 • Ibovespa: -0,45% (169.648,47 pts.) • S&P 500: -0,57% (7.511,35 pts.) • Nasdaq: -1,15% (26.376,34 pts.) • Dow Jones: +0,64% (51.999,67 pts.) • Dólar: +0,45% (R$ 5,089) • Euro: +0,60% (R$ 5,905) • Petróleo Brent (agosto): -5,06% (US$ 78,96) • Ouro (agosto): +0,06% (US$ 4.354,40)
Contexto: O Ibovespa fechou em queda nesta terça-feira (16), abaixo dos 170 mil pontos, pressionado principalmente pelo recuo das ações da Petrobras, em meio à forte baixa dos preços do petróleo no mercado internacional.
O dólar à vista avançou em relação ao real, na contramão de outras moedas emergentes, que se valorizaram frente à moeda norte-americana.
Nos Estados Unidos, os principais índices acionários tiveram desempenho misto. O Nasdaq e o S&P 500 encerraram o dia em queda, impactados pelas perdas do setor de tecnologia, enquanto o Dow Jones renovou seu recorde de fechamento pela segunda sessão consecutiva. Já a SpaceX avançou no ranking das companhias mais valiosas dos EUA, alcançando a quinta posição.
No mercado de commodities, os preços do petróleo despencaram mais de 5%, atingindo o menor nível em três meses. Os investidores repercutiram as perspectivas de retomada do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, em meio a sinais de demanda física mais fraca e à divulgação de poucos detalhes sobre um acordo preliminar para encerrar o conflito entre Irã e Estados Unidos. |
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 Analistas veem Copom em xeque diante de fiscal e inflação desancorada

Às vésperas da superquarta dos juros, economistas enxergam um cenário macroeconômico que parece não dar sinais de alívio para o Banco Central brasileiro. A expectativa de um corte tímido da Selic - de 0,25 ponto percentual - tende a se concretizar nesta quarta (17), apesar de não ser um consenso no mercado financeiro, que se divide com quem aposte que o Copom encerre mais cedo o pequeno ciclo de afrouxamento das taxas.
O grande desafio para o BC é a combinação de fatores que resultam numa “tempestade perfeita”, com expectativas de inflação desancoradas, política fiscal expansionista e eventos climáticos extremos. Esse diagnóstico foi feito por economistas que participaram nesta terça-feira do evento “Oportunidades de Investimento no Brasil e no mundo”, realizado pela Inter Asset.
Gustavo Pessoa, que e sócio fundador da Legacy Capital, avalia que existe uma “disputa” entre a política monetária e a política fiscal. Segundo ele, enquanto o BC mira a meta de 3% para a inflação, o fiscal parece agir por uma meta de 5%.
Além do fiscal, o economista cita os efeitos do projeto que acaba com a escala 6x1. A avaliação é de que a mudança eleve os custos para o setor produtivo, que terá de compensar a queda de horas trabalhadas pelos colaboradores.
Pessoa diz que a 6x1 já entra na conta dos analistas do mercado financeiro em suas projeções macroeconômicas e lembrou do Boletim Focus, que tem divulgado um aumento das expectativas para o IPCA e os juros neste ano. |
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Mercado precifica decisão do BC e monitora comunicado

O Banco do Japão abriu a semana de decisões de política monetária ao elevar a taxa básica de juros em 0,25 ponto, para 1% ao ano, o maior patamar em mais de três décadas. O mercado agora aguarda as decisões dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos, que serão anunciadas nesta quarta-feira (17). Lucinda Pinto, analista do CNN Money, comentou sobre a expectativa dos investidores para os próximos passos do BC e do Federal Reserve.
🔗 Confira a análise completa |
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Quarta-feira (17/06)
Brasil 9h - BC divulga o IBC-Br (abril) 14h30 - BC divulga o Fluxo Cambial Semanal 18h30 - BC divulga o Anúncio da Taxa de Juros (junho)
Zona do Euro 6h - Eurostat divulga o CPI (maio)
Estados Unidos 9h30 - C. Bureau divulga as Vendas do Varejo (maio) 11h - NAR divulga as Vendas Pendentes de Moradias (maio) 11h30 - DoE divulga os Estoques de petróleo bruto (junho) 15h - Fed divulga a Decisão da taxa de juros (junho) 15h - Fed divulga o Sumário de Projeções Econômicas (junho) 15h30 - Fed transmite o Discurso de Kevin Warsh (Presidente do Fed) |
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