18 junho, 2026

Negócio Fechado, por CNN Money

 

• Ibovespa: -0,12% (168.249,72 pts.)
• S&P 500: +1,08% (7.500,58 pts.) 
• Nasdaq: +1,91% (26.517,93 pts.) 
• Dow Jones: +0,14% (51.564,70 pts.) 
• Dólar: +1,25% (R$ 5,174)
• Euro: +0,94% (R$ 5,928)
• Petróleo Brent (agosto): +0,38% (US$ 79,85)
• Ouro (agosto): -3,19% (US$ 4.245,90)


Contexto: O Ibovespa encerrou a sessão desta quinta-feira (18) em leve queda, enquanto o dólar avançou e se aproximou de R$ 5,20. O movimento ocorreu um dia após o Banco Central reduzir a taxa Selic para 14,25% e manter em aberto os próximos passos da política monetária.

A moeda norte-americana registrou a quarta alta consecutiva frente ao real, influenciada pelas decisões de juros divulgadas na véspera no Brasil e nos Estados Unidos, que aumentaram a cautela dos investidores.

No exterior, os principais índices de Wall Street fecharam em alta, impulsionados pelo desempenho das ações de semicondutores e pela redução dos receios sobre a inflação. Apesar do movimento positivo, os investidores continuam projetando possíveis aumentos nas taxas de juros pelo Federal Reserve ao longo do ano.

No mercado de commodities, o petróleo fechou sem direção única, com os investidores acompanhando o fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz após o acordo firmado entre Estados Unidos e Irã.

Brasil cai para 65º lugar em ranking de competitividade com 70 países



Brasil caiu sete colocações no Ranking Mundial de Competitividade 2026, elaborado pelo IMD World Competitiveness Center em parceria com a Fundação Dom Cabral.

O país ocupa a 65ª colocação em uma lista de 70 economias - o pior patamar nos últimos anos. Segundo o levantamento, entre os fatores que prejudicam o país estão custo de capital, educação precária e problemas financeiros.

Como competitividade, as entidades avaliadoras consideraram a capacidade dos países de criar e sustentar um ambiente que favoreça o desempenho das empresas, sejam elas privadas ou estatais.


Nessa linha, a competitividade de um país reflete o conjunto de condições institucionais, econômicas e estruturais que influenciam a produtividade e a eficiência do setor produtivo. 

Ao todo, quatro fatores gerais foram considerados - performance econômica, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura - e o Brasil apresentou piora de posição em todos os indicadores. 

Entre os pontos fortes do Brasil estão o crescimento de longo prazo de emprego (5º), subsídio governamental (5º),  porcentagem de energia renovável (5º), fluxo de investimento direto estrangeiro (7º) e total de atividade empreendedora em estágio inicial (8º).

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Copom aponta estímulo a demanda como fator de risco



O comunicado do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgado nesta quarta-feira (17), acendeu um alerta sobre o aquecimento da economia e os recentes estímulos ao consumo. Rita Mundim, comentarista do CNN Money, avaliou os impactos dessas medidas sobre a inflação e os desafios para a condução da política monetária.

🔗 Confira a análise completa



Sexta-feira (19/06)

Sem previsões.