 • Ibovespa: -0,7% (168.453,93 pts.) • S&P 500: -1,21% (7.420,1 pts.) • Nasdaq: -1,34% (26.021,66 pts.) • Dow Jones: -0,98% (51.492,55 pts.) • Dólar: +0,41% (R$ 5,110) • Euro: -0,54% (R$ 5,873) • Petróleo Brent (agosto): +0,75% (US$ 79,55) • Ouro (agosto): +0,62% (US$ 4.381,40)
Contexto: Os mercados reagiram negativamente à decisão do Federal Reserve nesta quarta-feira (17). Embora o banco central dos Estados Unidos tenha mantido os juros na faixa de 3,5% a 3,75%, as projeções dos dirigentes indicaram a possibilidade de uma alta adicional em 2026, o que aumentou a aversão ao risco nos mercados globais.
No Brasil, o Ibovespa encerrou o pregão em queda, enquanto o dólar avançou frente ao real, acompanhando o fortalecimento da moeda norte-americana no exterior.
Em Wall Street, o movimento também foi de baixa. O S&P 500 e o Nasdaq recuaram mais de 1%, à medida que investidores passaram a precificar um cenário de juros mais altos por mais tempo. O novo presidente do Fed, Kevin Warsh, reforçou a necessidade de manter o combate à inflação, enquanto as projeções dos formuladores de política monetária apontaram para uma possível elevação dos juros ainda em 2026.
Na contramão dos mercados acionários, o petróleo fechou em alta, sustentado por fatores ligados à oferta e à demanda da commodity, além das tensões geopolíticas no Oriente Médio, em meio às especulações sobre um possível acordo na região e a novos ataques de Israel contra o Líbano. |
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 BC corta juros em 0,25 ponto e reduz Selic a 14,25%

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) decidiu nesta quarta-feira (17), por unanimidade, cortar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, reduzindo a Selic para 14,25% ao ano.
Esta foi a terceira reunião seguida de cortes pela autoridade monetária, as três com reduções de 0,25 ponto. O atual ciclo de ajustes iniciou em março deste ano, quando a Selic passou de 15% para 14,75%.
O comunicado do BC não mostra comprometimento com os próximos passos, ressaltando que a "magnitude total do ciclo de calibração será estabelecida à luz de novas informações visando assegurar a convergência da inflação à meta."
A decisão ficou em linha com as expectativas do mercado e ocorre em meio a um cenário de inflação ainda pressionada, incertezas fiscais domésticas e tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Segundo o comunicado, o contexto internacional permanece incerto devido à indefinição sobre os termos de um eventual acordo para cessar os conflitos no Oriente Médio e às consequências já observadas desses choques, que afetam as condições financeiras globais e os preços de ativos e commodities, exigindo maior cautela de países emergentes.
Esse cenário ganhou nova camada nesta semana, após os governos dos EUA e do Irã afirmarem um acordo prévio para encerrar o conflito no Oriente Médio e reabrir o Estreito de Ormuz, canal fundamental para o abastecimento de petróleo no mundo. |
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Sinal de alta de juros pelo Fed azeda mercados

O Fed (Federal Reserve) manteve nesta quarta-feira (17) a taxa de juros dos Estados Unidos na faixa de 3,5% a 3,75%, mas sinalizou a possibilidade de uma alta ainda em 2026. A editora e analista de economia da CNN Brasil Lucinda Pinto explicou quais pontos do comunicado da autoridade monetária contribuíram para azedar os mercados.
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Quinta-feira (18/06)
Reino Unido 8h - BoE divulga a Reunião de taxa básica de juros (junho)
Estados Unidos 9h30 - DoL divulga os Pedidos de auxílio desemprego 9h30 - Fed divulga a Sondagem Industrial - Filadélfia (junho) 11h - C. Board divulga os Indicadores Antecedentes (maio) |
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