13 junho, 2025

ICL Notícias

 


DESTAQUES

Gilson Machado esteve com Bolsonaro um dia antes de ser preso

Ex-ministro do Turismo acompanhou Jair Bolsonaro em agendas em Natal, no Rio Grande do Norte, nesta quinta-feira (12)

Por Igor Mello


Alvo da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (13), ex-ministro do Turismo durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), esteve com o ex-presidente na quinta-feira (12), um dia antes de ser preso. (...)


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Família de Mauro Cid foi para os Estados Unidos

Cid teria contado com ajuda de ex-ministro de Bolsonaro para obter passaporte europeu

Por Juliana Dal Piva


A família do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, foi para os Estados Unidos, segundo a Polícia Federal.  O militar foi alvo de mandado de buscas nesta sexta-feira (13) (...)


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NOTÍCIAS DO DIA

ISRAEL ATACA O IRÃ
Netanyahu alega ameaça nuclear


Após ser deportado por Israel, ativista Thiago Ávila desembarca em São Paulo

Hugo Motta propõe que deputados possam acumular aposentadoria e salário

Livro mostra como milícias crescem e operam com apoio político no RJ


ARTIGOS EXCLUSIVOS

Sistema capitalista, burnout e a ilusão do tempo livre


Entre jornadas exaustivas, hiperconexão e a culpa de descansar, este artigo investiga como o sistema capitalista criou uma nova noção de tempo.

Patriotismo: amor à pátria ou idolatria cega aos símbolos errados?


Apesar do discurso nacionalista, o patriotismo brasileiro precisa ser inclusivo, pois não há apenas um Brasil no nosso país

Curiosidade

Santo Antônio, Exu e o Brasil do sincretismo


No dia 13 de junho, muita gente acende vela pra Santo Antônio. Outros deixam oferenda pra Exu. E muita gente faz os dois. Isso não é contradição, é história. O sincretismo religioso é fruto da violência colonial, que proibiu cultos africanos e obrigou populações escravizadas a disfarçar seus orixás sob santos católicos. Foi assim que Exu passou a ser celebrado no mesmo dia que o santo mais popular de Portugal.


Santo Antônio é conhecido como casamenteiro, mas também tem fama de bom comunicador. Dizem que pregava para multidões e era entendido até por quem não falava sua língua. Exu, nas religiões de matriz africana, é exatamente quem abre caminhos e estabelece comunicação entre mundos. A coincidência de datas tem base nessa similaridade — e principalmente na resistência de um povo que nunca aceitou ser apagado.


Celebrar os dois é celebrar o Brasil real, marcado por heranças indígenas, africanas e europeias que se misturam todo dia. É também reconhecer que as religiões de matriz africana sempre foram alvo de preconceito, mas seguem presentes, vivas e fundamentais para entender quem somos.

COLUNA ICL


Sanfoneiro de Bolsonaro é o canalha da semana


Preso por obstrução de Justiça, Gilson Machado embalou lives do ex-presidente para zombar dos mortos da Covid


Não é nada fácil escolher o canalha da semana no momento em que o machão “imbrochável” Bolsonaro mia qual um siamês carente no banco dos réus do STF.


A cafajestagem correu solta. Até o general que parodiava Bezerra da Silva (“se gritar pega Centrão/ não fica um meu irmão”) optou pelo silêncio culposo na Suprema Corte.


A canalhice civil também merece destaque. Não é moleza eleger o tal personagem no mesmo tempo em que a deputada Carla Zambelli foge para a Itália, via Miami, e desaparece da cena do crime como no enredo de um livrinho policial de banca. (...)


Leia mais na coluna de Xico Sá




‘Convite’ de Bolsonaro para que Moraes seja seu vice irrita apoiadores do ex-presidente


Eduardo Bolsonaro foi obrigado a fazer postagem para defender o pai das críticas

Uma brincadeira de Jair Bolsonaro com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no interrogatório desta terça-feira (10) rendeu inúmeras críticas dos apoiadores do ex-presidente nas redes sociais. A certa altura da inquirição, Bolsonaro chamou o ministro, relator do caso, para 


ser seu vice nas eleições de 2026.


No depoimento, Bolsonaro contava como as pessoas o tratam nas ruas. Ele questionou, então, se o ministro Alexandre de Moraes gostaria de ver um vídeo com essas imagens. Moraes respondeu: “Declino”. (...)

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NOTÍCIAS DO DIA

Bolsonaro está mais perto da sentença condenatória no STF; processo na reta final

EUA e China retomam trégua comercial com nova estrutura de entendimento

Petrobras corta 12% do preço do diesel em 2025; posto sobe 3%

Cresce uso indevido de tadalafila e especialistas alertam para dependência


ARTIGOS EXCLUSIVOS

Inteligência artificial: ela já é uma realidade, mas como a sociedade lida com isso?


A inteligência artificial deixou de ser ficção científica e passou a fazer parte do cotidiano. Mas quem acessa, quem se beneficia e quem fica para trás?

A importância do conhecimento científico e da valorização da Ciência


O conhecimento científico é fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade em seus diversos contextos. Você sabe o que define esse tipo de conhecimento?

Curiosidade

Você sabe por que hoje é comemorado o Dia da Marinha?



Em 11 de junho de 1865, o Brasil travou a Batalha Naval do Riachuelo, durante a Guerra do Paraguai — um episódio que selou o domínio brasileiro sobre os rios da região e ajudou a isolar o Paraguai, então governado por Solano López. A data, que virou símbolo de bravura militar, marca hoje o Dia da Marinha Brasileira.


Mas, por trás da comemoração, vale lembrar que a Guerra do Paraguai também representou a imposição de interesses imperiais sobre um país vizinho que ousou se industrializar e contrariar a lógica colonial da região.


A Marinha brasileira foi criada logo após a Independência para garantir o controle do território e sufocar revoltas internas — muitas delas populares. Até hoje, seu papel mistura proteção de fronteiras com repressão a conflitos sociais.


Por isso, neste 11 de junho, mais do que celebrar feitos militares, é importante perguntar: quem controla os mares e a quem serve esse poder?


COLUNA ICL


‘O povo israelense tem despertado para as atrocidades perpetradas em Gaza’


Fundador do Israelis for Peace fala sobre o ataque à Flotilha da Liberdade e sobre como israelenses têm visto a guerra Israel-Palestina


“Tinha medo que o governo israelense fosse tão louco a ponto de atirar em Greta. Mas eles não são tão estúpidos assim” diz Nimrod Flaschenberg, ativista, escritor e analista, sobre o ataque ao veleiro Madleen, da Flotilha da Liberdade, interceptado pelo governo de Israel neste domingo (08).


A embarcação, que tentava abrir um corredor de ajuda humanitária para levar alimentos e medicamentos para Gaza, foi sequestrado pela Marinha israelense a aproximadamente 185 quilômetros da costa.


Segundo um relatório recente da ONU, uma em cada 5 pessoas passa fome em Gaza. (...)


Leia mais na coluna de Andrea Dip