 • Ibovespa: -0,12% (168.249,72 pts.) • S&P 500: +1,08% (7.500,58 pts.) • Nasdaq: +1,91% (26.517,93 pts.) • Dow Jones: +0,14% (51.564,70 pts.) • Dólar: +1,25% (R$ 5,174) • Euro: +0,94% (R$ 5,928) • Petróleo Brent (agosto): +0,38% (US$ 79,85) • Ouro (agosto): -3,19% (US$ 4.245,90)
Contexto: O Ibovespa encerrou a sessão desta quinta-feira (18) em leve queda, enquanto o dólar avançou e se aproximou de R$ 5,20. O movimento ocorreu um dia após o Banco Central reduzir a taxa Selic para 14,25% e manter em aberto os próximos passos da política monetária.
A moeda norte-americana registrou a quarta alta consecutiva frente ao real, influenciada pelas decisões de juros divulgadas na véspera no Brasil e nos Estados Unidos, que aumentaram a cautela dos investidores.
No exterior, os principais índices de Wall Street fecharam em alta, impulsionados pelo desempenho das ações de semicondutores e pela redução dos receios sobre a inflação. Apesar do movimento positivo, os investidores continuam projetando possíveis aumentos nas taxas de juros pelo Federal Reserve ao longo do ano.
No mercado de commodities, o petróleo fechou sem direção única, com os investidores acompanhando o fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz após o acordo firmado entre Estados Unidos e Irã. |
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 Brasil cai para 65º lugar em ranking de competitividade com 70 países

O Brasil caiu sete colocações no Ranking Mundial de Competitividade 2026, elaborado pelo IMD World Competitiveness Center em parceria com a Fundação Dom Cabral.
O país ocupa a 65ª colocação em uma lista de 70 economias - o pior patamar nos últimos anos. Segundo o levantamento, entre os fatores que prejudicam o país estão custo de capital, educação precária e problemas financeiros.
Como competitividade, as entidades avaliadoras consideraram a capacidade dos países de criar e sustentar um ambiente que favoreça o desempenho das empresas, sejam elas privadas ou estatais.
Nessa linha, a competitividade de um país reflete o conjunto de condições institucionais, econômicas e estruturais que influenciam a produtividade e a eficiência do setor produtivo.
Ao todo, quatro fatores gerais foram considerados - performance econômica, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura - e o Brasil apresentou piora de posição em todos os indicadores.
Entre os pontos fortes do Brasil estão o crescimento de longo prazo de emprego (5º), subsídio governamental (5º), porcentagem de energia renovável (5º), fluxo de investimento direto estrangeiro (7º) e total de atividade empreendedora em estágio inicial (8º). |
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Copom aponta estímulo a demanda como fator de risco

O comunicado do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgado nesta quarta-feira (17), acendeu um alerta sobre o aquecimento da economia e os recentes estímulos ao consumo. Rita Mundim, comentarista do CNN Money, avaliou os impactos dessas medidas sobre a inflação e os desafios para a condução da política monetária.
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Sexta-feira (19/06)
Sem previsões. |
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