16 fevereiro, 2026

ICL Notícias ­

 

DESTAQUES

Sapucaí tem homenagens a Lula e Ney Matogrosso, e exaltação da cultura negra

Acadêmicos de Niterói, Imperatriz Leopoldinense, Portela e Estação Primeira de Mangueira foram as quatro escolas a desfilar neste domingo

A primeira noite de desfiles no Grupo Especial do carnaval do Rio de Janeiro, na Marquês de Sapucaí, neste domingo (16), foi marcada por homanagens ao presidente Lula (PT) e ao cantor Ney Matogrosso, além de exaltações à cultura negra do Rio Grande do Sul e do Amapá. Acadêmicos de Niterói, Imperatriz Leopoldinense, Portela e Estação 

Primeira de Mangueira foram as quatro escolas a desfilar.


As quatro escolas cruzaram a avenida dentro do tempo máximo de 80 minutos.


O segundo dia dos desfiles na Sapucaí, que acontece entre segunda e terça, vai contar com apresentações de Mocidade Independente de Padre Miguel, Beija-Flor de Nilópolis, Unidos do Viradouro e Unidos da Tijuca.(...)


Ler matéria completa

NOTÍCIAS DO DIA

Lula vai à Índia reforçar discurso da soberania e assinar acordos de IA e minerais críticos

Esposa do jogador Willian desiste de cobrar dívida de ex-empregada doméstica após reportagem

‘O Agente Secreto’ vence Spirit Awards como melhor filme internacional

Saiba quais alimentos contêm a ‘vitamina do ouro’ para o cérebro


REVISTA LIBERTA

Pacto de silêncio


Inconsistências no caso Epstein permitem manutenção da rede de poder que abusa de mulheres e meninas 


O multimilionário Jeffrey Epstein não foi uma exceção. Não foi um monstro isolado. Não foi um desvio do sistema: foi um produto dele.


Mesmo diante de acusações graves e de sua primeira condenação em 2008 por exploração sexual, Epstein cumpriu uma pena extraordinariamente branda.(...)


Leia mais na coluna de Gabriela Varella

Caso Klein: por que escândalo nacional não repercutiu como o de Epstein?


Já se passaram cinco anos desde que as denúncias contra o fundador das Casas Bahia vieram a público


Exploração sexual, aliciamento de crianças e adolescentes, dinheiro e poder. Era abril de 2021 quando documentos, depoimentos e uma imagem de embrulhar o estômago vieram a público: meninas de biquíni dentro de uma piscina, abraçadas a um senhor, entoando em coro “êô, o Samuca é o terror”. (...)


Leia mais na coluna de Alice Maciel


ARTIGOS EXCLUSIVOS

Carnaval: celebração, economia e disparidade social


Entenda sobre a origem do carnaval, seus impactos econômicos e repercussão nos dias atuais.

A importância da cultura: passado, presente e futuro na história do Brasil


A importância da cultura é lembrada em todas as formas da cultura popular, de como ela é construída pela história de um povo e marca cada um de seus indivíduos.

CURIOSIDADE

Afinal, o Carnaval é feriado?


No Brasil, quando o ano começa e os blocos ganham as ruas, muita gente assume que a segunda e a terça-feira de Carnaval são feriados. A festa, porém, não está no calendário oficial de feriados nacionais.


O que o governo federal costuma estabelecer nesses dias é ponto facultativo para servidores públicos. Isso significa que os órgãos podem suspender o expediente, mas a medida não cria um feriado nacional obrigatório.


Estados e municípios, por sua vez, podem decretar feriado local — e isso ocorre em alguns lugares, como no Rio de Janeiro, onde a terça-feira é feriado estadual.


Já a Quarta-feira de Cinzas é considerada ponto facultativo até as 14h no calendário federal. Em algumas localidades, o expediente retorna ao meio-dia ou o ponto facultativo pode abranger o dia inteiro.


Entre decretos e fantasias, o Carnaval segue como a maior celebração popular do país: mistura de cultura, resistência, criatividade e rua cheia.

COLUNA ICL


A História do Brasil em treze noites e treze dias


Ali, na passarela do samba, as caricaturas carnavalescas assumiram um papel didático de rara clareza. O golpismo histórico das elites contra a força ascendente do povo trabalhador foi encenado sem meias palavras


Em que pese a exaustiva e, por vezes, estéril advertência sobre a politização do carnaval em ano eleitoral (ou não) o que se viu na Marquês de Sapucaí com o desfile da Acadêmicos de Niterói foi a própria História do Brasil numa síntese potente. Para o desgosto daqueles que odeiam o protagonismo popular. A agremiação, com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, não se limitou a homenagear uma figura política; ela traduziu em alegorias, samba e emoção a jornada de um povo, a resiliência de uma nação e as contradições que nos forjam.


Dos sertões áridos de Garanhuns, Pernambuco, emergiu a narrativa de um Brasil profundo, tantas vezes esquecido pelas elites litorâneas. (...)


Leia mais na coluna de Lindener Pareto Jr.