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Pesquisadores vinculados à Universidade de São Paulo (USP) geraram o primeiro porco clonado na América Latina. O animal nasceu em um laboratório do Instituto de Zootecnia da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (IZ-Apta) em Piracicaba, no interior de São Paulo. Ele faz parte de um projeto nacional dedicado a gerar suínos geneticamente modificados, capazes de fornecer órgãos para transplantes em humanos sem provocar rejeição imunológica. |
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Um procedimento ambulatorial minimamente invasivo pode ajudar as pessoas a evitar ganhar de volta o peso perdido com Ozempic ou Wegovy, mesmo com a interrupção do uso desses medicamentos, aponta uma pesquisa apresentada na Digestive Disease Week (DDW) 2026. Trata-se de um tratamento endoscópico experimental que utiliza calor controlado para remover tecido danificado do revestimento interno do intestino delgado, o que estimula o crescimento de um tecido novo e mais saudável. |
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Um composto conhecido na indústria de cosméticos sul-coreana pode ganhar um papel bem diferente do atual. Pesquisadores da Universidade de Kent e da University College London, ambas na Inglaterra, identificaram que o ácido madecássico, substância derivada da planta centella asiática, tem ação contra bactérias resistentes a antibióticos , incluindo cepas perigosas de E. coli. O trabalho chama atenção em um momento em que a resistência antimicrobiana se consolida como um dos maiores desafios da saúde global. |
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Cientistas britânicos identificaram uma nova forma de prever o risco de desenvolver doenças como Parkinson, Alzheimer e esclerose lateral amiotrófica (ELA) por meio da detecção de proteínas anormais no intestino. Um estudo publicado no periódico Gastroenterology mostrou que alterações em moléculas presentes no tecido intestinal podem ser detectadas até sete anos antes de qualquer sintoma neurológico aparecer. |
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Uma startup americana afirma ter dado um passo inédito na medicina reprodutiva: a Paterna Biosciences, sediada em Utah (EUA), diz ter conseguido produzir espermatozoides humanos funcionais em laboratório e usá-los para fertilizar óvulos e gerar embriões com aparência saudável. O resultado, no entanto, ainda não foi publicado em periódico científico. |




