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A chegada da inteligência artificial generativa nas empresas tem levado a um novo fenômeno que contraria as expectativas de ganho de produtividade: o chamado workslop , termo que ganhou destaque após um artigo publicado no Harvard Business Review. No texto, especialistas alertavam para os conteúdos gerados por IA que aparentavam ser refinados e profissionais à primeira vista, mas que, na verdade, eram superficiais, incompletos ou pouco úteis. |
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Nas últimas semanas, gigantes como Google, Amazon e Meta, assim como empresas menores como Pinterest e Atlassian, anunciaram ou sinalizaram planos de reduzir suas equipes , apontando para avanços em IA que, segundo eles, permitem fazer mais com menos pessoas. Mas as justificativas dos executivos não têm sido bem recebidas por todos. De acordo com o investidor de tecnologia Terrence Rohan, por exemplo, explicar cortes apontando para o crescimento da tecnologia soa melhor do que citar pressões de custo ou o desejo de agradar acionistas. |
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A paulistana Priscila Albuquerque, de 42 anos, está vivendo não apenas o seu sonho, mas o de muitos trabalhadores brasileiros. Desde junho do ano passado, ela largou um emprego estável na área de tecnologia da informação (TI), após 20 anos trabalhando com tecnologia bancária, e decidiu dedicar pelo menos dois anos a fazer as coisas de que mais gosta: viajar, fazer trilhas em meio à natureza, e dançar forró . Ela tomou essa decisão após sofrer uma crise de burnout, esgotamento laboral em resposta a estresse crônico causado pelo ambiente de trabalho. |
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A Alemanha passa por uma crise demográfica. Um estudo de 2024 indica que a economia alemã precisa atrair 288 mil profissionais estrangeiros por ano. Se isso não acontecer, a força de trabalho poderá se reduzir em 10% até 2040. Para tentar reduzir este problema, o país busca cada vez mais trazer profissionais indianos . De acordo com Aditi Banerjee, da agência internacional de talentos Magic Billion, "a Índia é um país com 600 milhões de pessoas com menos de 25 anos de idade. Apenas 12 milhões entram no mercado de trabalho a cada ano. Ou seja, existe um enorme excedente de mão de obra." |
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Enquanto aplicativos facilitam a vida de consumidores com corridas sob demanda e entregas rápidas, motoristas e entregadores enfrentam desafios diários para tornar esse trabalho financeiramente viável. Foi de olho nesse desequilíbrio que nasceu a GigU . Criada em 2017, a startup tem como missão aumentar a lucratividade e a segurança de trabalhadores de aplicativos por meio de ferramentas inteligentes. Hoje, reúne mais de 250 mil usuários em uma comunidade que compartilha informações, estratégias e soluções voltadas ao dia a dia desses profissionais. |




