16 março, 2026

ICL Notícias

DESTAQUES

Trump, Milei e aliados articulam sequestro de entidade de direitos humanos da região

Comissão Interamericana de Direitos Humanos vive ofensiva por parte da extrema direita do continente


O governo de Donald Trump e seus aliados de extrema direita na América Latina iniciam uma ofensiva para tentar controlar o principal órgão de direitos humanos do continente, inclusive barrando audiências sobre temas que possam não ser de interesse dos EUA.

Nos últimos dias, o bloco ultraconservador fez uma proposta de reforma da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, ligada à OEA. Além disso, a Casa Branca protestou contra a realização de uma audiência do órgão que estava sendo organizada para tratar dos ataques militares dos EUA contra barcos nos mares do Caribe.


Para o Brasil, ativistas de direitos humanos e observadores, a articulação pode colocar em risco a independência da Comissão. (...)


Ler matéria completa

NOTÍCIAS DO DIA

Entenda o que está em jogo nas negociações entre Brasil e EUA sobre facções criminosas

CPMI do INSS endurece regras após vazamentos

Associações de classe pedem proteção a jornalistas que cobrem internação de Bolsonaro

Eduardo Bolsonaro tem 15 dias para apresentar defesa por abandono de cargo


REVISTA LIBERTA

O Leviatã invertebrado da direita brasileira


Da Igreja Lagoinha às festas infernais em Trancoso, caso Master expõe as conexões entre poder e dinheiro


Em seu estado natural, o Homem, a criatura humana, é egoísta, egocêntrica e insegura. “O Homem é o lobo do Homem”, sintetizou Thomas Hobbes, já em 1651, em Leviatã, obra mais celebrada de sua vasta e densa produção. Para ele, o ser humano não conhece leis nem tem conceito de Justiça em seu estado natural. (...)


Leia mais na coluna de Luis Costa Pinto

Terrorismo, minerais críticos e soberania: o duelo estratégico entre Brasil e EUA


O que está em jogo na classificação de PCC e CV como organizações terroristas por Washington


A relação entre Brasil e Estados Unidos ingressa, em 2026, numa zona de atrito mais densa, mais complexa e mais reveladora da nova geopolítica hemisférica. No centro da tensão está a possibilidade de Washington classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) (...)


Leia mais na coluna de Gisele Agnelli


ARTIGOS EXCLUSIVOS

20 filmes sobre a ditadura militar brasileira para quem quer saber mais


Veja, por meio do cinema, como foi o período da ditadura militar brasileira, que levou o país a 21 anos de repressão, tortura e violência

Ditadura militar no Brasil: resumo, causas, presidentes, repressão e resistência


Saiba como a ditadura militar (1964-1985) impactou o Brasil com repressão, censura e violência, e conheça os movimentos de resistência que marcaram a história

SENSACIONALISTA

Brasil avalia se classifica Trump como terrorista


Trump teme a queda de sua popularidade - como se fosse possível ela abaixar ainda mais


Os Estados Unidos estão discutindo se classificam organizações criminosas como o CV e o PCC como terroristas ou não. Dependendo da decisão, isso pode mudar a forma que os Estados Unidos tratarão o Brasil, podendo abrir espaço até mesmo para inserções militares em caso de terrorismo.


Já o Brasil não tem dúvida: Trump pode ser classificado como líder do terror. As recentes ações do líder americano seriam provas suficientes para isso. O presidente americano, hoje, disse que a guerra será muito rápida – e mais ainda se o petróleo continuar subindo como está.


Nos EUA, um litro de gasolina já está custando os olhos da cara e um rim. Trump teme a queda de sua popularidade – como se fosse possível ela abaixar ainda mais.

COLUNA ICL


Por que a pirraça não levou o Oscar?


Pois então, por que a “Perna Cabeluda” encontrada no tubarão, o símbolo máximo do nosso realismo fantástico involuntário (e autoritário) não conseguiu pirraçar o Tio Sam?


Noite amarga do Oscar. O tapete vermelho, mais uma vez esticado sob as ambições de uma indústria inteira, brilha. A liturgia é a mesma: sorrisos que valem milhões, discursos ensaiados e a celebração do império cultural que, mesmo em suposto declínio, ainda dita as regras do jogo. A estatueta dourada, aquele cavaleiro insosso, continua sendo o totem de uma fé inabalável no evangelho do Sonho Americano. Mas, neste ano da desgraça de 2026, o roteiro teve reviravoltas que nem o mais cínico dos roteiristas poderia prever, e nossa tão sonhada pirraça no Tio Sam acabou em melancolia, com uma pitada de comédia de erros. (...)


Leia mais na coluna de Lindener Pareto