17 maio, 2026

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Roberto Carlos e Clara Nunes em 1981, quando eles receberam o prêmio como destaques do ano, pelo Sistema Globo de Rádio.

Luto no Samba:
O cantor, compositor e instrumentista Noca da Portela morreu aos 93 anos. A informação foi anunciada pela escola de samba do Rio de Janeiro, a Portela, que fez menção ao artista como "um dos grandes nomes da nossa história". O artista estava internado desde o fim de Abril em um hospital no bairro de São Cristóvão, na Zona Norte da capital fluminense, com quadro de pneumonia.
Nascido em Minas Gerais, Osvaldo veio ainda menino para o Rio de Janeiro, onde ganhou o apelido de “Noca da Portela”, construindo uma história de sucesso, mas sem perder a essência da humildade que o tornou uma das mais admiráveis personalidades do Brasil. Reconhecidamente um artista de todos os sambas e de todas as lutas.
Chegou na Portela nos anos 1960, levado por Paulinho da Viola.
Integrou o Trio ABC da Portela, ao lado de Picolino e Colombo, e deixou sua marca em obras como 'Portela Querida', defendida por Elza Soares, e no samba-enredo 'O Homem de Pacoval', de 1976.
Ao todo, ele venceu sete vezes a disputa de samba-enredo na Majestade do Samba, marca que o coloca como um dos maiores vencedores da história da agremiação. Entre seus sambas vitoriosos estão “Recordar é viver”, de 1985, “Gosto que me enrosco”, de 1995, “Os olhos da noite”, de 1998, e “ImaginaRIO, 450 Janeiros de uma Cidade Surreal”, de 2015.
Integrante da Velha Guarda Show da Portela, Noca construiu uma obra com centenas de sambas e se tornou uma das personalidades mais respeitadas do Carnaval Carioca.
Nossos profundos sentimentos a família e amigos! Siga em paz!


Dia de celebração para o respeitado autor de novelas Vicente Sesso, nascido na cidade de São Paulo, no dia 17 de maio de 1933, que completa hoje 93 anos de vida.
Já aos 20 anos, Vicente Sesso produzia e atuava como ator na televisão. Iniciou na Tupi, em sua primeira fase, na década de 1950, convidado pelo autor Cassiano Gabus Mendes, depois de ter ido estudar televisão em Londres. Sendo um dos pioneiros da tv, Sesso passou por todos os processos, desde a maquiagem , passando por roteiro e direção.
Passou pelas tv´s Tupi, Paulista, Record e Excelsior na década de 1960, e é dessa época seu trabalho em vários teleteatros e no seriado infantil As Aventuras de Marco Polo. Em seguida veio a adaptação de O Guarani, do romance de José de Alencar, como uma novela ainda não diária, e ainda idealizou e cuidou do programa Jardim Encantado e do seriado As Aventuras de Eduardinho, seriado que revelou os atores ainda criança Dennis Carvalho e o saudoso Marcos Paulo, filho adotivo do autor.
Escreveu sua primeira novela diária em 1969, Sangue do Meu Sangue, seu maior sucesso e o último no horário das sete exibido pela TV Excelsior. Mesmo com a TV Excelsior em crise financeira, a história, elenco, produção (com figurinos do próprio acervo de Sesso) e direção em total sintonia , mostraram um dramalhão envolto em um fascínio poucas vezes conseguido em outras novelas do mesmo estilo. No elenco nomes como Francisco Cuoco, Nicette Bruno, Tônia Carrero e Fernanda Montenegro enriqueciam a trama.
A estreia na Globo veio em 1970 com a inovadora Pigmalião 70, protagonizada por Tônia Carrero e Sérgio Cardoso, primeira novela da Globo do horário das sete após a reformulação da emissora com a demissão de Glória Magadan. A trama criou um modelo para o horário das sete usado até hoje, ainda muitas dessas características de Pigmalião.
Repetiu o sucesso da estreia com suas tramas seguintes: Minha Doce Namorada (1971) e Uma Rosa com Amor (1972).
O gênero água com açúcar de Minha Doce Namorada foi um sucesso arrebatador, e foi ela quem rendeu o apelido de “Namoradinha do Brasil” à Regina Duarte, estrela da trama.
Uma Rosa com Amor foi a última novela do autor na Globo. A Comédia romântica também conquistou o público no início da década de 70, que viu ao invés de um par romântico jovem, como costumeiramente as novelas traziam, ganhou uma história de amor mais maduro através dos protagonistas vividos pelos saudosos Paulo Goulart e Marília Pêra. A novela ganharia um remake em 2010, no SBT, com Carla Marins e Cláudio Lins protagonizando a trama.
Fora da Globo, ainda na década de 70, Vicente Sesso escreveu As Divinas . . . e Maravilhosas (1973) na Rede Tupi e Cara a Cara (1979) na Rede Bandeirantes.
Durante a década de 1980 o autor se dedicou a teledramaturgia internacional e escreveu novelas e outros projetos para América Latina, Turquia, Eslovênia, Japão e outros países.
De volta ao Brasil na década de 1990, adaptou Tereza Batista, da obra de Jorge Amado, como minissérie para a Globo em 1992. No SBT, escreveu o remake de um dos seus maiores sucessos, Sangue do Meu Sangue, em 1995.
Devido à grande carga de trabalho que sempre manteve, principalmente em seu início de carreira, Vicente Sesso sofreu um infarto aos 32 anos, mas felizmente isso não o impediu de levar a nossa teledramaturgia para os quatro cantos do mundo, mostrando o talento e a genialidade de um dos nossos grandes e inesquecíveis autores.































No dia 17 de maio de 1985, estreava pela Rede Globo, a série Armação Ilimitada.
O projeto foi concebido a partir de um esboço feito por Kadu Moliterno e André di Biase, que haviam trabalhado juntos na telenovela "Partido Alto" em 1984. A ideia foi concretizada por Daniel Filho, que apostou e investiu no seriado de aventuras apresentado em ritmo de videoclipes.
Dois garotões, Juba (Kadu Moliterno) e Lula (André di Biasi), adeptos aos esportes radicais e amantes da natureza, montam uma empresa chamada Armação Ilimitada. Dispostos a aceitar todo tipo de trabalho, partem, juntamente com sua namorada Zelda Scott (Andréa Beltrão) e o garoto Bacana (Jonas Torres), em busca de missões inusitadas.
Esse grande sucesso dos anos 1980, está disponibilizado no catálogo do Globoplay

A escritora Rachel de Queiroz publicou a obra Memorial de Maria Moura em 1992. Dois anos depois, a Rede Globo levou ao ar a adaptação do romance em formato de minissérie. Com 19 capítulos, "Memorial de Maria Moura" estreou em 17 de Maio de 1994, ficando no ar até 17 de Junho do mesmo ano. A obra foi transportada para a TV por Jorge Furtado e Carlos Gerbase, com colaboração de Glênio Póvoas e Renato Campão. Direção de Denise Saraceni, Mauro Mendonça Filho e Roberto Farias. Carlos Manga assumiu a direção artística.
A minissérie apresentou a saga de uma mulher contra a submissão feminina na sociedade patriarcal do século XIX. Maria Moura (Glória Pires) tem um histórico familiar doloroso: perde o pai na infância e, aos 17 anos, encontra a mãe (Bete Mendes) morta em casa, pendurada no teto pelo pescoço, como se tivesse se suicidado. A jovem, no entanto, tem certeza de que se trata de assassinato. O provável autor é seu padrasto, que passa a aliciá-la. Para vingar a morte da mãe, Maria seduz o empregado e amigo de infância Jardilino (Lui Mendes) e pede que ele execute o padrasto.
Imersa na violência e nas disputas de terra tão presentes em seu contexto de vida, Maria Moura passa a reagir com igual rivalidade com todos que descumprem suas regras e leis. Protegida por empregados da família, reúne um grupo de pessoas para que a ajude a conquistar a terra herdada do pai. Mas, para isso, precisa impedir a invasão do sítio por seus ardilosos primos Tonho (Ernani Moraes), Irineu (Otávio Muller) e Firma (Zezé Polessa).
O bando de Maria Moura vai aumentando com a adesão de pessoas injustiçadas ou perseguidas, como a prima Marialva (Cristiana Oliveira) e seu companheiro, o malabarista e atirador de facas Valentim (Jackson Antunes).
Indo contra as regras sociais estabelecidas pelo sistema patriarcal, no qual a submissão feminina é uma constante, a protagonista é capaz de tudo por sua liberdade, sendo cruel com seus adversários e extremamente leal aos que a apoiam. Maria só fraqueja ao se apaixonar pelo sedutor Cirino (Marcos Palmeira), recuperando uma ingenuidade que julgava perdida. Mas ela encomenda a morte do amado ao descobrir que foi traída por ele. Atendendo a um pedido de Maria Moura, Valentim atira uma de suas facas em Cirino.
A minissérie termina com uma batalha: de um lado, o bando liderado por seus primos e Eufrásia (Rosamaria Murtinho); de outro, o de Maria Moura. No dia marcado para o enfrentamento, percebendo que os adversários estavam mais bem armados, Maria Moura ordena que seu bando permaneça em casa e segue sozinha para cumprir seu destino, pensando em se entregar ou morrer.
Descumprindo suas ordens, Duarte (Chico Diaz), seu fiel seguidor, decide acompanhá-la e lutar ao seu lado. Eles cavalgam na direção dos inimigos e morrem baleados em um final épico.


No dia 17 de maio de 2010, estreava "Passione", novela escrita por Silvio de Abreu para a TV Globo. A novela tinha como principal qualidade seu esplendoroso elenco, que apresentava grandes nomes do teatro e da televisão com personagens de destaque.
Com direção de Denise Saraceni, a novela apresentou vários núcleos, onde todos eram intercalados e repletos de dramas fortes.
A empresária Bete Gouveia (Fernanda Montenegro) começou a história já sabendo que seu filho não havia morrido, iniciando uma saga em busca do ente querido. E a partir desta revelação, a grande vilã Clara Medeiros (Mariana Ximenes) arquitetou um plano, com a ajuda de seu parceiro e amante Fred (Reynaldo Gianecchini), para encontrar este rapaz antes da milionária e se casar com ele, com o objetivo de herdar automaticamente toda a fortuna da Família Gouveia.
E o filho de Bete Gouveia era Totó (Tony Ramos), que vivia com sua família na Itália. Todos eram característicos italianos, abusavam do sotaque e eram muito unidos.
Como de costume nas tramas de Sílvio houveram também núcleos cômicos e também por cenas fortes e tom de mistério.
Como já dissemos acima, a novela trouxe grandes atores para compor o elenco e além dos nomes já citados, estavam no elenco: Maitê Proença, Daniel de Oliveira, Gabriela Duarte, Larissa Maciel, Marcello Antony, Irene Ravache, Francisco Cuoco, Aracy Balabanian, Daisy Lúcidi, Cleyde Yáconis, Leonardo Villar, Elias Gleizer, Emiliano Queiroz, Flávio Migliaccio, Kate Lyra, Leandra Leal, Werner Schünemann, Rodrigo Lombardi, entre muitos outros.

Alessandra Maestrini, que está completando 49 anos de idade, é atriz, cantora, compositora e conhecida como uma ótima versionista, profissional que faz a versão das músicas de um espetáculo.
Nascida na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, no dia 17 de maio de 1977, estreou nos palcos em 1997 com o espetáculo "As Malvadas", de Charles Möeller e Cláudio Botelho. Desde então, a artista se divide entre as carreiras de atriz e cantora em musicais e na TV.
Na televisão, depois de algumas participações em produções da TV Globo, se destacou na emissora, ao interpretar a hilária empregada Bozena no humorístico "Toma Lá Dá Cá", de Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa.
Em 2013, a artista lançou seu primeiro CD solo como cantora, "Drama'n Jazz". Segue assim, turnê pelo país e também em peças musicais, onde sempre é destaque por sua versatilidade. Versatilidade essa, que poderia ser melhor aproveitada na televisão, onde a maioria do grande público, tem maior acesso, mas isso não desmerece o talento dessa artista


Nicette Bruno, nos anos 1950, no teleteatro "Bodas de Sangue", exibido pela TV Tupi.


Débora Duarte com oito aninhos de idade, fazendo sua estreia na TV, na novela "Os Miseráveis", exibida pela TV Tupi em 1958

Memorial da TV, Cinema, Teatro e das Artes em Geral.







Da Maior Liberdade: Documentário sobre Gonzaguinha

Uma paixão como nenhuma outra - Lynette Yiadom-Boakye






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