O que aconteceu com a disposição das Bolsas globais? De Wall Street a Xangai, da B3 à STOXX Europe 600, passando é claro pela Bolsa de Valores da Mongólia (MSE), em Ulaanbaatar, predomina um quadro pulmonar que inspira cuidados - atenção total dos especialistas em pneumologia. “Mercados perdem fôlego com as tensões geopolíticas”, informam as manchetes do dia. Até abriram em alta. Muitos viraram para um sufocante negativo, outros, caso do Ibov, ficaram sem ar e “reduziram ganhos” - embora no mês a maioria dos ativos já precise de auxílio de aparelhos de respiração. Os brônquios dos investidores estão congestionados, fechados como uma passagem de Ormuz, num inverno difícil de enfrentar. O choque de oferta pressiona o quadro e especialistas ainda temem uma UTI global no segundo semestre - de preferência depois da Copa, desabafa uma figura da Faria Lima, de olho não mais na reabertura do Estreito, mas sim na estreia do Brasil no Mundial. Nem todas as vias foram obstruídas: o mercado se movimenta e busca ar em family offices, ETFs, ações de energia (energia cai bem) e até no diagnóstico da inflação em 2026. Vou ali tomar a vacina contra gripe e já volto.
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O agro vai à luta. Com escritórios em Uberlândia, Goiânia e Cuiabá, Ghia vê base de clientes do agronegócio crescer e projeta dobrar ativos sob gestão até 2028. Olha o exemplo pra não deixar a peteca cair, nem a indisposição tomar conta.
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Tomando uma sopinha, de letrinhas, pra dar uma força. 3PRE11 inicia a negociação na B3 nesta quarta-feira (10), com taxa global de 0,20% ao ano. Bonito de ver a numeralha. Espie só. 👇
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Tem mais: CDIB11 terá taxa de 0,15% ao ano e alíquota de 15% de IR; novidade une previsibilidade do Tesouro Selic com benefício tributário dos ETFs de renda fixa. Tendência. “Quero pra mim.” Pois não. Entenda os casos.
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Bilhões batem asas e partem para voar bem longe. Após um primeiro trimestre de forte entrada de recursos, investidores gringos passaram a vender ações brasileiras em 2026, segundo relatório do Itaú BBA. É só o inverno, El Niño? |
É uma teimosia que dura até 2027? Parece que sim. Corretora prevê IPCA em 5,5% para o final 2026, revisa expectativa para 2027 e não descarta rever para cima projeção da Selic. Mas que birrenta!
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