Sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026 |
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Mendonça autoriza quebra de sigilos de Lulinha antes de decisão da CPMI do INSS. Juiz de Fora vive o mês mais chuvoso da história e soma pelo menos 59 mortos. Gastos da Câmara de BH sobem 15,8% enquanto a produção legislativa cai. Confira estes e outros destaques desta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026.
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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou em janeiro a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no âmbito da investigação sobre fraudes no INSS. O pedido partiu da Polícia Federal, que apura possíveis vínculos indiretos do filho do presidente com o principal operador do esquema. A decisão, mantida sob sigilo, antecede a medida semelhante aprovada pela CPMI em sessão marcada por tumulto e embate político. |
Com 743,4 mm acumulados até esta quinta-feira (26/2), Juiz de Fora registra o mês mais chuvoso desde o início das medições do Instituto Nacional de Meteorologia, em 1961. Na Zona da Mata, as vítimas chegam a 59 mortos, com desaparecidos, milhares de desabrigados e previsão de mais temporais. Solo encharcado, risco de deslizamentos e alerta da Defesa Civil mantêm a região em tensão. |
As despesas da Câmara Municipal de Belo Horizonte chegaram a R$ 293,8 milhões em 2025, alta de 15,8% em relação a 2024, enquanto o número de projetos analisados e sessões de Plenário caiu. Em contrapartida, as visitas técnicas mais que dobraram, indicando maior presença dos vereadores nas bases eleitorais. Sob a presidência de Juliano Lopes, o Legislativo não respondeu aos questionamentos sobre o aumento de gastos e a queda na produção. |
Com a Selic em 15%, maior patamar desde 2006, e eleições gerais no horizonte, 2026 deve ser um ano de retração para a construção civil e pesada, avalia a Federação das Indústrias de Minas Gerais. Segundo o setor, juros altos afastam investidores, sobretudo em empreendimentos de alto padrão, enquanto obras públicas enfrentam incertezas políticas e atraso de repasses. A exceção pode ser o Minha Casa, Minha Vida, impulsionado por projetos financiados pelo FAR. |
Levantamento do Instituto DATATEMPO e da Brasil Comunicação revela que 85,7% dos municípios mineiros enfrentam demora para consultas e exames de média e alta complexidade no SUS, sendo que quase 30% classificam a situação como crítica. A maior dificuldade é para neurologistas e ortopedistas. Secretários afirmam que a lentidão, atribuída à gestão estadual, pressiona as prefeituras e sobrecarrega a rede básica de saúde. |
Os casos de câncer de colo do útero devem crescer cerca de 14% no Brasil até 2028, com mais de 19 mil novos diagnósticos anuais e cerca de 20 mortes por dia, segundo o Instituto Nacional de Câncer. Principal causa da doença, o HPV responde por 99% dos casos e ainda é cercado por desinformação, apesar da oferta de vacina no SUS e na rede privada. Em meio ao Março Lilás, especialistas alertam que vacinação e rastreamento são decisivos para conter o avanço de um dos cânceres mais letais entre mulheres. |
Trinta anos após a morte dos Mamonas Assassinas, a irreverente letra sobre sexo grupal segue atual ao expor um tema pouco discutido: o choque entre fantasia e insegurança. Ao analisar a canção, o terapeuta sexual Fernando Ravi afirma que experiências como o swing podem ativar medos de rejeição, comparação e desempenho, alimentados por expectativas irreais e falta de diálogo. Ciúme, autoestima e comunicação aparecem como fatores decisivos para que o desejo não se transforme em frustração. |
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