|
|
O Inter anunciou, no fim do mês passado, o lançamento do Pix via WhatsApp , uma nova funcionalidade de pagamentos instantâneos feita diretamente no aplicativo de mensagens. Com a modalidade, clientes elegíveis do Inter podem fazer transferências sem precisar alternar entre os aplicativos do banco e o de mensagens. O processo ocorre dentro de um fluxo conversacional, que utiliza inteligência artificial para interpretar comandos em texto ou imagem. |
|
O Banco Central (BC) publicou duas resoluções que incluem as empresas de criptoativos nas regras de controle interno obrigatórias para bancos, instituições de pagamento e outras instituições autorizadas. A Resolução 552 obriga as Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs) a seguirem as regras dispostas em resoluções anteriores, que tratam de questões como funcionamento da ouvidoria, política de compliance e cibersegurança nas empresas. Já a Resolução 553 tem como foco padronizar a elaboração de documentos contábeis pelas PSVAs. |
|
O representante do Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e Supervisão de Conduta (Decon) do Banco Central, Gerson Romantini, disse que o BC está atento aos riscos que as empresas de criptoativos trazem ao sistema financeiro. Desde o dia 2 de fevereiro, as companhias devem se submeter a um processo de autorização pelo órgão para poder continuar operando no Brasil, com o fim de enquadrar as empresas em requisitos de prevenção de lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa. |
|
A regulamentação que o Banco Central submeterá ao setor de criptoativos tem levado algumas das empresas, sobretudo as de menor porte, a reverem seus planos de negócio. Algumas colocaram suas operações à venda e outras desistiram de trabalhar no país. Para especialistas, várias das startups cripto subestimaram o peso da regulação e a consequência será uma maior concentração de um setor, até então, pulverizado em dezenas de participantes locais e estrangeiros. |
|
Nos últimos anos, uma nova geração de provedores de crédito passou a liberar recursos fora do sistema bancário tradicional. O cenário tem se transformado desde 2018, quando o governo brasileiro iniciou um movimento de descentralização do crédito em busca de mais canais de financiamento, mais competição e mais especialização para sustentar o crescimento — uma tendência que vai além do mercado brasileiro. O novo paradigma tem destravado investimentos em produção e inovação, e incorporou a tecnologia como pilar da infraestrutura financeira do país. |




