 • Ibovespa: -0,17% (176.975,82 pts.) • S&P 500: -0,07% (7.403,05 pts.) • Nasdaq: -0,51% (26.090,73 pts.) • Dow Jones: +0,32% (49.686,12 pts.) • Dólar: -1,34% (R$ 4,998) • Euro: -1,1% (R$ 5,824) • Petróleo Brent (julho): +2,6% (US$ 112,10) • Ouro (junho): -0,1% (US$ 4.558)Contexto: O Ibovespa fechou em leve queda nesta segunda-feira (18), pressionado principalmente pelo desempenho da Vale, em meio à baixa dos contratos futuros do minério de ferro na China. Por outro lado, a Petrobras reverteu as perdas do início do pregão e encerrou em alta.
Os papéis da estatal acompanharam a recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional, que avançaram diante do aumento das incertezas sobre um possível acordo entre Irã e Estados Unidos. Além disso, os investidores também estavam de olho no impacto de um ataque a uma usina nuclear nos Emirados Árabes Unidos no fim de semana.
No mercado de câmbio, o dólar caiu de forma firme e voltou a fechar abaixo dos R$ 5, após o presidente norte-americano Donald Trump anunciar o adiamento de uma ofensiva militar que estava prevista para terça-feira (19) contra Teerã.
Em Nova York, os índices Nasdaq Composite e S&P 500 fecharam em baixa, pressionados pela realização de lucros em ações de tecnologia. A alta dos rendimentos dos Treasuries também alimentaram temores de inflação persistente e juros elevados por mais tempo. |
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Petróleo mais caro pode virar oportunidade desperdiçada às contas públicas Os gastos públicos elevados e a necessidade de subsidiar combustíveis podem fazer o Brasil desperdiçar uma rara oportunidade de melhorar o cenário fiscal - aberta pela disparada do petróleo com a guerra no Oriente Médio.
Esse é um importante paradoxo enfrentado pelo Brasil: ao mesmo tempo em que o país se beneficia da alta do barril por ser exportador líquido de petróleo, o próprio choque externo amplia pressões inflacionárias e empurra o governo para novas medidas de compensação fiscal.
Nesta segunda-feira, o Ministério da Fazenda estimou um impacto de R$ 6,2 bilhões por mês com as medidas anunciadas para conter a alta dos combustíveis.
Ao mesmo tempo, calculou um ganho potencial de arrecadação de cerca de R$ 8,5 bilhões mensais, impulsionado pela valorização do petróleo. |
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Mão de obra qualificada "some" e vira risco para obras A infraestrutura brasileira começa a viver um apagão de mão de obra qualificada em meio a investimentos recordes no setor. Há risco de esse problema se transformar em um gargalo estrutural, segundo estudo do Sinicon (Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada). Daniel Rittner, diretor editorial da CNN Brasil em Brasília, traz detalhes do problema e explica seus impactos para o setor de infraestrutura.🔗 Confira a análise completa |
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Terça-feira (19/05)
Brasil 9h - IBGE divulga as Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais: Primeiros Resultados (março)
Estados Unidos 11h - NAR divulga as Vendas Pendentes de Moradias (abril) |
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