16 junho, 2026

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16 de junho é o Dia Mundial da Tartaruga Marinha!







Um maestro viúvo redescobre o amor ao conhecer uma ingênua interiorana. No entanto, seus dilemas em relação à música o levam a questionar sua competência e se afastar da mulher que ama. 

Bravo!

Episódio final: 30 de janeiro de 1976
Primeiro episódio: 16 de junho de 1975 (Brasil)


Ariano Vilar Suassuna OMC foi um intelectual, escritor, filósofo, dramaturgo, professor, romancista, artista plástico, ensaísta, poeta, político e advogado brasileiro. Wikipédia
Nascimento: 16 de junho de 1927, João Pessoa, Paraíba
Falecimento: 23 de julho de 2014 (idade 87 anos), Recife, Pernambuco




Filho de Cássia Eller, o cantor Chico Chico decidiu incluir em sua certidão de nascimento o nome da sua outra mãe, Maria Eugênia. Hoje com 33 anos, ele foi criado pela viúva da cantora após a morte de Cássia, em 2001.
Com a inclusão do nome de Maria Eugênia em sua certidão, ela, que é tutora do filho, poderá ter direito aos bens dele deixado por Cássia Eller.
Chico tinha apenas 8 anos quando Cássia Eller morreu. Seu pai biológico, o baixista Tavinho Fialho faleceu em um acidente de carro pouco antes do nascimento do filho.
A guarda dele ficou Maria Eugênia. Foi a primeira vez que o laço afetivo se sobrepôs a um vínculo biológico na hora da guarda.





Vinicius Jr, no Jornal O Globo
Parece o  Stitch! 






O tempo pode ser benéfico ou cruel com pessoas e, com lugares é a mesma coisa. Essa máxima é inflexível quando observamos a transformação através de anos a fio. Quantos lugares ao redor do mundo se transformam ao longo dos anos depois de guerras, intervenções públicas ou mesmo com o avanço da natureza em locais com pouca ou nenhuma intervenção humana?

Aqui em São Paulo temos vários exemplos e nem todos são para melhor, pelo contrário. Ao longo das publicações de Antes & Depois aqui do São Paulo Antiga tenho a nítida impressão que nossa cidade quase que invariavelmente piora à medida que o tempo passa. Veja o exemplo a seguir.

A fotografia acima é a Rua Barão de Itapetininga, no sentido da praça da República para o viaduto do Chá em uma fotografia de 1955. É uma imagem de final do dia, de hora do rush, com um congestionamento parado bem junto à esquina com rua Dom José de Barros.

O cenário é romântico e nostálgico. Diversos carros que marcaram época, os trilhos de bonde, os luminosos da Fotoptica e Cinzano e mais adiante diversos luminosos de lojas e marcas que fizeram época em nossa cidade como Chocolates Falchi e Alfa Bombons.

Agora observe a foto abaixo, feita 71 anos depois em 2026 e faça um comparativo:

Os carros deixaram as ruas, que se transformaram em calçadão em meados da década de 1970. Mas, fora isso, será que algo pode ser visto como melhoria?

O calçadão é sinuoso, esburacado e com pedras portuguesas soltas. Saíram os luminosos grandiosos e entraram placas pequenas e sem qualquer identidade. As ruas estão mais sujas, mais vazias de pessoas e mais perigosas. E as marcas charmosas desapareceram. A lei Cidade Limpa trouxe melhorias, é verdade, mas não há como negar que os luminosos de outrora, os bem planejados evidentemente, deixavam a cidade mais bonita, iluminada e viva.

Não à toa que hoje em dia essa rua, especialmente à noite, é uma tristeza. Uma rua sem vida, sem alma e sem graça. É por isso que realmente precisamos analisar em quais lugares devemos manter ou não a rigidez inflexível da Lei Cidade Limpa, que carece de revisão. Caso contrário, nosso centro continuará um lugar a não se visitar.



Álbuns: Yesterday and Today (The Beatles, 1966)




Aurora Miranda Leão*

Rua do Pescador, nº 6 é o nome do documentário dirigido por Bárbara Paz, eleito pelo público como Melhor Documentário na 29ª edição do Cine Ambient, um dos mais importantes festivais de cinema ambiental do mundo, realizado em Turim, na Itália.

Ademais o filme de Bárbara Paz também recebeu menção especial do júri. A cerimônia de premiação aconteceu no histórico National Museum of Cinema em Torino, consolidando mais um importante reconhecimento internacional para a obra brasileira.

Ao anunciar os prêmios, o júri destacou a força humana retratada pelo documentário, ressaltando as histórias pessoais de sobrevivência e a forma sensível como Bárbara Paz transforma uma tragédia coletiva em relato profundamente humano.

“As histórias pessoais na luta pela sobrevivência de uma comunidade resiliente atravessam-se pela intensidade com que a autora nos relata uma tragédia de sua terra. A simplicidade das imagens imersivas devolve dignidade e beleza aos deslocados, exaltando o fator humano no momento mais dramático”, afirma a comissão julgadora.

Bárbara Paz comemorou as premiações, dedicando-as ao Rio Grande do Sul e às comunidades afetadas pelas enchentes de 2024, e disse ter realizado o documentário como registro para que a tragédia nunca seja esquecida e jamais se repita:

“O cinema é memória e registro. Todos nós precisamos acordar para o que está acontecendo. A Terra está gritando. Receber esse prêmio em um festival como o CinemAmbiente é um incentivo para continuar falando sobre o planeta e sobre a urgência da crise climática”, afirmou a cineasta.

Filmado na Ilha da Pintada, em Porto Alegre, Rua do Pescador, nº 6 acompanha as consequências das enchentes devastadoras de 2024 sobre a terra natal de Bárbara, o Rio Grande do Sul. O filme aborda o impacto da maior catástrofe climática da história do estado a partir do cotidiano de moradores que lutam para reconstruir suas casas, suas memórias e seu sentido de pertencimento.

Gravado logo após as águas baixarem, o documentário foca numa comunidade marcada pela perda, mas também pela resistência e pela solidariedade.

As conquistas no Cine Ambient ampliam a trajetória internacional de destaque do filme. Desde sua estreia mundial na Mostra Competitiva de Documentários Brasileiros do É Tudo Verdade, Rua do Pescador, nº 6 vem acumulando reconhecimentos em importantes festivais. Em 2025, Bárbara Paz recebeu o prêmio de Melhor Direção de Documentário no Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF). No Festival de Gramado, o longa conquistou os Kikitos de Melhor Trilha Musical, assinada por Renato Borghetti, e Melhor Desenho de Som, de Rodrigo Ferrante e André Tadeu. A obra também recebeu o prêmio de Melhor Longa-Metragem Ambiental no Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito (Cinesur).

Rua do Pescador, nº 6 é uma produção da BP Filmes, em coprodução com Morena Filmes, Canal Brasil e GloboNews, com distribuição da Lança Filmes.

Ficha técnica:

Direção: Bárbara Paz

Direção de Fotografia: Bruno Polidoro

Montagem: Renato Vallone

Edição de Som e Mixagem: Rodrigo Ferrante e André Tadeu

Pesquisa: António Venâncio

Produtora: Bárbara Paz

Produtora Executiva: Daniela Mazzilli

Produtor Associado: Tiago Rezende

Produção:  BP FILMES

Coprodução: MORENA FILMES, GLOBONEWS e CANAL BRASIL

Distribuição: Lança Filmes.

Prêmios e Festivais:

Rua do Pescador no 6 teve sua primeira exibição na Mostra Competitiva de Documentários Brasileiros do 30º É Tudo Verdade, sendo um dos 7 filmes brasileiros selecionados desta edição.

O filme também participou do Festival do Rio 2025, na mostra Première Brasil: Estado das Coisas | Especial COP 30.

“O filme não é uma tese do fim do mundo, mas um aceno para a esperança pela transformação – que só é possível, versa Bárbara, se a gente atentar para o agora.” (Andrea Guerra para Diário de Pernambuco).

O longa de Bárbara Paz também foi exibido e premiado nos seguintes festivais:

Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF 2025) – Bárbara Paz venceu o prêmio de Melhor Direção de Documentário com Rua do Pescador, nº 6.

Festival de Cinema de Gramado (53º Festival de Gramado, 2025) – O filme conquistou dois prêmios na mostra de longas-metragens gaúchos: Melhor Trilha Musical e Melhor Desenho de Som (edição de som) 

Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito (Cinesur) – Prêmio de Melhor Longa-Metragem Ambiental (Prêmio do Júri Oficial)

*Aurora Miranda Leão é atriz, especialista em Audiovisual e há mais de 20 anos dedica-se a divulgar Cinema do Brasil

Anne Schedeen (1949‑2026)