Chegando o fim de semana em boa hora. O noticiário avisa que ruídos sobre o conflito no Oriente Médio deixam o mercado “sem direção, entre o apetite ao risco e o tom defensivo”. Haja barulho e desencontro, e dessa forma o investidor, perdido e quase surdo com as indefinições e vaivéns geopolíticos, sente vertigens só de “ficar atento às decisões sobre a guerra e ao fluxo do petróleo”. Entre ameaças, sanções, bloqueios, desbloqueios e novas interdições, as Bolsas seguem o zunido delirante das manchetes e clamam pela folguinha no meio dessas idas e vindas dos índices. “É tanto ruído que já tem investidor considerando um otorrinolaringologista”, diz uma figura, sem errar no nome comprido do especialista. Pode ser. Já marquei consulta. Antes escuta essa, mas com calma: temos outros assuntos estrepitosos a tratar, incluindo CRIs, ações do Banco do Brasil, criptomoedas e renda fixa. Boa folga e descanse bem apesar desse barulho todo.
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Clima pesado também nos FIIs? Dá pra contornar e a gente explica como. Crescem repactuações de dívida relacionadas a CRIs de alto rendimento. Ambiente não inviabiliza estratégia, e exige cuidado. Mais cuidado? Ah, pode deixar, tomando todas as precauções possíveis. |
Exclusivo! Em entrevista ao E-Investidor, executivo afirma que ambiente doméstico tem avançado lentamente e destaca o plano de crescimento da corretora. Até tinha esquecido das contas públicas. Não precisa se assustar, quer dizer, bom, na verdade, enfim… Põe “no radar”. |
O BB não sai de holofote nem de radar algum nunca. Gestão da empresa sinaliza movimento de recuperação em "W" e analistas reforçam cautela para o papel. Recuperação em W: prometemos usar esse sistema no fim de semana. Deve ser bom contra o cansaço. |
Fabrício Tota não passa pano: rastro público das blockchains desafia o mito do anonimato e expõe o papel — ainda minoritário — das criptomoedas na lavagem global. |
Tokenização, crédito privado e plataformas online impulsionam o crescimento do segmento, que combina maior retorno potencial com novos desafios. “Também quero.” Vai fundo! |
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