 | DESTAQUES | Cúpula do Congresso sinaliza votar pena menor a Bolsonaro se CPI do Master esfriar
Negociação envolve pressão para barrar CPI do Banco Master e destravar análise de vetos presidenciais no Congresso
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A cúpula do Congresso Nacional sinalizou que pode marcar, no início de março, uma sessão para a análise do veto ao projeto de redução de penas aos condenados por golpismo, chamado de PL da Dosimetria, desde que não haja pressão para a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o Banco Master. |
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proposta pode reduzir o tempo que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vai passar em regime fechado de 6 a 8 anos para algo entre 2 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses, a depender da interpretação. (...)"
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O palanque da reeleição de Lula: estratégias, tensões e desafios
Na balança, alianças pragmáticas, compromissos partidários e tensões internas do campo aliado
Desde o início das articulações para 2026, a extrema prioridade do Partido dos Trabalhadores (PT) tem sido consolidar o quarto mandato do presidente Lula, buscando uma base partidária ampla, pragmática e territorialmente capilarizada que sustente sua candidatura em todos os grandes colégios eleitorais do país.(...)
Leia mais na coluna de Manuela Borges |  |
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Petista age para fazer surgir novo centrão até 2030
Presidente tenta viabilizar união de centro testada por Tancredo há quase meio século
Em 1979, com a ditadura militar iniciando seu ciclo final, o Ato Institucional nº 5 (AI-5) já tendo caducado e o pluripartidarismo reinstituído, o ex-deputado e ex-primeiro-ministro do breve período parlamentarista brasileiro, Tancredo Neves, criou o PP (Partido Popular). Ulysses Guimarães tratava de (...)
Leia mais na coluna de Luis Costa Pinto |  |
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COLUNA ICL
O alastramento da guerra da Ucrânia
O caso do Irã representa a dinâmica do alastramento da violência como linha de fuga e o frenesim militar americano serve apenas para disfarçar a derrota ocidental
Deixem-me explicar, sucintamente, como vejo as coisas, agora que o mundo assiste, meio distraído, meio apreensivo, à crise do Irão. Primeiro, e talvez o mais importante — acho que Trump é o Presidente americano que foi escolhido para administrar a derrota ocidental na Ucrânia. Ele faz isso de três maneiras, a saber: a) esta guerra não é minha, esta guerra é de Biden; b) em segundo lugar, uso meus poderes mágicos para transformar, de uma hora para outra, o Estado que mais apoiava um dos beligerantes no Estado que agora é o árbitro imparcial da paz; c) finalmente, para manter a ilusão de grande potência imperial recorro a um “micro-militarismo” inconsequente, com o único propósito de mostrar como estão intactas minhas espetaculares capacidades militares (...)
Leia mais na coluna de José Sócrates |  |
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