 | DESTAQUES | Itália nega extradição de Zambelli alegando falta de imparcialidade de Moraes Brasil considera que ainda existe chance de que ela seja extraditada, já que segundo caso foi julgado por Gilmar Mendes
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A decisão da Justiça italiana de não extraditar Carla Zambelli foi tomada com base na interpretação dos juízes de que o ministro Alexandre de Moraes não teria sido imparcial o suficiente no julgamento da ex-deputada.
Na decisão obtida pelo ICL Notícias, os italianos falam em “grave violação do direito a um julgamento justo”.
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No mês passado, depois de um longo de período de detenção na Itália, Zambelli foi solta e a corte máxima do país europeu optou por não atender ao pedido de extradição pelo Brasil. A decisão reverteu o julgamento de instâncias inferiores que, em Roma, tinham autorizado o envio da ex-deputada para cumprir pena de prisão no Brasil. Agora, os argumento da corte foram publicados e revelam a motivação pela liberação de Zambelli. Segundo eles, “em matéria de extradição para o exterior, firmou o entendimento de que a alegada violação, pelo Estado requerente (Brasil), dos princípios de imparcialidade e independência do juiz constitui impedimento à entrega do extraditando, uma vez que tais garantias integram o núcleo essencial do direito ao devido processo legal e dos direitos de defesa do acusado, nos termos dos princípios do ordenamento jurídico, assegurados pela Constituição e pelos instrumentos supranacionais de direitos humanos”. (...)
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Diretor da Cedae também enfiou o pé na jaca do Master
Antonio Carlos dos Santos, responsável por toda a área financeira da estatal de saneamento que recebeu aporte suspeito do Master, viajou a NY e teve despesas pagas por Vorcaro
Não foi só Cláudio Castro que esteve em Nova York uma semana antes de a Cedae, estatal de saneamento do estado do Rio de Janeiro, iniciar as negociações para um aporte de R$ 200 milhões no Banco Master. (...)
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Trump reacende sua ofensiva contra América Latina
Em apuros no Oriente Médio e no plano interno, presidente dos EUA desvia o foco para Cuba e Brasil
Era bom demais para ser verdade. Um encontro casual de 30 segundos nas Nações Unidas em setembro passado e, de repente, Trump tinha um novo melhor amigo. O charme de um ex-torneiro mecânico havia conquistado o presidente americano. Com o tempo, a habilidade dos (...).
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SENSACIONALISTA |  | “Começou a maior Copa de todos os tempos”, diz torcedor que até ontem estava boicotando os EUA
Venda de TV aumenta mas é para ver novela Milhões de torcedores começaram a não acompanhar a copa do mundo dos Estados Unidos. Eles haviam prometido não ver nenhum jogo mas resolveram, em protesto, acompanhar as partidas de perto para mostrar que o imperialismo americano não sabe promover eventos.
Dados do comércio mostram que a venda de camisas do Brasil aumentou. “Não é por causa da Copa, comprei porque estamos nos apoderando do verde e amarelo novamente”, disse um consumidor.
Um torcedor chegou até mesmo a comprar uma TV nova só para participar do boicote à Copa. “Eu comprei mesmo, mas não vou dar audiência pra eles. Só vou assistir mesa redonda. Jogo talvez, mas só vou ver o replay três vezes”, afirmou o militante.
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COLUNA ICL
Super El Niño: com 3 mil áreas de risco, SC não tem plano de contingência finalizado
Estado integra região que pode ser alvo de catástrofes ambientais provocada por cheias e inundações
Um dos estados mais suscetíveis ao Super El Niño, Santa Catarina tem três mil áreas em cem municípios com riscos reais de deslizamentos e não finalizou o plano de contingência para os desastres ambientais. Os alertas climáticos que preveem um fenômeno histórico fizeram a gestão de Jorginho Mello estabelecer um decreto de “alerta climático”, mas as contas públicas do governo, que tradicionalmente se associa ao negacionismo bolsonarista, revelam um perfil displicente de investimentos na área ambiental e de proteção. No relatório de prestação de contas de 2025, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC) lembra que Santa Catarina é suscetível a episódios extremos, agravados por uma ocupação inadequada do solo. O adensamento populacional, a ocupação desordenada, a degradação ambiental, a falta de infraestrutura urbana e rural e a ausência de planejamento e ações de governança são apontados como elementos que aumentam os riscos. (...)
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