15 março, 2026

ACAM Portinari \ Newsletter Março 2026

Edição 187  Ano 16  Março 2026

Na parte superior, sobre fundo claro, aparece o logotipo da ACAM Portinari acompanhado da inscrição Organização Social de Cultura. Ao centro da composição, sobre um fundo em tom bege, quatro smartphones aparecem dispostos em formato de cruz, com telas voltadas para o observador. Cada aparelho exibe páginas de  conteúdos institucionais relacionados aos museus administrados pela organização, com textos e imagens visíveis nas interfaces. As telas apresentam cores distintas, incluindo vermelho, verde e azul. Nas laterais da imagem, sobre faixas em tom claro, aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual da instituição. Na base da composição, uma faixa amarela reforça a paleta institucional da ACAM Portinari.

Confira os novos Boletins de Acervo dos museus

Os museus administrados pela ACAM Portinari disponibilizaram novas edições de seus Boletins de Acervo, com conteúdos que aprofundam pesquisas, processos de documentação e reflexões sobre as coleções.

No Museu Casa de Portinari, o Boletim apresenta o trabalho de gestão, catalogação e acesso ao acervo bibliográfico do Centro de Pesquisa e Referência da instituição. O texto destaca a adoção do sistema Biblivre e os avanços na organização de mais de mil itens documentais relacionados à vida e à obra de Candido Portinari.

No Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro, a publicação discute aspectos da chamada fase orgânica da produção de Felícia Leirner. O texto analisa a experimentação entre forma, matéria e espaço em obras como “Três Colunas”, “Anjo” e a série “Bichos”, que dialogam com a paisagem de Campos do Jordão (SP).

No Museu Índia Vanuíre, o Boletim aborda a importância da reserva técnica para a preservação, pesquisa e documentação das coleções. A reflexão também destaca a dimensão ética do cuidado com objetos indígenas e o diálogo com representantes de diferentes povos.

Já no Museu das Culturas Indígenas, a edição apresenta reflexões sobre a literatura indígena como mediadora de processos educativos e de pesquisa museal, a partir de experiências do festival literário Ayvu Nhevaitim e do trabalho desenvolvido com educadores indígenas na instituição.

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Na parte superior da imagem, sobre fundo claro, aparece o logotipo do Museu Casa de Portinari. Ao centro da composição, uma fotografia mostra uma sala de aula. Uma educadora está em pé entre as carteiras, sorrindo, enquanto segura um livro aberto nas mãos e apresenta o conteúdo aos estudantes. Ela usa óculos e veste camiseta em tons claros com detalhes escuros. Ao redor, crianças sentadas em carteiras escolares acompanham a atividade. Uma delas levanta a mão para participar, enquanto outra observa atentamente a professora. No fundo da sala, um quadro verde ocupa toda a parede, com anotações escritas em giz branco e um relógio fixado acima. Sobre as mesas há cadernos, lápis, estojos e outros materiais escolares. Nas laterais da composição aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual da instituição.

“Portinari Vai à Escola” leva legado do artista às salas de aula de Brodowski

Em 2026, o projeto de educação patrimonial “Portinari Vai à Escola” tem continuidade em Brodowski, resultado da parceria entre o Museu Casa de Portinari e a Secretaria Municipal de Educação.

Destinado a estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I da rede pública, o projeto aproxima as crianças da história, da cultura e do patrimônio do município, a partir da trajetória de Candido Portinari, artista nascido em Brodowski e reconhecido como um dos maiores pintores brasileiros.

A iniciativa integra o legado artístico e cultural de Portinari às atividades da disciplina de Artes, com ações que incluem estudo de suas obras, produção artística inspirada em sua trajetória e visitas educativas ao Museu Casa de Portinari. O projeto também valoriza a educação patrimonial ao estimular o reconhecimento da herança cultural local pelas novas gerações.

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Na parte superior da imagem, sobre fundo claro, aparecem os logotipos do Auditório Claudio Santoro e do Museu Felícia Leirner. Ao centro da composição, uma fotografia mostra uma mulher agachada em área externa de mata, sorrindo para a câmera enquanto segura com as duas mãos uma muda de árvore em um pequeno recipiente com terra. Ela usa óculos de armação clara, blusa de manga longa em tom escuro, calça jeans e tênis. No peito, porta um crachá preso por cordão. Ao fundo, vê-se vegetação composta por árvores altas, folhas verdes e troncos cobertos por musgos, sugerindo ambiente natural de bosque ou parque. O solo é de terra batida, com pequenas pedras e folhas secas espalhadas. Nas laterais da composição aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual das instituições.

Plantio de mudas marca ação ambiental no Museu e Auditório

Localizados em uma área de proteção ambiental na Serra da Mantiqueira, o Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro mantêm ações permanentes voltadas à conservação, preservação e recuperação do meio ambiente.

Entre as iniciativas está o plantio de mudas nativas nas dependências dos espaços culturais. No mês passado, aproximadamente 60 mudas foram plantadas na área do alojamento. A ação soma-se a outras iniciativas que já resultaram no plantio de cerca de 300 mudas no entorno do Museu desde julho do ano passado. A atividade envolve diferentes setores das instituições, com participação de equipes de manutenção, educadores e colaboradores.

A iniciativa também se relaciona à participação do Museu e Auditório no programa Carbon Free, desenvolvido pela organização Iniciativa Verde. O programa prevê a compensação de emissões de gases de efeito estufa por meio de ações como a recomposição florestal e integra as diretrizes ambientais adotadas pelas instituições.

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Na parte superior da imagem, sobre fundo claro, aparece o logotipo do Museu Índia Vanuíre acompanhado da inscrição Museu Histórico e Pedagógico. Ao centro da composição, uma fotografia mostra duas educadoras conduzindo uma atividade com crianças em um espaço interno. Uma delas segura bonecos que representam personagens indígenas, enquanto a outra, posicionada ao lado, levanta uma das mãos e segura um papel, conduzindo a explicação. À frente, um grupo de crianças está sentado no chão, voltado para as educadoras e acompanhando atentamente a atividade. O cenário ao fundo é formado por tecidos coloridos em tons de rosa e lilás que funcionam como painel, além de cadeiras plásticas brancas e uma pequena mesa com objetos utilizados na atividade. Nas laterais da composição aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual da instituição.

Museu leva programação a diferentes espaços do município

Você sabia que, durante o período de atualização da exposição de longa duração, o Museu Índia Vanuíre leva parte de sua programação a diferentes espaços da cidade de Tupã (SP)?

Durante o mês de março e na primeira quinzena de abril, as atividades educativas e culturais ocorrem em instituições parceiras do Museu no município, como a Casa do Médico, a Unidade Regional de Ensino, a Casa do Garoto e a Biblioteca Municipal Tobias Rodrigues. As ações mantêm o diálogo com o público enquanto o espaço expositivo permanece temporariamente sem atendimento para a realização dos trabalhos técnicos.

A programação inclui encontros, atividades educativas e iniciativas voltadas à inclusão sociocultural. As ações abordam temas ligados à memória, à diversidade cultural e às narrativas trabalhadas pelo Museu, além de preparar o público para a inauguração da nova exposição, prevista para 18 de abril de 2026. Confira no site oficial todos os detalhes da agenda.

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Na parte superior da imagem, sobre fundo claro, aparece o logotipo do Museu das Culturas Indígenas. Ao centro da composição, uma fotografia mostra um desfile realizado em área externa cercada por vegetação tropical, com bananeiras e outras plantas ao fundo. Uma pessoa indígena caminha pelo espaço central, usando vestimenta tradicional composta por tecido em tons naturais e adorno na cabeça. Nas laterais, um grande público forma um corredor humano, observando, fotografando e registrando o momento com celulares. Ao fundo, é possível ver uma tenda branca e outras pessoas acompanhando a atividade. A cena ocorre em ambiente iluminado por luz natural, sugerindo um evento cultural ao ar livre. Na lateral esquerda da imagem aparece a inscrição vertical Foto por: Gabie Pereira. Nas laterais da composição também aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual da instituição.

Museu mobiliza rede para mapear programação do Abril Indígena 2026

Museu das Culturas Indígenas iniciou um mapeamento colaborativo das ações que irão compor o Abril Indígena 2026. A iniciativa reúne informações sobre encontros, mobilizações, celebrações, formações e atividades culturais promovidas por povos, coletivos e organizações indígenas em territórios e contextos urbanos ao longo do mês de abril.

As atividades já podem ser compartilhadas por meio de um formulário online disponibilizado pelo MCI. As informações reunidas poderão ser divulgadas nos canais oficiais da instituição e também na Agenda Viva, plataforma dedicada à difusão contínua de iniciativas indígenas.

Além de ampliar o alcance das ações, o mapeamento pretende construir um panorama coletivo do Abril Indígena 2026 e apresentar a diversidade de iniciativas que acontecem em diferentes regiões. O MCI também convida o público a compartilhar o formulário com lideranças, coletivos e organizações para fortalecer a circulação das informações e a conexão entre redes que atuam na valorização das culturas indígenas.

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