14 junho, 2026

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 Cacilda Becker faleceu em 14 de junho de 1969, aos 48 anos, em São Paulo, vítima de um derrame cerebral causado pelo rompimento de um aneurisma.

Considerada a maior atriz da história do teatro brasileiro, ela dedicou quase três décadas à arte e ajudou a transformar os palcos nacionais.

Nascida em 6 de abril de 1921, em Pirassununga, São Paulo, começou a carreira nos anos 1940 e tornou-se o principal nome do teatro moderno brasileiro. Ao longo de sua trajetória, participou de cerca de 68 montagens teatrais, destacando-se em espetáculos memoráveis como Pega Fogo, Antígona, A Dama das Camélias, Gata em Teto de Zinco Quente, Quem Tem Medo de Virginia Woolf?, Maria Stuart e Esperando Godot.

Além dos palcos, também deixou sua marca no cinema, atuando em filmes como Luz dos Meus Olhos (1947), Caiçara (1950) e Floradas na Serra (1954). Na televisão, além de marcar época em teleteatros ao vivo, abriu uma única exceção em sua carreira para protagonizar a telenovela Ciúmes (1966), exibida pela TV Tupi.

Na vida pessoal, foi casada com o jornalista Tito Fleury e, posteriormente, com o ator Walmor Chagas, seu grande parceiro artístico. Teve dois filhos: Luiz Carlos Becker Fleury Martins, de seu primeiro casamento, e a filha adotiva Maria Clara Becker Chagas.

Em 6 de maio de 1969, durante o intervalo de uma apresentação de Esperando Godot — peça em que dividia o palco com Walmor —, sofreu o derrame cerebral. Levada às pressas para o hospital ainda com o figurino da montagem, ela travou uma longa batalha de 38 dias internada, vindo a falecer em 14 de junho daquele ano. Sua partida causou enorme comoção e marcou para sempre a história das artes cênicas brasileiras.

Passados 57 anos de sua despedida, o legado de Cacilda Becker continua vivo. Seu talento, disciplina e amor pelo teatro fizeram dela uma referência eterna para atores, atrizes e admiradores da cultura brasileira.


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 Camila Pitanga Manhães Sampaio nasceu em 14 de junho de 1977, no Rio de Janeiro.

Filha dos atores Antônio Pitanga e Vera Manhães, Camila seguiu os passos dos pais desde cedo e construiu uma trajetória sólida como atriz e apresentadora.

Depois de trabalhos no cinema e como assistente de palco de Angélica, estreou na televisão na minissérie Sex Appeal (1993), da Globo, interpretando uma jovem aspirante a modelo.

Nos anos seguintes, conquistou espaço em novelas como Fera Ferida, A Próxima Vítima, Malhação, Porto dos Milagres e Mulheres Apaixonadas. Em 2007, alcançou um dos maiores momentos de sua carreira ao interpretar a inesquecível Bebel em Paraíso Tropical. A personagem conquistou o público, roubou a cena e lhe rendeu diversos prêmios.

A atriz também protagonizou produções marcantes como Cama de Gato, Lado a Lado, Babilônia e Velho Chico. Durante as gravações desta última novela, viveu um dos momentos mais difíceis de sua vida ao presenciar a morte do amigo e parceiro de cena Domingos Montagner, que se afogou no Rio São Francisco.

Afastada das novelas por um período, dedicou-se à série Aruanas (2019) e ao trabalho como apresentadora do programa Superbonita, do GNT. Em 2025, retornou às novelas em papel de destaque como Lola em Beleza Fatal, da HBO Max, além de participar de Dona de Mim.

Ao longo de sua trajetória, também acumulou importantes trabalhos no cinema, no teatro e em videoclipes.

Na vida pessoal, foi casada entre 2001 e 2011 com o diretor de arte Cláudio Amaral Peixoto, pai de sua única filha, Antônia, nascida em 2008. Atualmente, é noiva do professor e dramaturgo Patrick Pessoa, e o casal confirmou que o casamento acontecerá em dezembro.

Parabéns pelos 49 anos, Camila Pitanga! Que esta nova etapa seja repleta de saúde, felicidade, amor e muitos sucessos.



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 Leila Diniz morreu tragicamente em 14 de junho de 1972, aos 27 anos, vítima do acidente aéreo com o voo 471 da Japan Airlines.

A atriz retornava ao Brasil após participar do Festival de Cinema de Adelaide, na Austrália — onde foi premiada por sua atuação no filme Mãos Vazias —, quando a aeronave caiu na Índia durante a aproximação para uma escala em Nova Déli. O desastre vitimou 82 pessoas a bordo e 4 operários em solo, deixando 11 sobreviventes na aeronave.

A notícia da tragédia comoveu profundamente o Brasil. No auge da juventude e da carreira, Leila teve sua vida interrompida de forma repentina, deixando familiares, amigos, colegas de profissão e admiradores em choque. Sua morte precoce transformou-se em um dos episódios mais marcantes da história artística brasileira.

Leila Roque Diniz nasceu em 25 de março de 1945, em Niterói, no Rio de Janeiro. Atriz de personalidade forte e carisma natural, destacou-se no teatro, no cinema e na televisão durante os anos 1960 e início dos anos 1970.

Na TV, participou de produções como O Sheik de Agadir, A Rainha Louca, Anastácia, a Mulher sem Destino, Acorrentados, Vidas em Conflito e E Nós, Aonde Vamos?. No cinema, atuou em filmes marcantes como Todas as Mulheres do Mundo, Edu, Coração de Ouro, Mãos Vazias, O Donzelo e Amor, Carnaval e Sonhos, consolidando seu nome entre os grandes talentos de sua geração.

Sua vida pessoal e sua postura autêntica sempre despertaram o interesse do público. Na juventude, Leila viveu uma lenda amorosa e uma intensa parceria artística com o cineasta Domingos de Oliveira, com quem morou junto por cerca de três anos. Mais tarde, uniu-se oficialmente ao cineasta moçambicano Ruy Guerra.

Dessa união nasceu Janaína Diniz Guerra, sua única filha. Em 1971, Leila entrou definitivamente para a história da fotografia brasileira ao ser registrada de biquíni na praia de Ipanema, exibindo orgulhosamente a gravidez de Janaína. Em uma época de costumes extremamente conservadores sob a ditadura militar, a imagem causou enorme repercussão e transformou-se no maior símbolo de libertação feminina e naturalidade do corpo no país.

Mais do que uma grande atriz, Leila tornou-se a personificação da liberdade, da independência e da quebra de tabus. Sua espontaneidade e suas opiniões francas — como a histórica e desbocada entrevista concedida ao jornal O Pasquim em 1969 — desafiaram de tal forma a moral da época que o regime militar instituiu a censura prévia à imprensa escrita por meio de uma portaria que ficou conhecida nos bastidores como o "Decreto Leila Diniz".

Mesmo perseguida e boicotada pela censura nos anos finais de sua vida, Leila nunca abriu mão de sua alegria. Sua maneira de peitar o autoritarismo e a hipocrisia com afeto, sorrisos e autenticidade fez dela uma figura revolucionária, cujo legado de liberdade permanece vivo e inspirador mais de cinco décadas após sua partida.


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 Em 14 de junho de 1909, o então presidente do Brasil, Afonso Pena, faleceu aos 61 anos, vítima de uma pneumonia. Sua morte interrompeu o mandato presidencial antes do término e provocou uma mudança imediata no comando do país.

Com o falecimento de Afonso Pena, o vice-presidente Nilo Peçanha assumiu a Presidência da República, governando o Brasil de 14 de junho de 1909 até 15 de novembro de 1910.

A posse de Nilo Peçanha marcou um capítulo singular da história nacional. Filho de uma família humilde do interior do Rio de Janeiro, ele se tornou o primeiro e único presidente afrodescendente da história do Brasil. Sua ascensão ao cargo máximo do Executivo representou um fato sem precedentes em uma República ainda jovem, fundada apenas duas décadas antes.

Durante seu governo, Nilo Peçanha buscou fortalecer a educação profissional e incentivar a formação técnica dos trabalhadores brasileiros, sendo lembrado pela criação das Escolas de Aprendizes Artífices, consideradas precursoras da atual rede federal de educação tecnológica.

Passados 117 anos, a morte de Afonso Pena e a consequente posse de Nilo Peçanha permanecem como um dos acontecimentos mais marcantes da história política brasileira, simbolizando uma importante transição de poder e um momento único na representação da população afrodescendente na Presidência da República.




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 Em 14 de junho de 1966, durante o pontificado do Papa Paulo VI, a Igreja Católica aboliu oficialmente o Index Librorum Prohibitorum (Índice de Livros Proibidos), encerrando uma prática que havia permanecido em vigor por mais de quatro séculos.

Criado em 1557, o índice reunia obras consideradas heréticas, perigosas para a fé ou moralmente inadequadas para os católicos. Ao longo dos séculos, nomes importantes da literatura, da filosofia e da ciência tiveram seus livros incluídos na lista, entre eles Galileu Galilei (pelas teses heliocêntricas), René Descartes (pelas meditações filosóficas) e Victor Hugo (por obras como Os Miseráveis e O Corcunda de Notre-Dame). Outros nomes famosos incluem Baruch Spinoza, John Locke, Immanuel Kant e até autores da literatura como Balzac e Émile Zola.

O objetivo era impedir a circulação de ideias que contrariassem os ensinamentos da Igreja, especialmente em períodos marcados por intensos debates religiosos, científicos e políticos.

A decisão de extinguir o índice ocorreu em meio às transformações promovidas pelo Concílio Vaticano II, que buscou aproximar a Igreja do mundo moderno e incentivar uma postura mais aberta ao diálogo e ao conhecimento.

Embora o fim da lista não significasse uma aprovação automática de todas as obras anteriormente proibidas, a medida representou um marco histórico na relação entre a Igreja Católica, a liberdade intelectual e o acesso à informação.

Seis décadas depois, o encerramento do Index Librorum Prohibitorum continua sendo lembrado como um dos mais simbólicos passos da modernização da Igreja no século XX


Estrelas & História




Em 14 de junho de 1971, após o grande sucesso de "Irmãos Coragem", entrava no ar pela Rede Globo, a novela "O Homem Que Deve Morrer".
Escrita por Janete Clair e dirigida por Daniel Filho e Milton Gonçalves, a novela se inicia na fictícia cidade de Porto Azul, em Santa Catarina, onde uma misteriosa luz envolveu Orjana (Neuza Amaral) e seu pai adotivo, o Professor Valdez (Ênio Santos). Os dois desmaiaram e só voltaram a si no dia seguinte. Na mesma noite, três crianças sonharam com uma estranha luz que vinha do céu. Sonhou também um simplório pescador, Mestre Jonas (Gilberto Martinho). Dois meses depois da estranha noite, Orjana apareceu grávida. Bárbara (Zilka Salaberry), sua mãe, teve para si confirmadas suas suspeitas de que o marido a traía com a filha adotiva do casal. E houve quem afirmasse que Ricardo (Edney Giovenazzi), o namorado de Orjana, era o pai da criança. Nasce um menino, que recebe o nome de Ciro.
Trinta anos depois, o Dr. Ciro Valdez (Tarcísio Meira), depois de passar um tempo no exterior – sendo inclusive diretor geral de um grande hospital -, volta a Porto Azul para operar o Comendador Liberato (Macedo Neto), e com a intenção de ajudar os mais humildes. Mestre Jonas, o pescador que sonhara na misteriosa noite, faz-se seguidor fiel de Ciro, que todos passam a considerar um santo, por sua grande competência ao clinicar, e por ser o menino da tal história. A trajetória de Ciro em Porto Azul se intensifica quando salva a vida de Otto Frederico von Müller (Jardel Filho), o diretor da mineradora da região.
O médico Ciro Valdez desperta a ira do vilão racista Otto Müller (Jardel Filho) ao salvar sua vida com um transplante de coração de um jovem negro, usando seu dom mediúnico. Otto é o poderoso superintendente de uma companhia de mineração na região e suas características racistas lembram os líderes nazistas. A raiva aumenta quando o médico se apaixona pela ex-esposa de Otto, Esther (Glória Menezes).
Infelizmente o tema foi podado pela censura por ser considerado impróprio e praticamente os 10 primeiros capítulos da trama foram refeitos. Assim Janete Clair inspirada no livro "Eram os Deuses Astronautas?" do Erick Von Daniken, para relacionar os poderes mediúnicos de Ciro Valdez aos extraterrestres. A novela foi completada ainda com Ciro Valdez incorporando um médico comum.
Ainda no elenco, grandes nomes como: Dina Sfat, Claudio Cavalcanti, Betty Faria, Paulo José, Emiliano Queiroz, Ângela Leal, Arlete Salles, Lídia Mattos, Ida Gomes, Carlos Eduardo Dolabella, Lúcia Alves, Ana Ariel, Ruth de Souza, Suzana Faini, Antonio Pitanga, Léa Garcia, Ivan Cândido, Arnaldo Weiss, Dary Reis, Míriam Pires, Fernando José, Lícia Magna, Monah Delacy, Paulo César Pereio, entre outros.


"Espelho Mágico", novela exibida pela Rede Globo entre 14 de junho e 5 de dezembro de 1977, no horário das 20 horas.
Escrita por Lauro César Muniz e dirigida por Daniel Filho, Gonzaga Blota e Marco Aurélio Bagno, trouxe aos telespectadores uma inovação, já que trazia uma novela dentro da outra, mostrando ao público os bastidores de uma telenovela.
Diogo Maia (Tarcísio Meira) e Leila Lombardi (Gloria Menezes) são atores de televisão extremamente populares no Brasil. Eles são os astros da novela "Coquetel de Amor", um grande sucesso da TV, escrita por Jordão Amaral (Juca de Oliveira) e dirigida por João Gabriel (Daniel Filho). Apesar do sucesso de Diogo e Leila, o casal tem alguns percalços pessoais que precisa enfrentar, sobretudo Beatriz (Lídia Brondi), filha adolescente do primeiro casamento de Leila, e que não suporta Diogo. Para ela, a mãe deve voltar para os braços de seu pai, nada menos que Jordão Amaral.
Mas Jordão é casado com Norma Pelegrine (Yoná Magalhães), uma atriz veterana que passou anos longe da TV. Acostumada a ser protagonista, Norma retorna à telinha em Coquetel de Amor, mas num personagem coadjuvante. E a situação a deixa bastante descontente.
Espelho Mágico também trazia vários outros personagens que retratavam os tipos que circulam no meio artístico, como a ambiciosa atriz Cynthia Levy (Sônia Braga), ou a ex-atriz de pornochanchadas Diana Queiroz (Vera Fischer), que buscava uma outra direção para sua carreira. Outros destaques são os jovens atores Nestor Rey (Kito Junqueira) e Paulo Morel (Tony Ramos). Enquanto o primeiro vem do interior para tentar a sorte no Rio de Janeiro, o segundo experimenta o sucesso ao ser chamado às pressas para substituir um dos protagonistas da peça Cyrano de Bergerac, adaptada pelo dramaturgo Gastão Cortez (Sérgio Britto) e estrelada por Diogo Maia.
Com Espelho Mágico, Lauro César Muniz procurava mostrar o artista além do glamour do cenário artístico, abordando seu cotidiano e seus problemas pessoais. Por conta disso, a trama tinha três grandes núcleos centrais, que focavam: a televisão, por meio da novela Coquetel de Amor; o teatro, mostrando a peça Cyrano de Bergerac; e o teatro de revista, representado pelo palhaço Carijó (Lima Duarte) e sua filha Lenita (Djenane Machado)


No dia 14 de junho de 1986, a extinta Rede Manchete levava ao ar, o primeiro capítulo da novela "Novo Amor", escrita por Manoel Carlos e dirigida por Jardel Mello, Denise Saraceni e Herval Rossano.
À frente do enredo, a produtora de moda Fernanda (Renée de Vielmond), que, após fazer carreira em Brasília, decide tentar a sorte no Rio de Janeiro, onde mora sua mãe e sua irmã. Durante o voo, ela cruza com Lígia (Nathalia Timberg), cliente da boutique em que trabalhava. A madame é casada com o senador Marco Antônio (Carlos Alberto), também na aeronave. Inicialmente, Fernanda se sente atraída pelo comissário galanteador Bruno (Nuno Leal Maia), responsável pelo serviço a bordo. Mas logo desperta o interesse de Marco Antônio, para desespero da frívola Lígia.
A ambição era um dos traços mais fortes da personalidade da protagonista: a produtora de moda almejava um alto posto em Nova Iorque e não se furtava em tirar partido de seu envolvimento com o comissário e com o senador para atingir tal objetivo. Já sua irmã Tereza (Cristina Aché) se envolvia com Fernão (Diogo Vilela), filho de Marco Antônio, acirrando os conflitos de Fernanda com Lígia.
Ainda no elenco: Esther Góes, Danton Mello, Ângela Leal, Jonas Bloch, Sílvia Salgado, Ênio Gonçalves, Beatriz Lyra, Rogério Fróes, Ilka Soares, João Paulo Adour, Djenane Machado, Sonia Clara, Xuxa Lopes, Tessy Callado, Clementino Kelé e Fátima Freire.

Tributo em memória da lendária Cacilda Becker.
Nascida na cidade de Pirassununga, interior de São Paulo, no dia 6 de abril de 1921, Cacilda Becker Yáconis foi uma atriz brasileira considerada um mito dos palcos nacionais. Iniciou sua carreira artística como bailarina e, após algum tempo, foi pintora. Convidada por uma amiga, Cacilda estreou como atriz no Rio de Janeiro, dirigida por Paschoal Carlos Magno em um espetáculo chamado Teatro do Estudante Brasileiro. Porém, em 1942, com o objetivo de ajudar sua mãe no tratamento de uma doença, retorna a Pirassununga e passa dois anos na cidade com emprego em uma companhia de seguros.
Cacilda Becker se tornaria atriz profissional apenas no ano de 1948, após atuar em diversas peças no teatro paulista.
A atriz fundou uma companhia de teatro chamada Teatro Cacilda Becker em conjunto com Walmor Chagas, seu marido e também ator, com quem teve Maria Clara Becker Chagas em 1964. O TCB foi de extrema importância para o teatro ao introduzir dramaturgos de extrema importância com o Becket, Albee, Dürrenmatt e Ionesco à cultura teatral e aos palcos brasileiros. Além de Chagas, Cacilda teve outros dois maridos.
Cacilda era irmã da também saudosa atriz Cleyde Yáconis.
Fez pouquíssima televisão, mas deixou um legado importantíssimo para as artes e cultura do nosso país.
Cacilda faleceu no dia 14 de junho de 1969, com apenas 48 anos de idade, após ficar internada durante 38 dias em decorrência de um derrame cerebral.


No dia 14 de junho de 1972, um trágico desastre de avião tirava a vida de uma das figuras femininas mais marcantes do nosso país: Leila Diniz.
Nascida em Niterói-RJ, Leila Roque Diniz foi uma mulher à frente do seu tempo. Destemida, de extraordinário talento, Leila Diniz sabia, como poucos, ser marqueteira de sua imagem.
Formada professora, trabalhou em um jardim de infância e, aos 17 anos, conheceu o cineasta Domingos Oliveira, com quem se casou. Depois de terminar o relacionamento, que durou três anos, passou a trabalhar como atriz, primeiro no teatro e, a seguir, na televisão e no cinema. Casou-se também com o diretor de cinema Ruy Guerra, com quem teve uma filha.
Leila participou de 14 filmes, 12 telenovelas e várias peças teatrais. Na Austrália, ganhou o prêmio de melhor atriz com o filme Mãos Vazias.
Leila morreu tragicamente num desastre aéreo quando o avião que a trazia ao Brasil, voltando de um festival de cinema na Austrália, caiu na Índia. Ela estava com 27 anos de idade

A atriz Anne Schedeen, conhecida por interpretar a personagem Kate Tanner na série de sucesso Alf, o ETeimoso, morreu aos 77 anos. A notícia foi confirmada e divulgada por familiares na noite do último domingo, 14, por meio de uma publicação na página oficial da artista na rede social Facebook. A causa do falecimento não foi informada na nota.
Anne Schedeen deixa o marido, Christopher Barrett, com quem era casada há 55 anos, e a filha do casal, Taylor Barrett, além de outros familiares e amigos. No encerramento do comunicado, a família fez um pedido aos admiradores da atriz: em vez do envio de flores para as homenagens, as pessoas podem realizar doações para a organização Habitat for Humanity, uma das causas sociais apoiadas por ela em vida.
Siga em paz!
Colabora na postagem Vladimir Garcia.