Não é à toa que a Unico está de olho na verificação etária obrigatória do ECA Digital. Por ano, a empresa brasileira já faz bilhões de checagens de identidade de clientes para bancos e bets. Como a idade é um aspecto dos vários a compor a identidade de alguém, a companhia está acompanhando uma discussão em um terreno confortável a ela.
Para Monteiro, plataformas que já conhecem seus usuários, como bancos e bets, precisarão apenas confirmar se a data de nascimento informada é real. Desafio diferente será enfrentado pelas empresas online que liberam acesso anonimizado, como redes sociais ou sites de conteúdo adulto.
Elas terão de adotar soluções mais robustas para detectar quem de fato é menor de idade, barrá-los quando for o caso de conteúdos proibitivos para a idade e equilibrar o grau de exposição da privacidade deles aos mecanismos adotados.
Ministério da Justiça e ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) correm para editar as regras que regerão as ferramentas a serem usadas na verificação etária. Para Monteiro, as tecnologias do tipo "zero proof knowledge" se sobressaem na hora de equilibrar privacidade e
Com eles, a plataforma não sabe quem é o usuário do outro lado, e o verificador de idade não sabe qual plataforma o usuário está acessando. Ninguém consegue montar a história toda