 |
DESTAQUES | Gilson Machado esteve com Bolsonaro um dia antes de ser preso Ex-ministro do Turismo acompanhou Jair Bolsonaro em agendas em Natal, no Rio Grande do Norte, nesta quinta-feira (12)
|
|
|
Por Igor Mello
Alvo da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (13), ex-ministro do Turismo durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), esteve com o ex-presidente na quinta-feira (12), um dia antes de ser preso. (...)
Ler matéria completa |
|
|
Família de Mauro Cid foi para os Estados Unidos Cid teria contado com ajuda de ex-ministro de Bolsonaro para obter passaporte europeu
|
|
|
Por Juliana Dal Piva
A família do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, foi para os Estados Unidos, segundo a Polícia Federal. O militar foi alvo de mandado de buscas nesta sexta-feira (13) (...)
Ler matéria completa |
|
|
|
|
|
|
|
|
Curiosidade |  | Santo Antônio, Exu e o Brasil do sincretismo |
No dia 13 de junho, muita gente acende vela pra Santo Antônio. Outros deixam oferenda pra Exu. E muita gente faz os dois. Isso não é contradição, é história. O sincretismo religioso é fruto da violência colonial, que proibiu cultos africanos e obrigou populações escravizadas a disfarçar seus orixás sob santos católicos. Foi assim que Exu passou a ser celebrado no mesmo dia que o santo mais popular de Portugal.
Santo Antônio é conhecido como casamenteiro, mas também tem fama de bom comunicador. Dizem que pregava para multidões e era entendido até por quem não falava sua língua. Exu, nas religiões de matriz africana, é exatamente quem abre caminhos e estabelece comunicação entre mundos. A coincidência de datas tem base nessa similaridade — e principalmente na resistência de um povo que nunca aceitou ser apagado.
Celebrar os dois é celebrar o Brasil real, marcado por heranças indígenas, africanas e europeias que se misturam todo dia. É também reconhecer que as religiões de matriz africana sempre foram alvo de preconceito, mas seguem presentes, vivas e fundamentais para entender quem somos. |
|
COLUNA ICL
Sanfoneiro de Bolsonaro é o canalha da semana
Preso por obstrução de Justiça, Gilson Machado embalou lives do ex-presidente para zombar dos mortos da Covid Não é nada fácil escolher o canalha da semana no momento em que o machão “imbrochável” Bolsonaro mia qual um siamês carente no banco dos réus do STF.
A cafajestagem correu solta. Até o general que parodiava Bezerra da Silva (“se gritar pega Centrão/ não fica um meu irmão”) optou pelo silêncio culposo na Suprema Corte.
A canalhice civil também merece destaque. Não é moleza eleger o tal personagem no mesmo tempo em que a deputada Carla Zambelli foge para a Itália, via Miami, e desaparece da cena do crime como no enredo de um livrinho policial de banca. (...)
Leia mais na coluna de Xico Sá |  |
|
|
‘Convite’ de Bolsonaro para que Moraes seja seu vice irrita apoiadores do ex-presidente
Eduardo Bolsonaro foi obrigado a fazer postagem para defender o pai das críticas
|
|
| Uma brincadeira de Jair Bolsonaro com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no interrogatório desta terça-feira (10) rendeu inúmeras críticas dos apoiadores do ex-presidente nas redes sociais. A certa altura da inquirição, Bolsonaro chamou o ministro, relator do caso, para |
|
|
ser seu vice nas eleições de 2026.
No depoimento, Bolsonaro contava como as pessoas o tratam nas ruas. Ele questionou, então, se o ministro Alexandre de Moraes gostaria de ver um vídeo com essas imagens. Moraes respondeu: “Declino”. (...)
Ler matéria completa | | NOTÍCIAS DO DIA |
|
| | | | | | Curiosidade |  | Você sabe por que hoje é comemorado o Dia da Marinha? |
Em 11 de junho de 1865, o Brasil travou a Batalha Naval do Riachuelo, durante a Guerra do Paraguai — um episódio que selou o domínio brasileiro sobre os rios da região e ajudou a isolar o Paraguai, então governado por Solano López. A data, que virou símbolo de bravura militar, marca hoje o Dia da Marinha Brasileira.
Mas, por trás da comemoração, vale lembrar que a Guerra do Paraguai também representou a imposição de interesses imperiais sobre um país vizinho que ousou se industrializar e contrariar a lógica colonial da região.
A Marinha brasileira foi criada logo após a Independência para garantir o controle do território e sufocar revoltas internas — muitas delas populares. Até hoje, seu papel mistura proteção de fronteiras com repressão a conflitos sociais.
Por isso, neste 11 de junho, mais do que celebrar feitos militares, é importante perguntar: quem controla os mares e a quem serve esse poder?
|
|
COLUNA ICL
‘O povo israelense tem despertado para as atrocidades perpetradas em Gaza’
Fundador do Israelis for Peace fala sobre o ataque à Flotilha da Liberdade e sobre como israelenses têm visto a guerra Israel-Palestina
“Tinha medo que o governo israelense fosse tão louco a ponto de atirar em Greta. Mas eles não são tão estúpidos assim” diz Nimrod Flaschenberg, ativista, escritor e analista, sobre o ataque ao veleiro Madleen, da Flotilha da Liberdade, interceptado pelo governo de Israel neste domingo (08).
A embarcação, que tentava abrir um corredor de ajuda humanitária para levar alimentos e medicamentos para Gaza, foi sequestrado pela Marinha israelense a aproximadamente 185 quilômetros da costa.
Segundo um relatório recente da ONU, uma em cada 5 pessoas passa fome em Gaza. (...)
Leia mais na coluna de Andrea Dip |  |
|
| |
|
|