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A bilionária Lucy Guo, cofundadora da startup Scale AI, tem um recado para quem busca equilíbrio entre vida pessoal e trabalho: “Talvez você esteja no emprego errado”. Recentemente, esse equilíbrio se tornou um benefício inegociável que supera salário e cargo, com trabalhadores da Geração Z dispostos a deixar empregos que não oferecem esse equilíbrio em abundância. |
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Cada vez mais candidatos se deparam com recrutadores virtuais durante os processos seletivos, interagindo com eles por telefone ou vídeo em etapas que antes eram conduzidas por seres humanos. Essa tendência tem se espalhado pelo mercado e colocado em xeque o equilíbrio entre eficiência tecnológica e empatia humana. |
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Trabalhar pode – e deveria - ser divertido. Essa é premissa de Bree Groff, consultora em transformação organizacional e autora do livro Today Was Fun: A Book About Work (Seriously) (Hoje foi divertido: um livro sobre trabalho (sério), em tradução livre para o português). Segundo Groff, não basta sobreviver à rotina profissional, é preciso aproveitá-la. |
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| Apesar de 7 em cada 10 trabalhadores da área utilizarem IA no exercício profissional — e 80% deles perceberem ganhos concretos nos processos —, a aceitação por parte das lideranças barra a implementação da tecnologia. Os dados foram retirados de um levantamento inédito da HR Tech brasileira, Sólides, em parceria com a Offerwise, de pesquisa de mercado, com 400 profissionais entrevistados em 2025. |
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| Embora a IA tenha sido discutida à exaustão nos últimos anos, entre suas aplicações mais impactantes estão os agentes capazes de interagir, analisar dados, tomar decisões e executar tarefas a partir de informações fornecidas por humanos, orquestrando a relação entre os funcionários e a IA por meio de um agente autônomo. Para o colunista Rodrigo Krüger, diante dos benefícios que a ferramenta pode oferecer, torna-se evidente que essa tecnologia deve ser encarada como uma aliada — e não como uma ameaça. |




