 | DESTAQUES | Militares roubavam móveis, dinheiro e até brinquedos de imóveis em que faziam batidas
Brinquedo de criança, canetas, poltronas, estantes, sapatos, dinheiro, armas e até um carro. Esses são alguns exemplos dos itens que militares do Exército brasileiro roubaram de casas e apartamentos nos quais efetuaram revistas, buscas e prisões de militantes da luta armada.
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Por Juliana Dal Piva
Não importava a quem pertencesse. Agentes inconformados com os desvios dos colegas denunciaram que a pilhagem atingiu pessoas que não integravam grupos de oposição à ditadura. O esquema contava até com o uso de um apartamento na Rua Tenente |
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Possolo, no Centro do Rio, utilizado para “encontros ocasionais com pessoas do sexo feminino”
Um dos militares do CIE, de acordo com a denúncia, chegou a usar os objetos furtados para pagar seus caseiros em um sítio de Teresópolis. Alguns bens, após o assalto, eram levados para a sede do Centro de Informações do Exército (CIE), no Palácio Duque de Caxias, no centro do Rio, mas também para um outro escritório secreto que o órgão mantinha na Avenida Presidente Vargas, mobiliado com móveis furtados. (...)
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Muito além do ‘apito do cachorro’
Produtora tenta deslocar debate para terreno favorável à ultradireita
A tática não é nova, mas segue surpreendendo. O uso de temas e abordagens provocativas, por vezes no limite da arbitrariedade, funciona não apenas como “apito de cachorro” para determinados agrupamentos políticos nas redes, mas também como mecanismo de exploração do engajamento produzido pela (...)
Leia mais na coluna de Pedro Barciela |  |
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BANDIDOS DE FARDA |  | As revelações dos crimes dos militares no arquivo do coronel CYRO ETCHEGOYEN
O coronel que concentrava o poder sobre a vida e a morte
Entre 2024 e 2025, o Instituto Fernando Santa Cruz recebeu a primeira parte de um acervo inédito. Os documentos estavam ligados ao codinome “Dr. Bruno”, um dos principais operadores do Centro de Informações do Exército durante a ditadura militar.
A investigação foi conduzida por Juliana Dal Piva, Igor Mello e Chico Otávio . O trabalho partiu de registros mantidos em sigilo por décadas e avançou com o cruzamento de documentos originais, a identificação de agentes e entrevistas com sobreviventes.
O resultado é a reconstrução de mais um capítulo da memória do período mais repressivo da ditadura militar brasileira.
Garanta seu ingresso gratuito para a exibição do documentário original do ICL, no dia 17/05
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COLUNA ICL
Desaprender a ser canalha ou fazer curso da Machosfera?
Para valorizar o homem, a mulher, a família, é melhor lutar pelo fim da escala 6x1 do que fazer curso para aprender a ser “macho”
“Se o macho está perdido, não sou eu que vou procurá-lo”. Retomo a filosofia (para além do para-choque) do escritor Marçal Aquino. O interesse, óbvio, é falar sobre o feirão de cursos, simpósios e até expedições a montanhas (nada mágicas) ofertados no universo da Machosfera.
Ainda na virada para os anos 2.000, usei a frase de Aquino de epígrafe do meu livro “Os machões dançaram” (um diálogo troncho com “Os machões não dançam”, de Norman Mailer), volume que tratava (...)
Leia mais na coluna de Xico Sá |  |
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