“Voar em dragões constituía uma vivência única, com a qual cada homem sonhava desde a juventude.
(...) um homem que desejasse voar em dragões, tinha de procurar uma fêmea de dragão. Isso demorava alguns dias ou semanas, conforme a região onde ele habitasse. Tendo encontrado o animal, tinha de aproximar-se dele. A melhor hora para isso era à tardinha, quando os dragões estavam sentados, satisfeitos, perto de suas grutas. O visitante humano, naturalmente, não vinha de mãos vazias. Trazia consigo...”
Roselis von Sass, Atlântida, Princípio e Fim da Grande Tragédia
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