nação e à cidade natal, unindo “Vital”, “Brazil” e “da Campanha” em uma identidade que acabaria marcada para sempre na história da ciência brasileira.
Formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, dedicou grande parte de sua vida ao estudo de animais peçonhentos e ao combate de doenças que afetavam a população brasileira. Seu nome ficou eternamente ligado ao avanço da pesquisa científica e da saúde pública no país.
No fim do século XIX, passou a estudar os acidentes causados por serpentes e revolucionou a medicina ao desenvolver soros específicos para diferentes tipos de venenos, descoberta que salvou milhares de vidas e colocou o Brasil em destaque no cenário científico mundial. Seu trabalho foi pioneiro e fundamental para o tratamento de picadas de cobras, escorpiões e aranhas.
Vital Brazil também foi o fundador do Instituto Butantan, em São Paulo, um dos mais importantes centros de pesquisa biomédica da América Latina, além de participar da criação de outras instituições científicas dedicadas à produção de soros e vacinas.
Reconhecido internacionalmente, recebeu homenagens e prêmios ao longo da vida por suas contribuições à ciência e à medicina. Vital Brazil faleceu em 8 de maio de 1950, no Rio de Janeiro, aos 85 anos, vítima de uma uremia, uma grave disfunção renal causada pelo acúmulo de toxinas no sangue.
76 anos após sua morte, seu nome continua sendo lembrado como símbolo de dedicação à ciência brasileira e uma das figuras mais importantes da história da medicina no país
Parte desse fenômeno veio com a repercussão recente do novo filme sobre o artista, que reacendeu o interesse global por sua carreira e fez várias músicas dispararem novamente nos rankings. Em plena era dos hits virais e tendências passageiras, “Billie Jean” segue competindo de igual para igual com os maiores sucessos atuais.
Conhecido mundialmente por passar mais de seis décadas sem tomar banho, o iraniano Amou Haji morreu aos 94 anos poucos meses após realizar sua primeira higiene completa em anos.
O idoso vivia isolado em um pequeno vilarejo no Irã e acreditava que o contato com água e sabão poderia deixá-lo gravemente doente.
Com hábitos considerados incomuns, Amou Haji costumava fumar esterco animal em um cachimbo velho e se alimentava de restos de animais encontrados nas estradas.
Após insistência de moradores da região, ele aceitou tomar banho pela primeira vez em décadas. Pouco tempo depois, acabou adoecendo e faleceu, reforçando a crença que mantinha durante toda a vida.
Ayrton Senna, suas meninas, Mouse e Kinda e sua Mãe, Dona Neyde Senna da Silva
Cidad3: Imprensa Livre!!! Saúde, Sorte e $uce$$o: Sempre!!!



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