 • Ibovespa: -1,45% (182.732,67 pts.) • S&P 500: -1,74% (6.477,16 pts.) • Nasdaq: -2,38% (21.408,08 pts.) • Dow Jones: -1,01% (45.960,11 pts.) • Dólar: +0,7% (R$ 5,257) • Euro: +0,33% (R$ 6,056) • Petróleo Brent (junho): +4,61% (US$ 101,89) • Ouro (abril): -3,89% (US$ 4.376,3)
Contexto: O sinal negativo prevaleceu na bolsa paulista nesta quinta-feira (26), com aversão global ao risco diante das incertezas sobre um desfecho para o conflito no Oriente Médio, sentimento que derrubou o Ibovespa após três altas consecutivas.
O movimento refletiu um cenário mais amplo de cautela nos mercados internacionais. As preocupações com os impactos econômicos da guerra também impulsionaram o dólar no mundo, levando a moeda a encerrar a sessão no Brasil acima de R$ 5,25, mesmo após o Banco Central injetar US$ 1 bilhão no mercado.
Nos Estados Unidos, investidores buscaram ativos mais seguros diante dos temores de uma escalada geopolítica. O índice de tecnologia Nasdaq caiu mais de 2%, enquanto o S&P 500 e o Dow Jones recuaram mais de 1%.
Ao mesmo tempo, os preços do petróleo avançaram, em meio à ausência de um cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. As cotações do Brent, referência global, voltaram a superar a marca de US$ 100 por barril. |
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 Galípolo: Conservadorismo do BC dá tempo para entender efeitos da guerra

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (26) que a condução mais restritiva da política monetária nos últimos anos colocou a autoridade monetária em uma posição mais confortável para analisar os efeitos da guerra no Oriente Médio na inflação.
“O ponto é que a gente entende que o conservadorismo que a gente teve na condução da política monetária permite que a gente consiga ganhar esse tempo para entender esses desdobramentos.”, apontou Galípolo.
O chefe do BC reforçou ainda que o cenário de confiança das projeções se alargou, e agora análises qualitativas da natureza do que está produzindo esse efeito na inflação ganham mais relevância.
As incertezas quanto aos desdobramentos afetam todos os bancos centrais, segundo o presidente. Ele afirma que as instituições indicam que não têm visibilidade clara dos efeitos, e que podem ir além do impacto imediato. Além disso, o mais esperado é de que haja um aumento da inflação e redução do crescimento econômico.
Galípolo apontou ainda que apesar do controle da inflação, um efeito imediato do conflito, e mais sentido pelo consumidor, é o nível de preço. Ele afirma que esse é mais um choque de oferta que eleva o nível de preços, além de outros três que passaram em um curto período: a pandemia da Covid-19, guerra na Ucrânia e a guerra tarifaria. |
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Por Lucinda Pinto: Governo corre risco com medidas eleitoreiras

Lucinda Pinto, analista do CNN Money, fala sobre a saúde das contas públicas brasileiras e os riscos que a economia corre diante do ano eleitoral.
🔗 Confira a análise completa |
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Sexta-feira (27/3)
Brasil 8h - FGV divulga a Sondagem da Indústria (março) 8h30 - BCB divulga o Saldo em Transações Correntes (fevereiro) 8h30 - BCB divulga o Investimento Direto no País (fevereiro) 9h00 - IBGE divulga a Pnad Contínua (fevereiro) Sem definição de horário - Aneel divulga a Definição da bandeira tarifária de energia elétrica (abril)
Estados Unidos 11h - Michigan divulga a Confiança do Consumidor (março) |
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