01 abril, 2026

ICL Notícias

 

DESTAQUES

Trump diz que Irã propôs cessar-fogo, mas condiciona à abertura de Ormuz

Nas redes sociais, presidente americano sugere que está considerando a proposta; Irã não se pronunciou ainda

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as autoridades iranianas teriam pedido um cessar-fogo e que ele irá considerar a proposta, caso o Estreito de Ormuz seja aberto. Nas redes sociais, o republicano escreveu:


"O novo presidente do regime iraniano, muito menos radicalizado e bem mais

mais inteligente que seus antecessores, acaba de pedir um cessar-fogo aos Estados Unidos da América! Consideraremos a questão quando o Estreito de Ormuz estiver aberto, livre e desimpedido. Até lá, vamos bombardear o Irã até a sua destruição ou, como se diz, de volta à Idade da Pedra!!!"


O governo iraniano não confirmou ainda se o pedido foi realizado. A postagem, porém, depois de a Casa Branca revelar que Trump fará um pronunciamento à nação na noite desta quarta-feira sobre a guerra no Irã.


Ontem, ele chegou a sugerir que poderia encerrar a crise. Mas indicou que isso poderia levar “duas ou três semanas”. (...)


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REVISTA LIBERTA

O desemprego que goleia o descrédito


Jornalismo tem lado e quem diz não ter, em regra, tem o pior dos lados: o da mentira e da omissão


“Quando Bertolt Brecht escreveu que havia homens imprescindíveis, porque lutavam a vida inteira, certamente pensou em alguém como o jornalista Sérgio de Souza.

Quando Miguel de Cervantes imaginou seu cavaleiro magro, alto e inconformado com as injustiças, talvez conhecesse alguém como Souza (...)


Leia mais na coluna de Juca Kfouri

Governo avalia medidas contra perfis de fofoca após denúncia do ICL


Integrantes da equipe ministerial do presidente Lula, candidato à reeleição, veem violação eleitoral e discutem se reação às plataformas deve partir de partidos da base governista no Congresso Nacional


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A legislação ambiental passou a ser tratada como disputa ideológica no Brasil, mas o que está em jogo é o controle do território, dos recursos naturais e dos rumos do desenvolvimento do país

Influência midiática e a construção de estereótipos


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ATÉ PARECE MENTIRA

No Dia da Mentira, o maior escândalo financeiro recente do país ganha replay. E a história é real.


Nesse 1º de abril, dava até pra achar que era pegadinha. Um banco que cresce em ritmo acelerado, movimenta bilhões, se conecta a políticos, instituições e ainda levanta suspeitas que vão além do sistema financeiro. Parece roteiro de ficção. Mas não é.


A história de Daniel Vorcaro e do Banco Master poderia ser tratada como exagero, se não estivesse sustentada por investigações, documentos e decisões que vieram à tona nos últimos meses. O problema é justamente esse: o que parece absurdo demais pra ser verdade é, na prática, o que está acontecendo.


Por isso, o Instituto Conhecimento Liberta reuniu tudo em um documentário original que reconstrói, pela primeira vez, a linha do tempo completa do caso. Da expansão acelerada às conexões políticas, das operações financeiras às suspeitas que envolvem outras esferas de poder, o material organiza o que foi revelado e o que ainda está em disputa.


Se você perdeu a exibição ao vivo, agora é a chance de assistir ao replay. No Dia da Mentira, vale o aviso: aqui não tem pegadinha.


O que você vai ver pode até parecer mentira. Mas explica muito do que está em jogo.



COLUNA ICL


As cidades


Essas que herdamos e legaremos como o rescaldo da completa submissão da vida ao desencanto do capital


Em tempos relativamente recentes, ninguém representou mais o projeto do Rio de Janeiro como uma cidade para negócios, o balneário de megaeventos, que Eike “sempre ele” Batista. Bajulado por boa parte da imprensa e políticos poderosos, citado como o empreendedor do futuro, laureado como homem do ano, ícone da ideia de que podemos ser bilionários sem culpa e o escambau, Eike foi elevado ao posto de carioca maior. Vi gente comparando o homem ao Barão de Mauá – até o dia em que o herói civilizador entrou em cana.


Não é sobre o Eike, todavia, que quero escrever. Nem mesmo sobre o Rio de Janeiro especificamente; mas sobre o que está ocorrendo com nossas cidades. Exemplifico. Cresci frequentando certo comercio de rua que hoje virou uma espécie de ararinha-azul, em vias de extinção. Velhas barbearias, açougues, livrarias, quitandas, botequins, floristas, lojas de macumba, aviários, marcenarias, etc., estão indo para o beleléu.A tendência é que esse comércio pequeno e mais afetivo seja engolido pelo gigantismo dos hortifrútis, salões de shopping, ‘megastores’, franquias de bares de grife, butique de carnes, lojas virtuais de departamentos e similares. (...)


Leia mais na coluna de Luiz Antonio Simas