“Queria o quê? Recorde todo o dia agora?”, questionam os analistas. Calma para quem está mal acostumado. Depois das máximas, vêm a falta de energia, a “correção”, “a devolução dos ganhos”, a distração e, talvez, até a preguiça. Como o dono de celular que esqueceu o carregador em casa e não conseguiu substituto, a Bolsa penou hoje, sem energia, maior pilha fraca. Nem a pesquisa eleitoral, que mostrou avanço de Flávio Bolsonaro, o preferido do mercado para a presidência, deu conta de tirar o Ibovespa do movimento lateral, trôpego, devagar e quase parando. Nem o “sentimento construtivo dos investidores gringos”, com os principais índices lá fora em alta em clima de “trégua das incertezas”. Tem nada, não. Recarregamos o dia com a repercussão do balanço da (nossa, justo uma elétrica) ISA Energia, ETFs e imposto sobre herança. Se liga!
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A gente quer saber de Ebitdas, margens, receitas - então aí vão. Avanço operacional, controle de custos e investimentos recordes reforçam a tese defensiva. Temos recomendações e os preços-alvo - tá na mão.
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Trade de eleição volta com tudo. Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra avanço de Flávio Bolsonaro e recuo de Lula nas intenções de votos; mercados reagem à possível mudança de governo. Só o Ibov ficou devendo na empolgação. Mas hoje não tinha impulso que tirasse a B3 do torpor.
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Já que a gente está nesse campo, fundos investem com base nas declarações obrigatórias dos congressistas americanos; no Brasil, "investimentos dos políticos são muito mais opacos". Mas tem congressista chamado de Warren Buffett da Câmara. Espia só!
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Lembra da “química”, né? Tem uma tabela periódica a favor do Brasil, segundo o Thiago de Aragão. Brasil é hoje o segundo país do mundo em reservas de terras raras: governo deve usar isso a seu favor, articulando BNDES, fundos de pensão e investidores estrangeiros. O Trump tá de olho, a Bolsa deixou “no radar”. Agora vai?
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Imposto, não! É a vida. Com novo cálculo e alíquotas progressivas obrigatórias, ITCMD deve pesar mais no bolso dos herdeiros. Muda de assunto, E-Investidor. Você é quem sabe - não diga que a gente esqueceu.
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Respire, pegue fôlego, lembre da próxima viagem, chega de bloco. Com câmbio instável, viajantes buscam previsibilidade, redução de taxas e rendimento em dólar por meio de contas globais e cartões multimoeda. Aí sim. Partiu pra onde mesmo?
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