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DESTAQUES | Enquanto fala em conter gastos, Motta viaja em jatinho da FAB a evento de Gilmar, em Portugal
Evento reúne ministros do Supremo com governantes e empresários, muitos deles com ações que representam interesses poderosos
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Em meio à crise com o governo e uma chuva de críticas nas redes sociais, acusando-o de defender o interesse dos ricos contra os direitos dos pobres e da classe média, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), viajou para Portugal. Foi participar do fórum de debates promovido em Lisboa pelo ministro Gilmar Mendes, do |
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Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar de repetir o discurso de corte de gastos, Motta foi para o evento, apelidado de “Gilmarpalooza”, em um jatinho da FAB, em vez de viajar em voo comercial, como fizeram, por exemplo, os ministros do Supremo. (...)
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HISTÓRIA |  | 2 de julho: a data em que o povo baiano terminou o que Dom Pedro começou |
Muita gente acha que a Independência do Brasil acabou em 7 de setembro. Mas não foi bem assim. Em várias regiões do país, os portugueses continuaram no poder e resistiram à separação. A Bahia foi uma delas, e talvez a mais simbólica.
Lá, a população se organizou, pegou em armas e sustentou uma guerra popular por mais de um ano. A luta envolveu desde elites locais até trabalhadores, indígenas e mulheres como Maria Quitéria, que se alistou disfarçada de homem para enfrentar os soldados da Coroa.
O desfecho só veio em 2 de julho de 1823, quando Salvador foi reconquistada e as tropas portuguesas expulsas. Por isso, para o povo baiano, essa é a verdadeira data da Independência. O 2 de Julho virou símbolo de resistência popular, de projeto de país e de memória coletiva que não cabe em desfile militar.
No ICL, acreditamos que lembrar essas histórias faz parte do processo de libertação que ainda está em curso.
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COLUNA ICL
Favela da Nova Holanda: o canto cheio de mistério da Enedina
Uma série de crônicas explorando a interseccionalidade entre evangélicos, favela e ética
A favela Nova Holanda fica no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio de Janeiro, próxima à avenida Brasil e à Linha Vermelha.
Enedina morava com o seu companheiro de mais de cinco décadas. Não tiveram filhos. O Santanna era de baixa estatura. Nordestino, negro, bigodinho ralo, camisa de manga curta desabotoada e músculos.
Santanna trabalhou como estivador no Porto do Rio de Janeiro antes de ser chamado de Porto Maravilha, entre o Centro e o bairro do Caju. Na época, os trabalhadores do porto usavam a força do braço para carregar e descarregar cargas pesadas. Daí vinham seus músculos torneados. (...)
Leia mais na coluna de Valdemar Figueredo |  |
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