 | DESTAQUES | Governo Zema reduz verba contra chuvas de R$ 135 mi para R$ 6 mi, diz jornal
Ao menos 32 pessoas morreram e 38 estão desaparecidas na Zona da Mata de Minas Gerais em razão das chuvas que atingem a região
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O governo de Romeu Zema (Novo) reduziu as despesas na infraestrutura de combate às chuvas de cerca de R$ 135 milhões para R$ 6 milhões entre os anos de 2023 e 2025. Os dados estão no Portal de Transparência do Estado e foram revelados pelo jornal O Globo.
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Desde a noite de segunda-feira (23), ao menos 32 pessoas morreram e 38 estão desaparecidas na Zona da Mata de Minas Gerais em razão das chuvas que atingem a região. Outras 208 pessoas foram resgatadas com vida. Cenas de moradores tentando socorrer vizinhos ilhados, casas desmoronando, ruas completamente alagadas, além de carros e até caixões de funerária sendo levados pela enxurrada, se repetiam ao longo do dia. (...)"
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No compasso do samba, a mudança da maré
Desfile revela extrema direita na defensiva e presa à pauta de costumes
A homenagem da Acadêmicos de Niterói ao presidente Lula não foi apenas um desfile na Marquês de Sapucaí. Desde a escolha do enredo, todo o processo de organização da escola foi transformado em elemento da disputa política do país, ganhando contornos de centralidade no debate público na medida em que o carnaval se aproximava. (...)
Leia mais na coluna de Bernardo Cotrim |  |
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COLUNA ICL
Cidade e Memória
Sem o conhecimento, impera o descaso.
A cidade do Rio de Janeiro completa 461 anos de fundação no dia 1º de março. A efeméride duvidosa (há controvérsias que envolvem a fundação) me leva a escrever esse texto expressando um desejo de quem nasceu, vive e provavelmente morrerá no chão da Guanabara: que a cidade e seus habitantes tenham mais apreço por aquilo que fomos e nos constituiu; menos para celebrar e mais para encarar e reconhecer o horror (sim, a cidade é filha do horror) e a beleza (sim, a cidade é danada para produzir beleza) da nossa formação. Digo isso porque o Rio de Janeiro tem, ao longo dos tempos, a chocante tendência de destruir seus lugares de memória. O Palácio Monroe foi demolido; o Mercado da Praça XV, um marco da arquitetura em ferro, foi extirpado; a Praça Onze, depositária do contato entre as culturas de negros, judeus e ciganos, acabou em nome de progresso; o local em que Machado de Assis viveu, no Cosme Velho, virou um edifício amorfo; botequins centenários sucumbiram; históricos cinemas de rua tiveram fachadas descaracterizadas para funcionar como igrejas; centenários sobrados dos subúrbios foram destroçados, sem que deles reste ao menos o vestígio (...)
Leia mais na coluna de Luiz Antonio Simas |  |
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