29 abril, 2026

Negócio Fechado, por CNN Money





• Ibovespa: -2,05% (184.750,42 pts.)
• S&P 500: -0,04% (7.135,95 pts.) 
• Nasdaq: +0,04% (24.673,24 pts.)
• Dow Jones: -0,57% (48.861,81 pts.) 
• Dólar: +0,39% (R$ 5,002)
• Euro: +0,10% (R$ 5,841)
• Petróleo Brent (julho): +6,08% (US$ 118,03)


Contexto: O Ibovespa teve um dia de forte correção negativa na sessão desta quarta-feira (29), abaixo dos 185 mil pontos e revertendo os ganhos de abril. A disparada dos preços do petróleo no exterior, em meio a receios envolvendo a situação no Oriente Médio, apoiou a alta das ações da Petrobras, mas minou o apetite a risco, acentuando preocupações com a inflação e o crescimento global.

No mercado de câmbio, o dólar fechou em alta e voltou ao patamar de R$ 5 com a moeda brasileira acompanhando o desempenho fraco de divisas pares em meio ao fortalecimento da moeda norte-americana e do petróleo no exterior, em um dia marcado por decisões de juros nos Estados Unidos e no Brasil.


Em Nova York, os principais índices acionários de Wall Street fecharam sem uma direção única, após o Federal Reserve anunciar a manutenção das taxas de juros norte-americana entre 3,5% e 3,75%, em linha com expectativas do mercado.

BC corta juros em 0,25 ponto, a 14,5%, mas vê inflação se afastar da meta



O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) voltou a cortar, nesta quarta-feira (29), a taxa básica de juros do país em 0,25 ponto percentual, levando a Selic ao patamar de 14,5% ao ano.

A decisão foi unânime e saiu em linha com as expectativas do mercado, que vinham deteriorando desde o início da guerra no Oriente Médio, há cerca de dois meses.

Em seu comunicado, o Copom voltou a destacar que "o ambiente externo permanece incerto", indicando preocupação com a "indefinição a respeito da duração, extensão, e desdobramentos dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio, com reflexos nas condições financeiras globais".

O colegiado avaliou que o "período prolongado" de juros elevados está gerando efeitos sobre a desaceleração da atividade econômica.

O comitê ressaltou neste comunicado que o cenário garante condições para que sejam feitos ajustes no ritmo do ciclo de cortes. Além disso, acrescentou que a maneira como foi conduzida a política monetária dá espaço também para definir a "extensão" da calibração da política monetária.

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Por Lucinda Pinto: Placar do Fed surpreende e faz dólar subir



Lucinda Pinto, analista do CNN Money, comenta a decisão do Federal Reserve, o discurso de Jerome Powell e o impacto da manutenção da faixa de juros americana no dólar.

🔗 Confira a análise completa



Quinta (30/4)

Brasil
8h30 - BC
 divulga Política Fiscal - Resultado Primário Consolidado (março)
9h - IBGE
 divulga Pnad Contínua (março)
10h15 - FGV
 divulga Indicador de Incerteza da Economia Brasil (abril)

Zona da Euro
4h55 - Bundesbank
 divulga Taxa de Desemprego da Alemanha (abril)
5h - GFSO
 divulga PIB da Alemanha (março)
6h - Eurostat
 divulga o PIB (março)
6h - Eurostat
 divulga o CPI (abril)
6h - Eurostat
 divulga a Taxa de Desemprego (março)
9h15 - BCE
 divulga a Reunião sobre política monetária (abril)

Reino Unido
8h - BoE
 divulga a Reunião BoE - taxa básica de juros (abril)

Estados Unidos
9h30 - BEA
 divulga a Renda Pessoal (março)
9h30 - BEA
 divulga o Gasto Pessoal (março)
9h30 - BEA
 divulga o Deflator do PCE (março)
9h30 - DoL
 divulga os Pedidos de auxílio desemprego (abril)
9h30 - DoL
 divulga o Índice de Custo do Emprego (março)
9h30 - BEA
 divulga o PIB (março)
9h30 - BEA
 divulga o Deflator do PIB (março)